TURISMO RESPONSÁVEL

Programa, que tem o MTur como jurado nacional, certifica praias e marinas com ações ambientais e sociais de destaque

 Por André Martins

Praia Nossa Senhora de Guadalupe. Crédito: Ana Paula Pinto

 

O Parque Tecnológico da Bahia, em Salvador, sedia nesta quinta-feira (25) a 10ª edição do Workshop Bandeira Azul Brasil, um programa internacional que reconhece praias e marinas ambientalmente sustentáveis em todo o mundo.

A certificação, concedida pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE, na sigla em inglês) e que tem o Ministério do Turismo entre os jurados no país, contempla locais que seguem critérios como educação e gestão ambiental e a boa qualidade da água, entre outras ações voltadas à preservação da natureza e à responsabilidade social.

Segundo Leana Bernardi, coordenadora do projeto no Brasil, pelo Instituto Ambientes em Rede, o evento na capital baiana tem o objetivo de orientar quanto às condições exigidas, além de permitir a divulgação de experiências bem-sucedidas por destinos já contemplados com o selo.

Ela relata aumento da procura por adesões e frisa que o reconhecimento valoriza o potencial turístico de cidades. “Muitos europeus, principalmente, procuram praias de Bandeira Azul. E, como na América do Sul o Brasil é o único com praias certificadas, isso faz o turista olhar para o Brasil em vez de pensar em outros países da América do Sul”, ressalta.

Na temporada 2016/2017, a Praia de Nossa Senhora de Guadalupe, em Salvador, conquistou o título pela primeira vez, feito inédito nas regiões Norte e Nordeste. A mesma condição foi alcançada pela Praia Grande, em Governador Celso Ramos (SC), e pelo Iate Clube de Santa Catarina, em Florianópolis.

Já a Praia do Tombo, no Guarujá (SP); a Prainha, no Rio de Janeiro (RJ); a Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos (SC), e a Praia da Lagoa do Peri, em Florianópolis, além da Marinas Costabella, em Angra dos Reis (RJ), e da Marinas Nacionais, no Guarujá (SP), tiveram renovações aprovadas.

Para o período 2017/2018, a certificação de marinas irá requerer 13 novos critérios. Os estabelecimentos terão de cumprir quesitos a exemplo de envolvimento comunitário e adequada gestão de energia. A decisão final, em outubro deste ano, será feita por um júri internacional da FEE, composto por organizações não governamentais de 46 países.

O programa, iniciado em 1987, na Europa, e em 2004, no Brasil, é aberto a praias marítimas, fluviais e lacustres, além de marinas. Em 30 anos já foram contemplados quase quatro mil espaços. O júri nacional é composto ainda pelo Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria de Patrimônio da União, entre outros órgãos.

SUSTENTABILIDADE – Como forma de promover o Turismo Sustentável, tema de 2017 declarado pelas Nações Unidas, o Ministério do Turismo, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Ministério do Meio Ambiente, promove o Passaporte Verde.

A campanha recomenda a adoção de atitudes sustentáveis por viajantes, incentiva o engajamento de empresários do setor nas iniciativas e oferece dicas de roteiros que estimulam boas práticas.

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

institucional

O item entrou na pauta da reunião do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da entidade

Por Darse Júnior

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, participou hoje da reunião do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC em Brasília. Em discussão, os próximos passos do Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado pelo governo para fomentar o setor de viagens, e outros ajustes ainda necessários para estimular a geração de emprego e renda. Entidades ligadas à hotelaria reforçaram a necessidade de regulamentação de atividades de economia compartilhada com foco em hospedagem, como o Airbnb.

“Temos um grupo de trabalho analisando todas as alternativas para regulamentar os serviços de hospedagem compartilhada e queremos propor uma solução ainda no segundo semestre”, comentou o ministro Marx Beltrão. O presidente do conselho da CNC, Alexandre Sampaio, sugeriu que fosse cobrada uma contribuição social de 15% das plataformas digitais e os recursos arrecadados fossem revertidos integralmente num fundo de promoção dos destinos turísticos do país. “Resolveríamos dois problemas”, comentou em referência ao fim à concorrência predatória e ao reforço na divulgação dos atrativos no mercado doméstico e internacional. O ministro ficou de repassar o encaminhamento da proposta ao grupo técnico.

