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Município é um dos cinco destinos que receberão apoio do MTur para divulgar seus festejos juninos

Por Vanessa Sampaio

Em Bragança, a 220 km de Belém, a farinha de mandioca artesanal não está só na mesa. É um patrimônio imaterial, símbolo da história, “pérola” da cultura popular e também uma das estrelas do Festival Junino da cidade, que movimenta cerca de 50 mil pessoas entre 8 e 11 de junho. Para se ter uma ideia, a produção mensal de farinha na cidade, que envolve 4 mil famílias no município, é de 1,5 tonelada. Por ano, isso significa R$ 75 milhões, cerca de 8% do PIB da cidade.

Ingrediente obrigatório da culinária local, pode parecer exótico mas os paraenses dizem que a chamada farinha d’água vai bem com café, açaí, peixe, moqueca, mingau e até sorvete. Na cidade, a farinha é tão importante que tem até “casa própria”: “Casa de Farinha” é o nome que se dá ao local onde é fabricada. Durante o Festival Junino, turistas poderão conferir uma “grande casa de farinha” onde haverá produção, venda e degustação de receitas. A estimativa é que cerca de quatro mil quilos de farinha de mandioca sejam vendidos no evento, além das dezenas de receitas com farinha e da mandioca em suas variadas formas, comercializadas nas barracas do festejo.

A farinha de mandioca também leva o nome da cidade para o mundo, um verdadeiro “troféu” conquistado após arrematar o título de “melhor farinha do planeta” no maior festival mundial do movimento slow food, realizado na Itália. O caso de amor é tão sério que o município já trabalha para criar uma certificação de origem da farinha – a bragantina leva a fama pela excelência.

PARA RECORDAR –  Um dos responsáveis por isso é Benedito Batista da Silva, o Seu Bené, mais conhecido como Professor da Farinha. O agricultor de 70 anos trabalha com o cultivo da mandioca e produção de farinha desde os 12 e até hoje se emociona ao contar a sua história. E não é para menos. O turista que visita sua casa conhece em detalhes o processo de produção que garantiu à farinha do professor Bené o título de “a melhor do planeta”, mas não só.

Ao lado do forno de cobre à base de pedra, ele fala com amor do seu ofício e do “currículo” que dá ainda mais valor ao seu trabalho: “Na qualidade de um ‘professor analfabeto’, pois só sei escrever meu nome, isso aqui é um dom meu e sou feliz por isso. Tem três coisas que fazem a vida da gente valer a pena – conhecimento, alegria de viver e educação/simplicidade”, emociona-se. Hoje, ele produz cerca de 500 kg de farinha por mês, o que nunca é suficiente para atender à demanda local e de clientes de outros estados e até de fora do País.

AGRICULTURA FAMILIAR – Apesar da importância e do laço afetivo e histórico com a iguaria, o fascínio do destino está bem além da farinha. Dentro da Amazônia Atlântica brasileira, a região de Bragança tem campos, mangues, é recortada por rios e igarapés e tem até uma agrofloresta de bacuri, fruta exótica, rara e de delicado cultivo.

A história da área onde hoje há 10 hectares de manejo do bacurizeiro começa na década de 70, mas foi em 2009 que o local se transformou em um projeto inovador de agricultura familiar. Hortência Osaqui, que hoje lidera o trabalho na fazenda ao lado de seu esposo, filho e irmão, conta que “o amor da pela terra é herança” deixada por seu pai.

Hoje, turistas que visitam a propriedade rural podem se hospedar na fazenda, conhecer o processo da mini-indústria artesanal de doces, compotas e licores de bacuri, além de degustar delícias com outras frutas cultivadas ali. A combinação cria, em Augusto Correa, a poucos quilômetros de Bragança, uma referência de empreendimento rural sustentável com foco em turismo. Dali, saem também passeios para observação da revoada de pássaros como o guará, na Ilha do Rato, que fica a quarenta minutos (de barco) da fazenda.

