A grande maioria conhece esta hortaliça de raiz, o crocante e levemente picante “Raphanus sativus”, como rabanete vermelho ou branco. Inusitado é topar com a variedade escura, o rabanete negro. Ou “radis noir”, como dizem na França, onde é bem mais explorado.

Não só pelo baixo teor calórico e alto de fibras e vitamina C: além de maior, mais forte e mais estaladiço que seus irmãos, ele agrega um atraente contraste na decoração dos pratos, geralmente saladas, sopas e lanches. É amplamente cultivado na Rússia, Turquia, Bélgica e Austrália.

Acompanha muito bem carnes, e também pode ser servido amassado, um petisco misturado com manteiga e sal. A arqueologia conta que o rabanete negro já era familiar aos gregos, romanos e egípcios. Aparece em hieróglifos do Templo do Karnak, e parece que fazia parte do menu dos operários de Quéops. Entre os orientais, no entanto, é mais consumido na forma de suco pelas suas propriedades terapêuticas: auxiliar a digestão, a função hepática e tratar afecções respiratórias.

Quando você achar por aí, fica a dica: misture com creme de leite fresco, sal, um pouquinho de pimenta-do-reino, e sirva como entrada crua. Bastante saboroso.

Texto: Spartaco Rodrigues

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/e-preto-no-branco/

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Aprenda a fazer uma prática e saborosa receita de Fusili com toscana picante, para harmonizar com nossa Seleção Mensal, Humberto Barberis Malbec Edición Limitada 2016.

Rendimento: 3-4 pessoas
Grau de dificuldade: médio

Ingredientes:

  • 160g de linguiça toscana sem pele e picada;
  • 50ml de vinho tinto seco;
  • Azeite extra virgem;
  • 200g de tomate sem pele;
  • 3 dentes de alho picados;
  • 2 pimentas dedo de moça picada;
  • 100r de cebola picada;
  • Alecrim fresco à gosto picado;
  • Radiccio fatiado à gosto;
  • 100gr de parmesão ralado
  • Sal e pimenta do reino

Preparo:

  • Em uma frigideira aqueça o azeite e doure a carne
  • Acrescente o alho, a pimenta e a cebola até dourar;
  • Coloque o alecrim e refogue;
  • Coloque o vinho tinto e deixe até secar, mexendo sempre;
  • Adicione o tomate e deixe cozinhar por 5 minutos;
  • Corrija os temperos e reserve;
  • Cozinhe a massa em água fervente e salgada até fica “al dente”;
  • Escorra e coloque na frigideira com o molho;
  • Acrescente o radicchio
  • Cozinhe e mexa por 2 minutos;
  • Acrescente o parmesão e mexa para incorporar ao molho;
  • Retire e distribua em pratos;
  • Coloque mais radicchio por cima e um fio de azeite;
  • Sirva em seguida

Clique aqui para comprar o vinho.

Receita: Chef João Belezia
Fotos: Flávia Vassel

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/fusili-com-toscana-picante-humberto-barberis-malbec-edicion-limitada-2016/

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

De um lado, gente que busca modos alternativos de vida, acredita em compartilhamento, no mérito da comunidade e da sustentabilidade; de outro, um negócio que já movimenta bilhões de dólares, e aos poucos se insinua nas iniciativas brasileiras. É a economia colaborativa, ou coworking.

Uma bela solução em tempos de retração, principalmente para pequenos empreendedores, que podem iniciar algo gastando menos, reduzindo desperdícios e impostos, fazendo contatos e dividindo espaços, seja por meio de plataformas digitais ou ambientes físicos.

Há diversos modelos de cozinha cooperada. Um deles é o aluguel diário de cozinhas completas para chefs e cozinheiros amadores: o recinto recebe um fixo pela locação, faz a divulgação conjunta dos pratos, fornece as mesas, utensílios, e o empreendedor fica com os lucros do que vendeu, deduzindo-se o salário de possíveis funcionários e gastos com ingredientes.

Caso da “Cool Lab Store”, idealizada pela designer Caroline Makimoto. Proposta um tanto diferente, na linha do “antirrestaurante” e a favor da cozinha-caseira-efetiva. É aquela em que os clientes sentam todos em uma única longa mesa, o menu é orgânico, não há garçons nem contas. No final, cada um lava a sua louça e o custo da refeição fica em um quadro, pedindo que o freguês colabore com o valor que achar justo.