O tema central da reunião foi o Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado no último mês. Algumas medidas como a modernização da Embratur, com o consequente reforço na promoção nacional e internacional, a atualização Lei Geral do Turismo e a abertura total das empresas aéreas ao capital estrangeiro ainda dependem da aprovação do Congresso Nacional. “É importante o envolvimento de todos para conseguirmos reduzir a burocracia e criar um terreno mais favorável ao investimento”, comentou Marx.


Crédito: Roberto Castro/ MTur

Outro item discutido foi a retomada de programas de atração de eventos internacionais para fazer frente à recente queda registrada no ranking da Icca (Associação Internacional de Congressos e Convenções na sigla em inglês). O Brasil, que já chegou a figurar em 7º lugar neste ranking, atualmente ocupa a 15º colocação mundial. O ministro destacou o esforço do governo federal em construir e reformar centro de convenções em diversos estados do Brasil. Ele explicou que a decisão de solicitar esse tipo de investimento para o governo federal é dos estados e municípios.

Para reforçar a estratégia de atração de eventos internacionais, o ministro sugeriu que representantes da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc) tratem do assunto com o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz. A próxima reunião do conselho especializado em turismo da CNC terá como pauta central a aviação civil, em data ainda a ser definida.

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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institucional

O item entrou na pauta da reunião do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da entidade

Por Darse Júnior

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, participou hoje da reunião do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC em Brasília. Em discussão, os próximos passos do Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado pelo governo para fomentar o setor de viagens, e outros ajustes ainda necessários para estimular a geração de emprego e renda. Entidades ligadas à hotelaria reforçaram a necessidade de regulamentação de atividades de economia compartilhada com foco em hospedagem, como o Airbnb.

“Temos um grupo de trabalho analisando todas as alternativas para regulamentar os serviços de hospedagem compartilhada e queremos propor uma solução ainda no segundo semestre”, comentou o ministro Marx Beltrão. O presidente do conselho da CNC, Alexandre Sampaio, sugeriu que fosse cobrada uma contribuição social de 15% das plataformas digitais e os recursos arrecadados fossem revertidos integralmente num fundo de promoção dos destinos turísticos do país. “Resolveríamos dois problemas”, comentou em referência ao fim à concorrência predatória e ao reforço na divulgação dos atrativos no mercado doméstico e internacional. O ministro ficou de repassar o encaminhamento da proposta ao grupo técnico.

O tema central da reunião foi o Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado no último mês. Algumas medidas como a modernização da Embratur, com o consequente reforço na promoção nacional e internacional, a atualização Lei Geral do Turismo e a abertura total das empresas aéreas ao capital estrangeiro ainda dependem da aprovação do Congresso Nacional. “É importante o envolvimento de todos para conseguirmos reduzir a burocracia e criar um terreno mais favorável ao investimento”, comentou Marx.

Outro item discutido foi a retomada de programas de atração de eventos internacionais para fazer frente à recente queda registrada no ranking da Icca (Associação Internacional de Congressos e Convenções na sigla em inglês). O Brasil, que já chegou a figurar em 7º lugar neste ranking, atualmente ocupa a 15º colocação mundial. O ministro destacou o esforço do governo federal em construir e reformar centro de convenções em diversos estados do Brasil. Ele explicou que a decisão de solicitar esse tipo de investimento para o governo federal é dos estados e municípios.

Para reforçar a estratégia de atração de eventos internacionais, o ministro sugeriu que representantes da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc) tratem do assunto com o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz. A próxima reunião do conselho especializado em turismo da CNC terá como pauta central a aviação civil, em data ainda a ser definida.

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Institucional

Secretaria Municipal de Turismo promoveu encontro para apresentar a iniciativa de qualificação do MTur a representantes do setor no estado

 

 Por Lívia Nascimento

Primeiro município brasileiro a celebrar o Termo de Compromisso da plataforma de qualificação Brasil Braços Abertos em parceria com o Ministério do Turismo, Macapá acaba de iniciar uma série de ações para promover a iniciativa para o setor turístico do estado. Para isso, a secretaria de Turismo da cidade reuniu, nesta terça-feira (23), 60 representantes para apresentar a ferramenta de ensino à distância criada pelo MTur.

A ideia é de que os empresários se inscrevam no curso e incentivem a participação de seus funcionários no curso de qualificação. São 80 horas aula em diferentes módulos como sustentabilidade, educação ambiental, turismo acessível e línguas, entre outros. O reforço às iniciativas de qualificação profissional é pleito do setor e faz parte do Brasil + Turismo, um pacote de medidas lançado em abril pelo ministro Marx Beltrão para fomentar o turismo brasileiro.