Não é por acaso que o turismo paraense “namora” a gastronomia com tanta paixão. E ela começa antes de chegar à mesa, na fabricação artesanal de panelas de barro, tradição centenária passada de geração para geração. Na Comunidade São Mateus, a agricultora Valcilene Piedade conta que o processo começa na extração de argila e demora cerca de dez dias até a finalização do utensílio. O resultado final é uma obra de arte feita à mão, com alta durabilidade e que suporta altíssimas temperaturas. Ela recebe turistas interessados em conhecer a produção e também em experimentar a típica culinária paraense feita em panela de barro. Qual a diferença? “Além de ser muito mais saudável, o sabor é outro. A gente sabe que a panela não muda a receita, mas muda o resultado dela”, garante.

O FESTIVAL – A força da cadeia produtiva do turismo e da gastronomia bragantina estão diretamente envolvidos no Festival Junino de Bragança. A preparação “silenciosa” começa seis meses antes, em dezembro, a partir do momento em que outros setores da economia – costureiras, coreógrafos, historiadores, artistas populares, músicos, artesãos e boa parte do comércio – passam a dedicar algumas horas do dia ou tempo integral à preparação da festa. Agora, a uma semana do evento, enquanto uns afinam as rabecas, instrumento usado para tocar o legítimo xote bragantino, líderes de quadrilhas fazem os últimos ensaios para manter a performance de excelência do arraiá, sempre disputadíssimo.

Para o historiador Dário Benedito Rodrigues, a forte tradição junina no município renova a memória da cidade: “as quadrilhas, bois-bumbás e os cordões de pássaros [danças típicas] revelam um grande enredo de cultura local. Aliás, a praça onde o festival é realizado e onde os dançarinos se apresentam é um importante ponto histórico da cidade, pois ali passava a antiga estrada de ferro de Bragança. O festejo revela muito sobre a riqueza da cultura bragantina”, conclui.

FESTAS DE SÃO JOÃO NO BRASIL – Bragança (PA) é um dos cinco destinos selecionados para receber ações de promoção e divulgação do Ministério do Turismo. Por meio de edital de chamada pública, a Pasta trabalha na transformação dos festejos juninos em um produto turístico com a cara do Brasil. Um total de 25 propostas de todo o Brasil foram encaminhadas para avaliação da Pasta. Além do município paraense, foram contempladas também Corumbá (MS), Campina Grande (PB), São Luís (MA) e Belo Horizonte (MG).

A ideia é que a celebração cultural passe a atrair visitantes estrangeiros e estimule cada vez mais o turismo doméstico, assim como acontece com o Carnaval. A divulgação das festas, bem como a realização de ações de promoção e apoio à comercialização, faz parte da estratégia conjunta do Ministério do Turismo e da Embratur. Segundo o ministro do Turismo, Marx Beltrão, “queremos que o São João tenha seu valor turístico reconhecido tanto no Brasil como no mundo. Trata-se de uma manifestação cultural extremamente rica que tem enorme potencial para se transformar em um produto turístico assim como o Carnaval”.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

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Previsão é que R$ 5,4 milhões sejam destinados para melhoria de destinos turísticos por meio de convênios e contratos de repasse

 

Por André Martins

Estados e Distrito Federal poderão contar com recursos para elaboração de projetos de infraestrutura turística, planos de marketing e de desenvolvimento de regiões turísticas, além da capacitação de gestores do turismo. Para que isso aconteça,  o Ministério do Turismo reabriu nesta sexta-feira (02), a Chamada Pública 001/2017 que destinará R$ 5,4 milhões para apoio ao ordenamento e à estruturação de regiões turísticas. O documento, publicado do Diário Oficial da União, traz duas importantes mudanças em relação ao documento de 15 de fevereiro: a possibilidade do repasse financeiro ser feito por meio de convênio, além do contrato de repasse previsto inicialmente, e o aumento no valor máximo de cada projeto para R$ 250 mil ante os R$ 200 mil inicial. De acordo com o texto, o valor mínimo de projetos executivos de infraestrutura é de R$ 250 mil.