Aproveitando a alta do personal chef, e dos interessados em experiências gastronômicas sem sair de casa, a ferramenta on-line “Chefex” intermedia o trabalho do profissional das panelas com o cliente, destacando seu perfil e seus pratos.

Na “Sweetshop” de Higienópolis, São Paulo; confeiteiros autônomos pagam pelo uso da vitrine para comercializar seus doces prontos. Que passam previamente pela curadoria dos sócios do estabelecimento. Isso mostra que é possível divulgar o trabalho além das fronteiras das mídias sociais.

É a competitividade dando lugar ao espírito coletivo. A uma sociedade mais consciente e menos narcisista, sem abrir mão dos conceitos de sucesso, felicidade e prazer à mesa.

Texto: Spartaco Rodrigues

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/preparar-e-comer-fora-fora-da-caixa/

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Entre os ritmos típicos do período, capital maranhense vai apresentar diversas manifestações populares da sua cultura para visitantes

A cidade de São Luís, no Maranhão, espera receber 200 mil pessoas durante as festas juninas. Entre os ritmos típicos do período junino, a capital maranhense vai apresentar diversas manifestações populares da sua cultura para os visitantes. Em 2016, a movimentação econômica durante o período chegou a R$ 53 milhões.

Durante as festas, os turistas poderão conferir apresentações de bumba meu boi, tambor de crioula, cacuriá, dança do coco, bambaê de caixa, dança do lelê, dança portuguesa, do boiadeiro e as quadrilhas.

O bumba meu boi domina: são mais de 500 grupos em atuação na cidade com indumentárias, instrumentos e ritmos característicos. Em maio, começam os ensaios dos “bois”, manifestação tombada como Patrimônio Imaterial Brasileiro, e as apresentações que se estendem até o mês de julho nos diversos arraiais da ilha. O ponto alto é o batismo do boi, que ocorre na passagem do dia 23 para 24 de junho, dia de São João.

A confecção de instrumentos e indumentárias – repletos de penas de ema, fitas, bordados com miçangas, paetês e vidrilhos – é ofício que se aprende como alternativa de vida. 

Atualmente, 60 alunos são iniciados na confecção e no tocar do tambor de crioula, pandeirão, matraca, zabumba, caixas, entre outros instrumentos da cultura popular do Maranhão. “O objetivo é que eles saiam daqui em condições de se sustentar por meio da música, além de ajudarem a manter a tradição do bumba meu boi”, afirma mestre Madeira.

Passeio histórico

Os turistas podem aproveitar o período junino para conhecer a cidade, cujo centro histórico é Patrimônio Cultural da Humanidade. Em um passeio a pé é possível admirar os casarões ornados de azulejos portugueses, as igrejas, os palácios e ter contato com a cultura maranhense nos bares, alguns redutos do reggae e restaurantes ali localizados. Vale também uma visita aos barracões de Bumba meu Boi e um passeio pela orla.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

EVENTOS

Em sua 21ª edição, evento reforça importância para o turismo local e garante taxa de ocupação de 90% nos hotéis do centro da cidade. Ministério do Turismo produziu guia com dicas para atender bem o turista LGBT

 Por Nayara Oliveira

21ª Parada do Orgulho LGBT. Crédito: Heloisa Ballarini/SecomSP

 

A capital paulista foi palco de um evento que já se tornou tradição em impulsionar o turismo na cidade. A 21ª Parada do Orgulho LGBT reuniu, de acordo com os organizadores, três milhões de pessoas neste domingo (18) e garantiu uma taxa de ocupação na rede hoteleira de 90% nos hotéis localizado na Avenida Paulista e no centro da cidade, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP). A estimativa é que essa ocupação tenha movimentado R$ 2,4 milhões por dia.

O evento, que já é um dos mais importantes do calendário da cidade, também movimenta outros setores. Pesquisa realizada pelo Observatório do Turismo mostrou que o gasto médio do turista cresceu 20% entre 2012 e 2016, passando de R$ 1.272,00 para R$ 1.502,91. O valor levou em conta despesas com hospedagem, alimentação, transporte e lazer.