As inscrições para 2017 estão abertas e poderão ser feitas até 30 de setembro. O aluno poderá realizar o curso por meio de celular, tablet ou notebook e contará com videoaulas e jogos educativos. Os interessados podem acessar a plataforma pelo endereço brasilbracosabertos.turismo.gov.br. As aulas podem ser iniciadas logo após a inscrição e devem ser concluídas até o dia 30 de dezembro.

De acordo com a secretária de turismo de Macapá, Juli Pereira, a iniciativa tem sido bem aceita. “O mais legal desse nosso contato com o setor é que já durante a apresentação do Brasil Braços Abertos, as pessoas começaram a fazer suas inscrições e tirar dúvidas, o que foi muito bom de ver”, comentou. A ideia da secretária é firmar parcerias com outros órgãos que possam fornecer máquinas para os interessados nas aulas online mas que não possuem computador. “Estamos animados com essa possibilidade e trabalhando forte para isso”, finalizou.

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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gastronomia

A data simboliza o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por produtores, cooperativas, exportadores, cafeterias, indústrias de torrefação e amantes do café

 

Por Geraldo Gurgel

O café remete ao despertar e dá energia para todo o dia. A paixão pela bebida acompanha o brasileiro, exalando aromas e inspirando encontros, seja nas versões: coado, expresso, pingado, carioca ou americano. Originário da Etiópia (África), o café é cultivado no Brasil desde 1727. O país é o maior produtor e exportador mundial do grão. A bebida, que está entre as mais consumidas do planeta, sustentou a economia brasileira durante o Império e a República Velha. Os estados do Sudeste e o Norte do Paraná – maiores produtores nacionais – concentram os principais roteiros turísticos dedicados ao passado e presente do café. A Agência de Notícias do Turismo apresenta alguns roteiros para os amantes da bebida.

As marcas especiais de café, com Indicação Geográfica de Procedência (IGP), são tão disputadas pelos apreciadores da bebida quanto os renomados rótulos de vinho. O turismo rural proporciona aos apaixonados pelo café, roteiros que tornam a experiência do turista completa: da produção com passeio pelo cafezal, até aulas sobre o que fazer para obter diferentes sabores, aromas e acidez.

O roteiro mais antigo vai da Baixada Fluminense ao Vale do Paraíba, que atravessa o Rio de Janeiro e São Paulo. Casarões e sobrados remontam aos tempos dos barões do café. São fazendas que aproveitam as belezas naturais e o potencial arquitetônico para ensinar história e oferecer opções de lazer e cultural. Vassouras (RJ), conhecida como a “cidade dos barões”, é uma das principais atrações do Vale do Café, Serra da Bocaina e Mantiqueira, uma rota de natureza, cultura, história, arte, gastronomia e aventura.

A expansão do café para o Oeste Paulista coincide com a ampliação das estradas de ferro e a consolidação do Porto de Santos como principal local de escoamento da produção. Passeios de trem como a rota Capinas-Jaguariúna, percorrem destinos históricos que se fortaleceram com a cultura do café e os caminhos de ferro. Muitas estações ficavam nas fazendas cafeeiras. Já em Santos (SP), o Museu do Café, que abriga a antiga Sala do Pregão da Bolsa do Café é visita obrigatória para quem conhece o Centro Histórico da cidade.

Em São Paulo, a economia cafeeira impulsionou o desenvolvimento e transformou a capital paulista em metrópole global. A atividade atraiu quatro milhões de imigrantes. Essa riqueza se reflete nas grandes construções urbanas, teatros, estações e edifícios. O roteiro urbano que permite compreender as transformações sociais e econômicas provocadas em São Paulo pelo “ouro negro” percorre 12 atrativos históricos e culturais da capital.

No norte do Paraná, Londrina é o centro de um roteiro turístico com aroma e sabor de café que reúne 30 atrações em nove cidades. Os turistas conhecem fazendas históricas e em plena atividade. Pousadas, cafeterias, restaurantes e agroindústrias inserem o visitante no contexto da cafeicultura com degustação e visitas guiadas onde é possível conhecer todo o processo, desde a plantação, passando pela colheita e o processamento dos grãos, até os supermercados e lojas especializadas. Os museus da região, em sua maioria, resgatam, valorizam e preservam a história da produção da bebida no Paraná.