A medida faz parte do Brasil + Turismo, um pacote de medidas que tem como objetivo fomentar o setor de viagens, lançado pelo ministro Marx Beltrão em abril deste ano. A chamada pública é resultado de uma demanda antiga dos gestores por recursos para o fortalecimento institucional dos estados “Com esta medida, será possível obter projetos de engenharia para pronta licitação, possibilitando a celebração dos contratos sem cláusula suspensiva e uma redução de até 18 meses para o início das obras, dando mais celeridade ao processo e garantindo que os destinos estejam mais preparados para receberem os turistas”, explicou o ministro.

O novo texto estabelece regras e condições ao repasse de recursos por meio de contratos e convênios, contemplando os critérios da Portaria MTur nº 39, de 10/03/17. Entre os objetivos da ação estão: identificação das necessidades e apoio a elaboração de projetos executivos que antecedem intervenções de infraestrutura; suporte à realização de estudos e projetos previstos em Planos de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS), além de gestão descentralizada do setor.

Os projetos devem ser cadastrados no Portal de Convênios do Governo Federal (Siconv) entre 19 de junho e 03 de julho. A previsão é que o resultado final da seleção seja anunciado em 28 de agosto, no site do ministério.

REGRAS –  De acordo com o edital, cada Unidade da Federação (UF) poderá cadastrar até três propostas, sendo uma para cada objetivo, contemplando exclusivamente as regiões turísticas que fazem parte do Mapa do Turismo Brasileiro.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Estadual e o Ministério do Turismo para ampliar a formalização do setor

Por Mariana Oliveira

Crédito: Paulino Menezes/ MTur

Nesta semana, a Secretaria de Turismo de Minas Gerais deu início a uma ação para ampliar a formalização dos estabelecimentos de turismo do estado. O projeto “Cadastur Itinerante”, esteve em Governador Valadares para cadastrar os prestadores de serviço dos municípios que fazem parte do Circuito Turístico Trilhas do Rio Doce.

A iniciativa faz parte de uma parceria entre o Ministério do Turismo e a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais para aumentar o número de cadastros de meios de hospedagem do estado. De acordo com o secretário estadual de Turismo, Ricardo Faria, “o projeto é fundamental para que os municípios atuem de forma legal no desenvolvimento do turismo”.

Para Tamara Galvão, coordenadora-geral de Cadastramento e Fiscalização de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo, a ação pode ser replicada em outros estados. “A iniciativa da Secretaria Estadual de ir até os municípios para cadastrar os estabelecimentos é muito positiva e reflete a preocupação com a formalização e segurança dos serviços prestados aos turistas. Acredito que outros estados podem replicar esta ação para conseguirmos reduzir – ou até mesmo zerar – a informalidade do setor”, afirmou.

Até o final de 2017, o Ministério do Turismo deve lançar o Cadastur 3.0. A ferramenta será 100% digital e todos os municípios poderão enviar seus documentos de maneira eletrônica para conseguir seu cadastro. Além disso, haverá cruzamento com outros sistemas, como o da Receita Federal, para facilitar o processo de cadastramento.

CADASTRO OBRIGATÓRIO – De acordo com a Lei Geral do Turismo, agências de turismo, meios de hospedagem, guias de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, acampamentos turísticos e parques temáticos devem se certificar no MTur. Nesses casos, o cadastro é obrigatório. Para estabelecimentos como restaurantes, parques aquáticos, marinas, centros de convenções e locadoras de veículos, o cadastro é opcional.

Para se cadastrar, é preciso acessar o site do Cadastur. Para as empresas existem várias vantagens: apenas os cadastrados podem participar de programas e projetos do governo federal, como programas de qualificação e apoio em eventos e feiras. Outro benefício é o acesso a financiamento por meio de bancos oficiais e, no caso de agências de turismo, as empresas cadastradas podem reduzir de 25% para 6% o imposto sobre remessas ao exterior.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Informações servirão para definir a estratégia de atuação do governo na região; gestores públicos deverão enviar dados até 31 de julho



Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

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Programe-se para participar de algumas das festas mais populares nesta época do ano

Entre junho e julho, as festas juninas movimentam o País. Confira algumas das mais tradicionais e suas programações:

Campina Grande (PB)

A cidade sedia aquele que é considerado “O Maior São João do Mundo” porque se espalha por todo o município. Também conta com atrações em outros pontos da cidade, além do Parque do Povo. A programação é variada no Sítio São João, na Vila do Artesão, no Arraiá de Cumpade e nos distritos de São José da Mata, Catolé de Boa Vista e de Galante, onde se pode viver o clima das festas juninas mais tradicionais. Em 2016, cerca de três milhões de pessoas, ao longo dos 31 dias de festa, “invadiram” o Parque do Povo, local da festa.