“Os números referentes à Parada do Orgulho LGBT em São Paulo só comprovam que grandes eventos são fundamentais na atração de um número cada vez maior de turistas para nossos destinos, movimentando, assim, a economia. E pensando em atender cada vez melhor os diversos perfis de viajantes, o Ministério do Turismo lançou, no final de 2016, a cartilha Dicas para atender bem o turista LGBT”, comentou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Os turistas LGBT representam 10% dos viajantes no mundo e movimentam 15% do faturamento do setor. A cartilha, disponível nos formatos impresso e online, traz informações sobre legalidade, conceitos básicos e dicas de como atender bem. Entre os conceitos tratados no guia estão a diferença entre identidade de gênero, sexo biológico e orientação sexual.

Em março, a cartilha foi anunciada como uma das vencedoras do Oscar Gay 2017, concedido pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). A Pasta também foi uma das vencedoras do Prêmio Direitos Humanos LGBT, que será entregue pela entidade ao Órgão durante a Semana da Diversidade, em setembro.

PARADA 2017 – Este ano, o tema da Parada foi o estado laico. O evento, realizado pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo, contou com 19 trios elétricos, shows de Daniela Mercury, Anitta e Naiara Azevedo, além de intervenções culturais promovidas pelo diretor artístico Heitor Werneck no início e durante a manifestação.

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

FESTEJOS JUNINOS

Cerca de 200 mil pessoas invadem os arraiais da cidade. Em 2016, a movimentação econômica durante os festejos chegou a R$ 53 milhões

 

 
Crédito: Embratur

São João é apenas um dos santos festejados na capital do Maranhão em junho. Durante os festejos juntam-se a ele Santo Antônio, São Pedro e São Marçal em uma das comemorações mais singulares da cultura brasileira. As manifestações populares ditam as regras com apresentações de bumba meu boi, tambor de crioula, cacuriá, dança do coco, bambaê de caixa, dança do lelê, dança portuguesa, dança do boiadeiro e as quadrilhas.

No entanto, entre os ritmos típicos do período junino, o bumba meu boi reina absoluto. São mais de 500 grupos em atuação na cidade com seus “sotaques”, indumentárias, instrumentos e ritmos característicos. Em maio, começam os ensaios dos “bois”, manifestação tombada como Patrimônio Imaterial Brasileiro, e as apresentações que se estendem até o mês de julho nos diversos arraiais da ilha. O ponto alto é o batismo do boi, que ocorre na passagem do dia 23 para 24 de junho, dia de São João.

No barracão do Boi da Floresta, fundado em 1972, a presidente Nadir Cruz tem muita história para contar. Sua trajetória de vida é bem parecida com a de muitos integrantes do grupo, jovens e adultos, para quem o bumba meu boi representa muito mais que uma agremiação festiva. Ali se constroem futuros melhores, com oportunidades de geração de renda, auferida com as apresentações, dentro e fora do Maranhão, e vendas de produtos.

A confecção de instrumentos e indumentárias – repletos de penas de ema, fitas, bordados com miçangas, paetês e vidrilhos – é ofício que se aprende como alternativa de vida.  “Já perdemos muitos jovens para o tráfico, por isso a importância do nosso projeto de atendimento a crianças e adolescentes que aqui aprendem também idiomas (inglês, espanhol e libras) e informática, além de produção de vestuário e acessórios para o boi”, conta Nadir.

Os bordados dos “couros” dos bois são uma atração à parte. É com eles que Marlene e Vitória, brincantes do Bumba Meu Boi da Maioba, conseguem, miçanga a miçanga, uma renda extra no fim do mês. Trabalho tem para o ano inteiro nesta agremiação que comemora 120 anos e chega a reunir 10 mil pessoas em suas apresentações. O jardineiro José Carlos Vieira também se beneficia dos festejos dando vida ao boi. Ele é o chamado “miolo”, aquele que fica dentro do “boi”, rodopiando sem parar.  Há 10 anos desempenha esse papel, aprendido com o pai. Além da verba pública, amealhada nos períodos juninos, a agremiação se sustenta com a venda de cd´s, camisetas e outros produtos com a marca Maioba”.