No Ceará, a Rota do Café Verde é um passeio para saborear a história e sentir os aromas dos caminhos montanhosos de quatro cidades do maciço do Baturité: Guaramiranga, Baturité, Mulungu e Pacoti. A partir da Estação de Trens de Baturité, que abriga um museu histórico, o turista percorre fazendas com casarões históricos e trilhas em meio a paisagem exuberante da região serrana cearense. Os atrativos são intercalados por plantações de café de sombra e visitas aos processos de moagem e torrefação dos grãos de café sombreado por ingazeiras. Nas pausas providenciais nas cafeterias, os turistas degustam as marcas locais e outras bebidas à base de café, harmonizadas com os doces e demais sabores da cozinha regional.

Carmo de Minas e São Lourenço são cidades mineiras da Rota do Café Especial. O sul do estado é repleto de cafezais e o visual da região garante uma experiência inesquecível ao turista. Além de caminhada pelos cafezais, o tour passa por mirantes e pontos de contemplação da paisagem. Os visitantes recebem explicações sobre toda a cadeia de produção e caraterísticas da bebida como acidez, doçura, amargor e corpo. O pão de queijo caseiro é companhia inseparável do cafezinho mineiro.

CAFÉ COM CACHAÇA – Também em Minas, o café e a cachaça são os destaques de um roteiro, onde os turistas podem conhecer o processo artesanal de produção dessas bebidas, enquanto se deliciam com a típica comida mineira. Para acompanhar, apresentações culturais, rodas de viola caipira e peças de artesanato em palha de café.

Destaque para o café de montanha, produzido na região, em altitudes superiores a 1.000 metros, que revelam características de aroma e sabor próprios premiados, inclusive, internacionalmente. Nesse roteiro, o turista vivencia talentos típicos do Brasil rural, nas serras de Minas Gerais, nos municípios de Acaiaca, Araponga, Canaã, Guaraciaba e Viçosa. O roteiro inclui o Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, rico em biodiversidade.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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destinos

Geoparque que leva o nome da Chapada do Araripe reúne atrativos naturais e culturais que dinamizam o turismo em seis municípios da região do Cariri cearense

Por Geraldo Gurgel

Crédito: Geopark

Diferentemente dos Parques Nacionais, os Geoparques são territórios que podem ser habitados e a conservação, valorização e educação, tanto do patrimônio geológico como dos atrativos naturais e culturais, encontram-se a serviço do desenvolvimento sustentável. O turismo é um dos vetores de inclusão social e participação das comunidades nos benefícios econômicos gerados pelos geossítios. Tratam-se de áreas com grande biodiversidade e relevância histórica, cultural, geológica e paleontológica, que despertam o interesse científico e a visitação turística.

Alguns atrativos turísticos proporcionam memórias inesquecíveis ao viajante, mesmo não estando incluídos nas listas dos roteiros mais recomendados. É o caso do Geoparque Araripe, localizado na Chapada do Araripe, região do Cariri (CE), o primeiro da América Latina. No local, o turista conta com 9 sítios geológicos e paleontológicos com registros de milhões de anos, em 6 municípios do sul do Ceará:  Batateiras (Crato), Pedra Cariri e Ponte de Pedra (Nova Olinda), Parque dos Pterossauros e Pontal de Santa Cruz (Santana do Cariri), Cachoeira de Missão Velha e Floresta Petrificada (Missão Velha), Riacho do Meio (Barbalha), e Colina do Horto (Juazeiro do Norte).

Com 3.441 km², e instalado na confluência dos sertões do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Piauí, o Geoparque Araripe é o único representante brasileiro que integra a lista do Programa Internacional de Geociência e Geoparques (IGGP, sigla em inglês) da Unesco. O local preserva vestígios da presença humana há 30 mil anos. Museus como o de paleontologia de Santana do Cariri ajudam o visitante a entender a região antes e após a presença humana na terra.

Além da beleza singular, a Chapada do Araripe (lugar onde nasce o dia na língua dos cariris) e o Vale do Cariri formam uma das regiões de maior originalidade cultural do Brasil, com destaque para o folclore, a religiosidade, o artesanato e a gastronomia. Essas manifestações foram fortemente influenciadas pelo cangaço, banditismo rural, geralmente romantizado, da primeira metade do século passado e ainda presente na memória popular.

A figura política e religiosa do Padre Cícero, que protagonizou o “milagre da hóstia”, e as romarias de Juazeiro do Norte fazem do Cariri um dos principais destinos de turismo religioso do Brasil. O turismo ecológico é explorado em trilhas como Pontal da Cruz, Picoto, Belmonte, Serrano e Santo Sepulcro, além dos mirantes, nascentes, rios, cachoeiras e a exuberante fauna e flora dos parques municipais, estaduais e da Floresta Nacional do Araripe.