Bragança (PA)

O Festival Junino de Bragança é um evento tradicional que, em sua 29º edição, visa o desenvolvimento, produção e criação de expressões culturais populares. Na grande estrutura montada na praça de eventos da cidade, quadrilhas, bois-bumbás, cordões de pássaros e grupos musicais se apresentam para mais de 50 mil pessoas que circulam pelo evento nos quatro dias de festejo. A gastronomia paraense é uma grande atração da festa que acontece de 8 a 12 de junho.

Belo Horizonte (MG)

O Arraial de Belô terá suas festividades espalhadas por toda a cidade nos meses de junho e julho, através da integração de uma verdadeira programação associada dos festejos juninos. O evento principal, com concurso de quadrilhas, barraquinhas, gastronomia, intervenções culturais temáticas e shows, acontecerá em dois finais de semana, sendo o Grupo de Acesso de 23 a 25 de junho e o Grupo Especial em 1° e 2 de julho.

Corumbá (MS)

Em todos os cantos da cidade, Corumbá, porta de entrada do Pantanal, é festa, é crença, é devoção, é tradição. Um dos pontos altos é a Lavagem do Santo, nas águas do Rio Paraguai, dia em que os festeiros descem a ladeira Cunha e Cruz, carregando seus andores, com destino à prainha do Rio Paraguai para banhar a imagem de São João. Os festeiros, que são muitos, também abrem suas casas para a festa do Arraial do Banho de São João.

São Luís (MA)

No mês de junho, São Luís se transforma em um imenso arraial para homenagear São João, Santo Antônio, São Pedro e São Marçal. A multiplicidade de estilo e a singularidade do festejo, inserido dentro de um verdadeiro ritual da cultura popular, são atestadas com apresentações de bumba meu boi, tambor de crioula, cacuriá, dança do coco, bambaê de caixa, dança do lelê, dança portuguesa, dança do boiadeiro e as quadrilhas.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

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Ministério do Turismo trabalha na transformação dos festejos em um produto turístico com a cara do Brasil

 

Os festejos juninos se espalham pelo país com fortes ingredientes das culturas locais que misturam o profano e o sagrado e atraem milhares de pessoas, movimentando as cidades nos meses de junho e julho. É um pouco desse clima que a Agência de Notícias do Turismo começa a mostrar a partir desta sexta-feira (02) em uma série de matérias especiais sobre os cinco destinos contemplados na chamada pública do Ministério do Turismo, destinado à ações de promoção e apoio à comercialização.

A série começa com Bragança, no Pará, primeira cidade a receber a visita de jornalistas e influenciadores digitais convidados para participar dos festejos e conhecer os principais atrativos locais. A realização da press trip é parte da estratégia do Ministério do Turismo de transformar as festas de São João no mais novo produto turístico brasileiro a ser colocado nas prateleiras das agências de viagens do país e do exterior.

Conheça um pouquinho dos festejos juninos das cinco cidades contempladas na chamada pública.

Bragança (PA) – Festa junina na Amazônia
O Festival Junino de Bragança é um evento tradicional que, em sua 29º edição, visa o desenvolvimento, produção e criação de expressões culturais populares. Na grande estrutura montada na praça de eventos da cidade, quadrilhas, bois-bumbás, cordões de pássaros e grupos musicais se apresentam para mais de 50 mil pessoas que circulam pelo evento nos quatro dias de festejo. A gastronomia paraense é uma grande atração da festa que acontece de 08 a 12 de junho.