Mestre Madeira da  Oficina de Percussão. Crédito: Walquiria Henriques

Se os trajes dos bois enchem os olhos, os sons dos instrumentos encantam os ouvidos. É essa riqueza que o músico, bailarino e professor maranhense Ivan Madeira, do Grupo Cia de Cultura Popular Catarina Mina, transmite nas oficinas do projeto social que reúne crianças de 7 a 14 anos. Atualmente, 60 alunos são iniciados na confecção e no tocar do tambor de crioula, pandeirão, matraca, zabumba, caixas, entre outros instrumentos da cultura popular do Maranhão. “O objetivo é que eles saiam daqui em condições de se auto sustentarem por meio da música, além de ajudarem a manter a tradição do bumba meu boi”, afirma mestre Madeira, amante das artes e dos sotaques do boi.

O QUE FAZER EM SÃO LUÍS – Uma boa pedida é aproveitar o período junino para conhecer a cidade, cujo centro histórico é Patrimônio Cultural da Humanidade. Em um passeio a pé é possível admirar os casarões ornados de azulejos portugueses, igrejas, palácios e ter contato com a cultura maranhense nos bares, alguns redutos do reggae e restaurantes ali localizados. Vale também uma visita aos barracões de Bumba meu Boi, um passeio pela orla para curtir uma praia. Com tempo dá para dar uma esticada aos municípios de Raposa, colônia de pescadores que oferece passeios de barcos pelos manguezais, e São José de Ribamar, com suas praias e forte tradição religiosa.

GASTRONOMIA – O São João de São Luís é cheio de sabores principalmente com frutos do mar. São receitas comuns na mesa do maranhense e que encantam os turistas que visitam a cidade nesse período. Destacam-se o arroz de cuxá, torta de camarão, peixe frito, patinha de caranguejo, vatapá, bolo de tapioca, bolo de macaxeira, mingau de milho, milho cozido, milho assado na brasa, suco de bacuri, suco de cupuaçu, suco de murici, juçara com farinha d’água, entre outros.

SÃO LUÍS – São Luís é um dos cinco destinos selecionados para receber ações de promoção e divulgação do Ministério do Turismo. Por meio de edital de chamada pública, a pasta trabalha na transformação dos festejos juninos em um produto turístico com a cara do Brasil. Além do município maranhense, foram contempladas no edital Corumbá (MS), Campina Grande (PB), Bragança (PA) e Belo Horizonte (MG).

 

 

 

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Feira de vinhos e produtos regionais vai reunir mais de 450 expositores e representantes da agricultura, indústria, comércio e serviços

Durante 11 dias, mais de 450 expositores da agricultura, indústria, comércio e prestadores de serviços, inclusive turísticos, se reunirão na 27ª edição da feira de Bento Gonçalves, a ExpoBento. Neste ano, o volume de negócios do evento está estimado em 40 milhões.

Desde 1990, o evento é referência para diversas feiras de negócios pelo Brasil e atrai visitantes de outras regiões, além de todo o Rio Grande do Sul. O Parque de Eventos de 58 mil m² de área coberta deverá receber até 200 mil pessoas durante os dias 8 a 18 de julho.

Enocultura

Conhecida como Capital Brasileira do Vinho, não poderia faltar espaço para que as vinícolas mais tradicionais da Região Uva e Vinho ofereçam aos visitantes possibilidades de degustação e compra.

“O enoturismo progride a passos largos e tem sido um alvo de buscas de turistas nacionais e internacionais. E o Ministério do Turismo tem trabalhado para fomentar esse segmento, como a oferta da nova linha de crédito do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) que poderá ajudar quem deseja melhorar seu empreendimento”, explicou o diretor do Departamento de Ordenamento do Turismo do ministério, Rogério Cóser.

Os visitantes vão degustar receitas típicas da região regadas ao vinho produzidos nas vinícolas do estado, como as cucas, pães, queijos, embutidos e outros produtos das colônias italianas e alemães.

Também haverá mostras de vestuários, calçados, acessórios e automóveis.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Cidades brasileiras colonizadas por japoneses mantêm tradições nipônicas e são consideradas destinos turísticos

Há 109 anos, imigrantes japoneses chegavam ao Brasil para trabalhar em lavouras de café no Estado de São Paulo. Desde então, as cidades que mais receberam orientais mantêm até hoje as tradições nipônicas. 

