MERCADO

Boletim de Desempenho Econômico do Turismo do MTur mostra também que o setor receberá novos investimentos de abril a junho

Agência de viagens registraram aumento no faturamento. Crédito: Roberto Castro

A expectativa de reação da economia e o aumento da demanda doméstica tiveram impacto positivo no faturamento médio das empresas de turismo no primeiro trimestre deste ano. Segundo o Boletim de Desempenho Econômico do Turismo (BDET), estudo do Ministério do Turismo, o crescimento foi de 4,3%, de janeiro a março, na comparação com o mesmo período de 2016.

Os aumentos no faturamento médio foram registrados em cinco dos sete segmentos pesquisados. Variam de 21,3%, caso das operadoras de turismo, a 3,4% em parques e atrações turísticas. Entre as organizadoras de eventos, o crescimento foi 6,9%, enquanto nas agências de viagens houve alta de 5,7%, e no transporte aéreo de 5,4%. Os meios de hospedagem registraram queda de 0,4%, enquanto no turismo receptivo a baixa foi de 6,4%.

As perspectivas para o próximo trimestre são favoráveis, uma vez que 70% do setor manifestou a intenção de investir o montante de 10,3% do faturamento apurado.  No transporte aéreo, a expectativa de novos aportes nos negócios atinge 100% das empresas pesquisadas e nas operadoras de turismo 86%. As principais áreas a serem beneficiadas com os aportes de recursos são marketing e promoção de vendas, compra de novos materiais e treinamento de funcionários.

“Mais uma vez o turismo mostra que tem tudo para ajudar o Brasil a sair da crise. Acredito que o nosso setor pode se transformar numa ferramenta ainda mais eficaz de desenvolvimento se alguns ajustes propostos forem feitos”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. Em abril, o Ministério do Turismo lançou o Brasil + Turismo, um pacote de medidas para fortalecer o turismo com ações para enfrentar gargalos históricos do setor e de facilitação de viagens.

DESEMPENHO – As empresas atribuem o bom desempenho dos negócios à expectativa de reação da economia e ao aumento da demanda interna por viagens. Dados do setor aéreo, por exemplo, revelam que houve crescimento de 5,4% na demanda por voos domésticos em março, em comparação com o mesmo período do ano passado. “É importante destacar que o aumento da procura por voos acontece em meio à retomada do turismo de negócios e maior número de feriados prolongados”, destaca o boletim elaborado pela Fundação Getulio Vargas.

Como fatores inibidores da expansão dos negócios, as empresas apontam o momento econômico ainda desfavorável e os custos operacionais e financeiros. Para esta edição do Boletim de Desempenho Econômico do Turismo (BDET) foram ouvidas 782 empresas, que geram 70,1 mil postos de trabalho e tiveram faturamento de R$ 8,2 bilhões no trimestre.

 

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Cidade número um na recepção de visitantes nos EUA, Orlando é um exemplo a ser seguido quando o assunto é turismo. A cidade também celebra um acordo de irmandade com Curitiba desde 1996. Nesta quarta-feira (21/06), o vice-prefeito de Orlando, Tony Ortiz, fez uma apresentação a empresários do setor turístico de Curitiba, no Salão Nobre da Prefeitura.

A apresentação aconteceu na Orlando Week, uma semana de intercâmbio entre instituições públicas e privadas das duas cidades. Ortiz explicou aos presentes como a cooperação entre municípios vizinhos e entes públicos e privados levou ao sucesso. “Colaboração e comunicação entre todas as partes foi fundamental para termos êxito”, disse Ortiz.

Segundo Ortiz, o setor de turismo rende anualmente US$ 65 bilhões ao condado de Orlando, que envolve a cidade e municípios vizinhos. O setor corresponde a 33,7% dos empregos gerados na região com mais de 500 mil empregos diretos e indiretos. Ortiz enfatizou a importância dos turistas do Brasil em sua cidade. “Graças aos brasileiros, Orlando se tornou o destino número um dos EUA”, relatou.

A presidente do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba, Tatiana Turra, afirmou que o encontro aconteceu em um momento oportuno, uma vez que Curitiba vem recebendo um fluxo cada vez maior de turistas a lazer. “É uma oportunidade de trabalhar e diversificar essa oferta para o mercado de lazer”, explicou Tatiana. Curitiba é um destino tradicional no Brasil para o turismo de negócios e eventos, afirmou.

A promoção turística é um dos aspectos fundamentais do intercâmbio, segundo o assessor de Relações Internacionais da Prefeitura de Curitiba, Rodolpho Zannin Feijó. “Queremos fazer uma Curitiba Week em Orlando”, afirmou. Para Feijó, o intercâmbio com as cidade-irmãs é uma forma desenvolver as potencialidades em vários setores. “A política de inserção internacional de Curitiba tem o turismo e a inovação como alguns de seus pilares. ”

Um dos representantes do setor turístico da cidade, o presidente do Curitiba, Região e Litoral Convention & Visitors Bureau (CCVB), Adonai Aires de Arruda Filho, enalteceu o resgate da irmandade com as cidades. “Orlando é uma das cidades líderes nos EUA e no mundo no que se trata de turismo. ” Os assuntos discutidos no encontro podem ser aplicados de diversas formas, segundo Arruda Filho. “Curitiba tem muito a ganhar com esse aprendizado, tanto em termos de legislação quanto em termos de promoção”, concluiu.

O encontro também teve a presença presidente da Fundação de Estudos Sociais do Paraná, Carlos Eduardo Guimarães, e o vice-reitor da Universidade Cristã da Flórida, Bruno Portigliatti. As instituições promovem eventos de intercâmbio entre as cidades, o Interbusiness, há oito anos.