Belo Horizonte (MG) – O caminho da roça na cidade grande
O Arraial de Belô, realizado de 09 de junho a 09 de junho, terá suas festividades espalhadas por toda a cidade nos meses de junho e julho, através da integração de uma verdadeira programação associada dos festejos juninos. O evento principal, com concurso de quadrilhas, barraquinhas, gastronomia, intervenções culturais temáticas e shows, acontecerá em dois finais de semana, sendo o Grupo de Acesso de 23 a 25 de junho e o Grupo Especial em 1 e 2 de julho.

Campina Grande – “O Maior São João do Mundo”
Disputas regionais à parte, é “O Maior São João do Mundo” porque se espalha por todo o município. Também conta com atrações em outros pontos da cidade, além do Parque do Povo. A programação é variada no Sítio São João, na Vila do Artesão, no Arraiá de Cumpade e nos distritos de São José da Mata, Catolé de Boa Vista e de Galante, onde se pode viver o clima das festas juninas mais tradicionais. Em 2016, cerca de três milhões de pessoas, ao longo dos 31 dias de festa, “invadiram” o Parque do Povo, local da festa.

Corumbá – Mato Grosso do Sul – É São João no Pantanal
Em todos os cantos da cidade, Corumbá, porta de entrada do Pantanal, é festa, é crença, é devoção, é tradição. Um dos pontos altos é a Lavagem do Santo, nas águas do Rio Paraguai, dia em que os festeiros descem a ladeira Cunha e Cruz, carregando seus andores, com destino à prainha do Rio Paraguai para banhar a imagem de São João. Os festeiros, que são muitos, também abrem suas casas para a festa do Arraial do Banho de São João.

São Luís (MA) – O reinado do bumba meu boi
No mês de junho, São Luís se transforma em um imenso arraial para homenagear São João, Santo Antônio, São Pedro e São Marçal. A multiplicidade de estilo e a singularidade do festejo, inserido dentro de um verdadeiro ritual da cultura popular, são atestadas com apresentações de bumba meu boi, tambor de crioula, cacuriá, dança do coco, bambaê de caixa, dança do lelê, dança portuguesa, dança do boiadeiro e as quadrilhas. A festa já começou!

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

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Segunda etapa de atualização estabelece que gestores forneçam documentos no site do MTur e contribuam para um novo cenário turístico

Por Nayara Oliveira

Arraial do Cabo (RJ). Crédito: Embratur

Começa nesta quinta-feira (01), o período para que gestores públicos incluam informações e documentos de suas regiões e municípios no Sistema de Informações do Programa de Regionalização do Turismo (SISPRT). Os dados poderão ser enviados até 31 de julho de 2017. As informações servirão para a atualização do Mapa do Turismo Brasileiro, ferramenta importante para definir a estratégia de atuação do Ministério do Turismo.

A atualização do Mapa do Turismo Brasileiro a cada dois anos é uma das ações previstas dentro do Brasil + Turismo, pacote de medidas do governo federal para desenvolver o setor no país. O processo respeitará o primeiro ano de mandato dos prefeitos municipais e dos governadores estaduais e do Distrito Federal.

“O Mapa do Turismo é uma ferramenta extremamente importante para nortear o trabalho desenvolvido pelo ministério, e por isso é primordial que os gestores participem ativamente de sua atualização de maneira a assegurar que todos os nossos destinos turísticos sejam identificados e possam, dessa maneira, ser beneficiados”, explicou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Atualmente, o Brasil possui 2.175 municípios divididos em 291 regiões turísticas. Para ser incluído no Mapa, o município precisa ter um órgão responsável pela pasta de turismo, destinar dotação para o turismo na lei orçamentária anual vigente e apresentar o Termo de Compromisso assinado por Prefeito Municipal ou dirigente responsável pela pasta de turismo, além de atender as exigências do seu Estado para a composição das suas respectivas regiões, conforme modelo disponibilizado no Sistema, aderindo de forma espontânea e formal ao Programa de Regionalização do Turismo e à Região Turística.

REGIONALIZAÇÃO – A regionalização foi estabelecida pela lei 11.771/2008 e possibilita a troca de conhecimento entre as cidades brasileiras por meio da coleta de informações que auxiliem na criação de uma Rede Nacional de Regionalização do Turismo e que englobe interlocutores estaduais, regionais e municipais. Em caso de dúvidas ou mais informações sobre o processo, entre em contato com a área técnica da Coordenação Geral de Mapeamento e Gestão Territorial do Turismo, por meio do e-mail regionalizacao@turismo.gov.br e os telefones (61) 2023-8144/7269.