Conhecer e apreciar esse patrimônio diversificado e alternativo exigem espírito aventureiro e disposição para viajar de voltar ao tempo em que a América do Sul e a África formavam um só continente. Passado e presente caminham juntos, por exemplo, na Colina do Horto. O monumento geológico de 650 milhões de anos, na zona urbana de Juazeiro do Norte, reúne vários atrativos como a estátua do Padre Cícero, o Museu Vivo do Padre Cícero e a trilha do Santo Sepulcro, local onde o Padre Cícero pregava os princípios ecológicos de proteção da Caatinga.

A Colina do Horto é o atrativo mais visitado do Cariri, um formigueiro humano de cerca de 2,5 milhões de visitantes por ano. Uma caminhada de penitência, natureza e aventura que oferece visão panorâmica do Vale do Cariri e da Chapada do Araripe.

Natureza

SERIDÓ (RN) – Com objetivos semelhantes, mas caraterísticas diferentes do Araripe, o Rio Grande do Norte pleiteia para o sertão Potiguar, o Geoparque Seridó com abrangência em seis municípios. Os 16 sítios geológicos já catalogados reúnem monumentos naturais, atrativos culturais, arqueológicos, galerias subterrâneas de mineração de tungstênio, além de turismo religioso, artesanato, gastronomia regional e cultura popular.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Complexo da Rampa e ampliação do Centro de Convenções prometem alavancar o turismo cultural e de eventos no Rio Grande do Norte

A ampliação do Centro de Convenções de Natal (RN) e a restauração do antigo prédio da Rampa, que inclui a construção de novos equipamentos na área do complexo cultural, devem ser entregues até o fim do ano.

As obras são consideradas pelo Ministério do Turismo como as maiores no estado. A expectativa é atrair grandes eventos para o estado fora de temporada.

As obras de ampliação do Centro de Convenções de Natal contam com repasse da ordem de R$ 30 milhões da pasta. O local passará da área atual de 14.255,39 m² para 23.639,32 m², duplicando sua capacidade para cerca de 12 mil pessoas.

O Centro de Convenções contará com um novo pavilhão de feiras de 7,9 mil m² e mais três auditórios para 650 pessoas cada um no pavimento inferior. Apesar de ser um destino consolidado de sol e mar, o Rio Grande do Norte ainda dependia de um equipamento de grande porte para atrair megaeventos e garantir turistas o ano inteiro na capital potiguar.

Complexo da Rampa

Já nas obras do Complexo da Rampa, reiniciadas há três meses, além da restauração da antiga estação de passageiros da base de hidroaviões do rio Potengi, serão construídos um novo píer e o Memorial do Aviador.

A ideia é atrair visitantes locais e turistas, inclusive estrangeiros, para o local que está intimamente ligado aos primórdios da aviação e a Segunda Guerra Mundial, quando Natal sediou a maior base aérea americana fora dos Estados Unidos.

“Entendemos que são equipamentos que elevarão o turismo, a economia e, no caso da Rampa, vão colaborar para melhoria social da área”, disse o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar, parceiro do Ministério do Turismo nas duas obras.

Os recursos da ordem de R$ 8 milhões são repassados pelo Ministério do Turismo e as obras executadas pela secretaria estadual de infraestrutura.

A Rampa para hidroaviões no rio Potengi foi ponto obrigatório para aviadores que atravessavam o Atlântico Sul, entre 1920 e 1945. A posição estratégica de Natal, na esquina do continente, voltado para a África e Europa, também serviu como referência durante a Segunda Guerra Mundial, sendo o ponto de escala de aviões e hidroaviões mais movimentado do mundo até o fim da guerra.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

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São Paulo, Rio de Janeiro e Recife devem receber voos vindos de Orlando, Dallas e Nova York, somando mais de 25 novas frequências



Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

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acessibilidade

Programa Turismo Acessível foi discutido durante o 1º Congresso Internacional “Inclusion” em Porto de Galinhas (PE)

 

Por Geraldo Gurgel

A praia de Porto de Galinhas, município de Ipojuca (PE), é um exemplo de inclusão de pessoas com deficiência através do turismo. Os cadeirantes moradores ou visitantes encontram na ONG Rodas da Liberdade apoio para banho assistido em cadeiras anfíbias, rampa de acesso e esteira para deslocamento dos banhistas com deficiência ou mobilidade reduzida na areia da praia. Nos dias 19 e 20 de maio, autoridades, gestores públicos e militantes dos direitos das pessoas com deficiência se reuniram no balneário para participarem do 1º Congresso Internacional “Inclusion”.