O número estimado de cidadãos brasileiros com ascendência japonesa é de 1,5 milhão, de acordo com o Consulado Geral do Japão em São Paulo. A maior concentração de japoneses está no sul e sudeste, mas isso não quer dizer que os nikkeis – como são conhecidas as pessoas com origem japonesa – residam apenas nessas regiões. Eles também estão no Centro-Oeste e Norte do País.

Em São Paulo estão cerca de 400 mil japoneses. O maior reduto da colônia nipônica fora do Japão é o Bairro Liberdade, onde as fachadas são escritas com ideogramas japoneses e a arquitetura é tradicionalmente oriental.

O bairro é conhecido por receber turistas de todo o mundo, apaixonados pela cultura e tradição orientais. A Feira da Liberdade, na capital paulista, reúne aos finais de semana elementos típicos da cultura do Japão, com destaque especial para a gastronomia.

Cultura oriental na região Sul

No Paraná, a cidade de Assaí possui a maior concentração de nipo-brasileiros do estado. Desde o final da década de 30, com a colonização dos japoneses, as tradições orientais são passadas de pai para filho.

A população, miscigenada entre brasileiros e japoneses, realiza os eventos da cidade, como O Bon Odori e o Tanabata, perpetuando a cultura oriental existente no dia a dia da cidade. O sistema de produção de frutas e o espaço agrícola da cidade também são realizados com técnicas japonesas.

Para quem procura pelas tradições nipônicas mais ao sul do Brasil, o destino é o município de Ivoti, no Rio Grande do Sul. Em 1996, os dirigentes da cidade destinaram terras para serem ocupadas por 26 famílias de imigrantes, formando a colônia japonesa produtora de uvas, kiwi, hortaliças e flores.

A colônia cresceu e hoje é responsável por realizar festas culturais, como Feira da Colônia Japonesa, a gincana esportiva Undo Kai e o evento Enguei Kai. O turista que visita Ivoti tem a oportunidade de conhecer o Memorial da Colônia Japonesa, com relíquias e artefatos que contam a história e conquistas japonesas no estado.

Cultivo

No outro extremo do País, na Região Norte está a cidade com a terceira maior colônia japonesa do Brasil. Os primeiros imigrantes chegaram a Tomé-Açu, no Pará, em 1926, quando um grupo de cientistas japoneses foram ao estado para localizar áreas nas quais pudessem ser instaladas colônias agrícolas e, a partir delas, dinamizar a economia com práticas modernas de cultivo.

Em 1929, a Companhia Nipônica de Plantação do Brasil comprou terras paraenses e 189 japoneses iniciaram uma nova jornada naquela região. A cidade foi presenteada com o trabalho dos imigrantes e ganhou o título de maior produtora brasileira de pimenta-do-reino.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Institucional

Turismo receberá analistas de TI para trabalharem nas plataformas digitais, facilitando o uso das ferramentas para funcionários e cidadãos

 Por Nayara Oliveira

Esplanada dos Ministérios.

Os Ministérios do Turismo e Planejamento estão em parceria para fortalecer e modernizar os sistemas de informações digitais do MTur. Para isso, representantes das Pastas assinaram nesta sexta-feira (16) um acordo de repactuação de uma parceria iniciada em 2016. O Plano de disponibiliza, no MTur e Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), analistas em tecnologia da informação cedidos pelo Ministério do Planejamento. O objetivo da iniciativa é modernizar as ferramentas digitais, trazendo benefícios para funcionários e cidadãos que utilizam os serviços do MTur.

Entre as mudanças previstas estão a modernização de plataformas como o  cadastro de prestadores de serviços do Ministério do Turismo (Cadastur) e o Mapa do Turismo,  ferramenta que auxilia na definição da estratégia de atuação do Ministério do Turismo. A proposta prevê, também, a atualização do Sistema de Gestão e Monitoramento de Qualificações Turísticas, que fornecerá informações mais concentradas sobre áreas que realizarem qualificações no setor.

Estiveram reunidos no encontro, o secretário executivo do MTur, Alberto Alves, a coordenadora substituta de TI, Sâmia Firmino, e membros do Ministério do Planejamento, como o secretário-adjunto da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC), Angelino Caputo, e a diretora do Departamento de Relacionamento e Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação, Ana Carolina Romão.