Informações adicionais sobre a atualização do Mapa do Turismo Brasileiro e os critérios a serem atendidos poderão ser obtidas no endereço: www.regionalizacao.turismo.gov.br

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

The Wishbone Shiraz / Garnacha é um vinho mágico, onde um coupage tradicional do Rhone abre-nos o paladar para elaborações muito interessantes, como a desta seleção. Permitam-me insistir: não é fácil encontrar um Shiraz australiano tão elegante.

País: Austrália
Região: South Eastern Australia
Indicação Geográfica: Barossa Valley
Uva: 75% Shiraz, 25% Garnacha
Maturação: 10% meses de crianza em barris de carvalho, 50% franceses e 50% americanos
Álcool: 14% vol.
Produtor: Magpie Estate

O vinho
Os dois varietais foram elaborados separadamente, cada um deles vindimado no ponto ótimo de maturação. Foram fermentados separadamente em depósitos de aço inoxidável, onde, uma vez finalizadas as fermentações alcoólica e a malolática, o vinho foi trasfegado para barris de carvalho francês e Americano de vários usos, onde permaneceu até completar sua crianza de 10 meses. Após a crianza, o enólogo Rolf Binder preparou o “assemblage” dos dois varietais de diferentes barris, permanecendo durante um tempo em depósito para sua complete integração antes do engarrafamento.

Cata
Vermelho-cereja de boa intensidade e com lágrima que se destaca. Aprincípio, no nariz destacam-se notas de cereja, framboesa e outras frutas vermelhas, que se fundem com defumados e especiarias. Na boca, destaca-se a acidez que conjuga perfeitamente com sua estrutura firme. A madeira bem integrada deixa o protagonismo para a fruta, que na boca manifesta-se mais madura e aporta elegância. É um vinho longo, fino e sedoso, cheio de matizes para serem descobertos a cada gole.

Harmonização
O frescor e elegância deste Shiraz / Garnacha combinam com pratos de ave, mariscos ou peixe na brasa. Por isso sugiro, nesta ocasião, um polvo na brasa sobre um fino purê de batatas e um ensopado de frango acompanhado com arroz de especiarias: dois pratos que serão bons companheiros para este vinho tão vibrante e que nos permitirão desfrutar de todos os seus matizes.

Serviço
A temperatura recomendada de consumo deve estar entre os 16 e os 17ºC. Não é necessária a decantação prévia, mas tenham paciência e observem como evolui na taça. Com a passagem do tempo, será necessária a oxigenação antes.

Guarda
Está pronto para ser degustado, mas os próximos meses aportarão mais ao conjunto, por isso tenham mas paciência para vê-lo crescer. Não se preocupem com a tampa de rosca, não será um obstáculo para o repouso, a acidez do vinho os ajudará. Estima-se um consumo ótimo dentro dos próximos 6 anos (2017 – 2023).

Texto: Alberto Pedrajo
Tradução: Paula Taibo

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/wishbone-shiraz-garnacha-2016/

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Desfrutem de uma seleção de espetacular relação entre qualidade e preço.

País: Argentina
Região: Mendoza
Indicação Geográfica: Luján de Cuyo
Uva: 100% Malbec
Maturação: 10 meses de crianza em barris de carvalho 80% franceses e 20% americanos
Álcool: 13,5% vol.
Produtor: Bodegas Barberis

O vinho
Vindima em caixotes de 400kg, para que a uva chegasse à bodega em perfeitas condições. Maceração pré-fermentativa a frio em depósitos de aço inoxidável durante 5 dias, a 10ºC. Iniciou-se então a progressive fermentação, até alcançar uma temperatura de 27 a 30ºC com remontados diários, e isso se prolongou por 12 dias. Uma vez terminada a fermentação alcoólica, continuou-se a maceração pós-fermentativa de 25 dias, para posteriormente passar para barris de carvalho francês e americano, onde permaneceram 10 meses até o engarrafamento.