O evento teve como objetivo disseminar conhecimentos, identificar e expor produtos e serviços para as demandas das pessoas com deficiência. Os participantes também discutiram temas como empregabilidade, empreendedorismo, tecnologias assistivas, reabilitação e inclusão social do segmento.

O Ministério do Turismo esteve presente ao congresso com estande e também com a participação da Coordenadora Geral de Turismo Responsável da Pasta, Isabel Barnasque, que fez palestra sobre o Programa Turismo Acessível. O MTur executa e articula com parceiros, gestores públicos e grupos organizados, ações e debates que visem à acessibilidade nos atrativos e prestadores de serviços.

Um exemplo é a cartilha “Dicas para atender bem turistas com deficiência”, destinada aos prestadores de serviços turísticos e gestores, com informações gerais e dicas práticas sobre como atender bem este importante público consumidor, afim de tornar o turismo uma experiência agradável e segura para todos.

Isabel Barnasque destacou que o Ministério do Turismo trabalha a acessibilidade com o objetivo de promover a inclusão social e o acesso deste público à atividade turística, de modo a permitir o alcance e a utilização de serviços, edificações e equipamentos turísticos com segurança e autonomia.

A principal ferramenta deste programa é o Guia Turismo Acessível, portal colaborativo onde é possível cadastrar-se para avaliar e consultar a acessibilidade de pontos turísticos, hotéis, restaurantes, parques e atrações diversas, bem como, incluir novos empreendimentos para que sejam avaliados. As avaliações também podem ser realizadas pelo aplicativo para smartphones “Turismo acessível”.

A Organização Mundial do Turismo (OMT) estima que 1,2 bilhão de pessoas viajam anualmente a turismo. A acessibilidade é fundamental para se cumprir a premissa de que o turismo é para todos. A Lei Geral do Turismo traz como um dos objetivos da Política Nacional de Turismo “democratizar e propiciar o acesso ao turismo no País a todos os segmentos populacionais, contribuindo para a elevação do bem-estar geral”. Um dos intuitos do Plano Nacional de Turismo é promover a incorporação de segmentos especiais de demanda ao mercado interno, em especial os idosos, os jovens e as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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institucional

Durante encontro realizado em Buenos Aires, Argentina, grupo também discutiu propostas de desoneração de equipamentos para parques temáticos

 

 Por Lívia Nascimento

O secretário-executivo do Ministério do Turismo, Alberto Alves, representou o Brasil na última sexta-feira (19) durante a XVIII Reunião de Ministros do Turismo do Mercosul realizada em Buenos Aires, Argentina. Na pauta do encontro, debates sobre a oficina de promoção Turística do Mercosul no Japão, a promoção turística conjunta em mercados distantes, o projeto de harmonização de estatísticas turísticas, cruzeiros, circuitos turísticos integrados e parques temáticos.

“Foi uma reunião extremamente produtiva pois permitiu que avançássemos na discussão de temas importantes para o fortalecimento de toda a região do Mercosul, como a redução da alíquota do imposto de importação para os equipamentos destinados aos parques temáticos”, destacou o secretário Alberto Alves. Ainda em relação ao setor de parques, a comitiva brasileira tratou sobre a definição dos equipamentos como bens de capital.

Outra pauta discutida foi o roteiro jesuítico que integra Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. O itinerário começa em Assunção, capital do Paraguai, passando por pontos como a sede real do governo, museus, igrejas e demais pontos de trabalho de artesão locais. Chegando na Argentina, por meio da cidade de Posadas, o roteiro inclui visita nas ruínas das missões mais importantes no país, incluindo San Ignacio Mini, fundada pelo padre jesuíta San Roque González de Santa Cruz, no início do século XVII. No Brasil, o itinerário abrange as Cataratas do Iguaçu e o município de Missões. A ideia é que a rota receba a benção do Papa Francisco para que seja declarado como de “interesse mundial para o turismo religioso”.

O roteiro é baseado no percurso feito pelos padres jesuítas na América do Sul. Todo o trajeto poderá ser percorrido em aproximadamente um mês pelos turistas. Para promover e estruturar todo o roteiro, os países vão entrar com um projeto no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para captar um financiamento de US$ 100 milhões.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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