Para Alberto Alves, a parceria possibilitará que o Ministério do Turismo se equipare com as estratégias de governança digital do governo federal. “Além de estarmos em conformidade com as políticas digitais do governo, teremos mais funcionários em nossa equipe, que trabalharão para favorecer e facilitar a pesquisa e cadastros dos cidadãos junto ao órgão”, explicou. 

Segundo os técnicos do Ministério, a migração de sistemas para uma nuvem e o alinhamento do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC) à Estratégia de Governança Digital serão alguns dos benefícios da parceria.

O Plano de Trabalho vai até 31 de dezembro de 2017. A SETIC ficará responsável por realizar uma avaliação anual em relação ao cumprimento das metas. O próximo encontro entre os representantes será em agosto.

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Destinos

Cidades brasileiras colonizadas por japoneses mantêm tradições nipônicas e são consideradas destinos turísticos

 

Por Nayara Oliveira

Cultivo de frutas em Ivoti (RS). Crédito: Prefeitura de Ivoti

O turista não precisa ir ao outro lado do mundo para conhecer um pouco da cultura japonesa. No Brasil, cidades colonizadas pelos orientais mantêm até hoje as tradições nipônicas. Foi em 18 de junho de 1908 – há exatos 109 anos – que o Brasil começou a receber imigrantes japoneses para trabalharem nas lavouras de café, em São Paulo.

A maior concentração de japoneses está no sul e sudeste, mas isso não quer dizer que os nikkeis – como são conhecidas as pessoas com origem japonesa – residam apenas nessas regiões. O número estimado de cidadãos brasileiros com ascendência japonesa é de 1,5 milhão, de acordo com o Consulado Geral do Japão em São Paulo. Eles também estão no Centro-Oeste e Norte no país.  

No Paraná, a cidade de Assaí possui a maior concentração de nipo-brasileiros do estado. Desde o final da década de 30, com a colonização dos japoneses, as tradições orientais são passadas de pai para filho. A população, miscigenada entre brasileiros e japoneses, realiza os eventos da cidade, como O Bon Odori e o Tanabata, perpetuando a cultura oriental existente no dia a dia da população. O sistema de produção de frutas e o espaço agrícola da cidade também são realizados com técnicas japonesas.

Em São Paulo estão cerca de 400 mil japoneses. O maior reduto da colônia nipônica fora do Japão é o Bairro Liberdade, onde as fachadas são escritas com ideogramas japoneses e a arquitetura é tradicionalmente oriental. O bairro é conhecido por receber turistas de todo o mundo, apaixonados pela cultura e tradição orientais.  A Feira da Liberdade, na capital paulista, reúne aos finais de semana elementos típicos da cultura do Japão, com destaque especial para a gastronomia.

Para quem procura pelas tradições nipônicas mais ao sul do país, o destino é o município de Ivoti, no Rio Grande do Sul. Em 1996, os dirigentes da cidade destinaram terras para serem ocupadas por 26 famílias de imigrantes, formando a colônia japonesa produtora de uvas, kiwi, hortaliças e flores. A colônia cresceu e hoje é responsável por realizar festas culturais, como Feira da Colônia Japonesa, a gincana esportiva Undo Kai e o evento Enguei Kai. O turista que visita Ivoti tem a oportunidade de conhecer o Memorial da Colônia Japonesa, com relíquias e artefatos que contam a história e conquistas japonesas no estado. 

No outro extremo do país, na Região Norte está a cidade com a terceira maior colônia japonesa do Brasil. Os primeiros imigrantes chegaram a Tomé-Açu, no Pará, em 1926, quando um grupo de cientistas japoneses foram ao estado para localizar áreas nas quais pudessem ser instaladas colônias agrícolas e, a partir delas, dinamizar a economia com práticas modernas de cultivo. Em 1929, a Companhia Nipônica de Plantação do Brasil comprou terras paraenses e 189 japoneses iniciaram uma nova jornada naquela região. A cidade foi presenteada com o trabalho dos imigrantes e ganhou o título de maior produtora brasileira de pimenta-do-reino.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.