Cata
Notável cor cereja, límpido com boa intensidade de cor. Primeiras notas de cereja madura com lembrança de morangos bem integrados com elegantes notas de especiarias e baunilha, procedentes da crianza em barril, com final delicioso lembrando moka. Na boca, apresenta-se equilibrado, redondo, retomando as sensações de fruta percebidas no nariz com um tanino envolvente, presente, porém redondo, que lhe aporta estrutura e longevidade.

Harmonização
Pratos de massa com molho de tomate levemente picante ou bolonhesa e pratos de comer com colher, como uma sopa de milho, podem ser a entrada para um “espeto de Rojão”, onde os toques defumados e especiarias leves nos farão desfrutar de uma excelente harmonização entre vinho e carne.

Serviço
A temperatura de consumo deve estar ao redor dos 15 a 17ºC. Não é necessária sua decantação nem tampouco abrir a garrafa com antecedência ao momento de consumo pelos próximos meses.

Guarda
Está em um momento de boa expressão frutal, mas a integração entre a madeira e a fruta irá melhorar nos próximos meses. Estima-se um consumo ótimo dentro dos próximos quatro anos, a contar de 2017.

Texto: Alberto Pedrajo
Tradução: Paula Taibo

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/humberto-barberis-malbec-edicion-limitada-2016-selecao-mensal/

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Desfrutem de uma seleção de espetacular relação entre qualidade e preço.

País: Argentina
Região: Mendoza
Indicação Geográfica: Luján de Cuyo
Uva: 65% Malbec, 25 % Cabernet Sauvignon e 10% Merlot
Maturação: 30% crianza por 9 meses em barris de carvalho franceses e 70% em depósito de cimento
Álcool: 13,5% vol.
Produtor: Bodegas Barberis

O vinho
Vindima de cada varietal separadamente em caixas de 400kg. Maceração pré-fermentativa de cada uma das variedades separadamente a frio, em depósitos de aço inoxidável durante 2 dias a 10ºC. Iniciou-se a progressiva fermentação até alcançar uma temperatura de 27 a 30ºC, com remontados diários que se prolongaram por 12 dias. Uma vez terminada a fermentação alcoólica, continuaram a maceração pós fermentative de 15 dias. Trinta por cento do vinho passou pelos barris de carvalho franceses, onde permaneceram por nove meses. O restante permaneceu em depósitos de cimento, onde repousou e manteve os aromas de fruta, para que, uma vez finalizada a maturação, pudesse ser procedida a “assemblage”, onde o enólogo buscou que a crianza no barril de carvalho francês fosse uma companheira que desse suporte à fruta, e não fosse a protagonista.

Cata
Notável cor cereja com reflexos violetas. Na taça parada aparecem sutis aromas de fruta vermelha, que após oxigenar vão se abrindo e mostrando de forma mais marcante as notas de cereja bem madura, junto com uma doce lembrança de chocolate amargo e baunilha. Já na boca, é amplo e envolvente, com notas que estão mais perto da fruta preta em conserva) Sua passagem pela boca deixa-nos um longo retrogosto, equilibrado entre a fruta e uma delicada crianza em madeira.

Harmonização
Este vinho é daqueles que temos vontade de beber pela tarde antes de jantar, por isso uma tábua de queijos cremosos como Camembert, Brie ou Coulommiers, acompanhados de azeitonas, pode ser perfeita para um agradável sarau. Se a coisa se alongar, sugiro continuar com um peixe azul ao forno.

Serviço
Sua temperatura de consumo deve estar em torno dos 15 a 17ºC. Não é necessária sua decantação nem a abertura antes do momento de consumo, ao menos nos próximos meses.

Guarda
Encontra-se em um momento de boa expressão frutal. Mesmo que o tempo vá melhorar sua integração entre a fruta e a madeira, este é o momento de sentir a fruta viva. Estima-se um consumo ótimo dentro dos próximos 3 anos, a contar de 2017.

Texto: Alberto Pedrajo
Tradução: Paula Taibo

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/humberto-barberis-corte-clasico-2015-selecao-mensal/

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