Fonte: Prefeitura de Curitiba

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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Institucional

Experiência em fiscalização não será determinante para participação do processo seletivo

Por André Martins

Crédito: Roberto Castro

Atenção servidores da Administração Pública Federal: o Ministério do Turismo esclarece que interessados em participar de processo seletivo da Pasta para atividades de fiscalização não precisam, necessariamente, de experiência nesta área.

Os requisitos básicos previstos no edital, aberto a qualquer segmento do funcionalismo federal – incluindo o próprio MTur -, são ter vínculo efetivo com a Administração Pública Federal, possuir curso superior e disponibilidade para viajar. Atuações anteriores no ramo e conhecimento de processos administrativos serão critérios de avaliação, mas não vão constituir fatores de exclusão de candidatos.

No total, a Pasta preencherá cinco vagas de função comissionada, no valor de R$ 1.166,79. Os profissionais, cedidos pelos respectivos órgãos de origem, vão trabalhar no monitoramento dos prestadores de serviço obrigados a terem registro no Cadastur do Ministério do Turismo, além de checar denúncias.

A secretária nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra, reforça que a iniciativa busca aprimorar serviços oferecidos ao consumidor. “Com a fiscalização, a gente vai aumentar o número de serviços cadastrados no MTur. Isso favorece a formalização no setor, o que resulta em uma melhor estrutura turística e mais segurança para o visitante dos destinos nacionais”, frisa.

Os interessados devem enviar currículos até a próxima segunda-feira, 26 de junho, pelo email cgst2@turismo.gov.br. A seleção ficará a cargo de uma comissão que  ficará responsável pela análise do perfil dos candidatos e também pela convocação dos interessados para as entrevistas.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Destinos

Baixas temperaturas de inverno atraem turistas para visitarem atrações e impulsionam economia nas cidades frias do país

Por Nayara Oliveira 

Turistas, preparem os agasalhos! O inverno chegou oficialmente nesta quarta-feira (21) e, com ele, as cidades frias do Brasil estão de braços abertos para aquecerem a economia e receberem visitantes que buscam clima ameno, boa gastronomia e eventos culturais típicos da época. A Agência de Notícias do Turismo preparou destinos que vão de neve (isso mesmo, neve no Brasil) às baixas temperaturas em pleno nordeste.

São Joaquim (SC) – No inverno, quando os termômetros marcam -10 graus, chega a nevar em na cidade catarinense. Por lá, cachoeiras e campos ficam congelados e o visitante que gosta do clima frio aproveita para curtir as atrações, que incluem visita a Vinícola Villa Francioni, a serra do Rio do Rastro e ao Snow Valley, local repleto de diversões radicais. Por lá, o turista pode participar do Festival de Inverno e da Cavalgada da Nevasca, que acontecem nos meses de junho e julho.

Crédito: Embratur

Domingos Martins (ES) – Música e friozinho fazem parte da programação turística de Domingos Martins. Localizada em uma região serrana, onde as temperaturas giram em torno de 12 graus e a neblina cobre a cidade. No inverno, essas temperaturas tendem a diminuir mais ainda e combinar com o charme da arquitetura local e o passeio de trem. O XXIV Festival de Inverno de Música Erudita e Popular, maior evento de música clássica do estado, realizado em julho na cidade, embala os turistas que estiverem na cidade nesta época do ano.


Crédito: Secretaria de Turismo do Espírito Santo

Santo Antônio do Pinhal (SP) – Por estar a 1.080 metros de altitude e ser considerado um dos 15 municípios paulistas de estâncias climáticas, Santo Antônio do Pinhal é destino frio o ano todo. Mas, no inverno, frentes frias fazem os termômetros marcarem até 6 graus, além de formarem geadas que embelezam a paisagem da cidade. O clima das montanhas permite ao turista escolher entre relaxar ou aproveitar uma aventura. Do Pico Agudo, é possível apreciar vista panorâmica da Serra da Mantiqueira ou praticar voo livre.  


Crédito: Prefeitura

Guaramiranga (CE) –– Mesmo estando no Nordeste, região típica de calor, a menor cidade do Ceará é fria. Guaramiranga é considerada a “suíça cearense” e mantém temperaturas de 12 graus durante inverno. O município é conhecido pela variedade de flores e pela preservação ambiental, além das características históricas percebidas em suas construções. Há, por exemplo, uma pousada que já foi mosteiro e pode ser visitada por quem não está hospedado. Os cantos gregorianos são tradição, entoados nas manhãs do antigo prédio religioso.


Crédito: Prefeitura

Gravatá (PE) – Em pleno agreste pernambucano está a cidade que marca 10 graus no termômetro durante o outono e inverno. Gravatá faz parte do Circuito do Frio de Pernambuco e atrai turistas por ser diversa e oferecer queijos, vinhos e chocolate quente, sem deixar de lado as tradições nordestinas no cardápio, como a famosa buchada de bode. O folclore regional também é lembrado em Gravatá e pode ser visto na produção de móveis rústicos e pequenos objetos de decoração. Quem busca atrativos naturais encontrará uma cidade cercada por matas, piscinas naturais e cachoeiras.


Crédito: Américo Nunes

As cidades de inverno citadas no roteiro fazem para do Mapa do Turismo Brasileiro, ferramenta criada pelo MTur, em parceria com estados e municípios, para desenvolver políticas públicas de turismo em diversas regiões do país. O Mapa é um instrumento instituído pelo Programa de Regionalização do Turismo  e está acessível à população. Atualmente, conta com 2.175 municípios, divididos em 291 regiões turísticas.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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institucional

De acordo com pesquisa do Ministério do Turismo, intenção de viagem dos brasileiros cresceu 15% em relação ao ano passado. Levantamento aponta ainda aumento na intenção de viajar de carro

 
Crédito: MTur

Pesquisa mensal do Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Getulio Vargas revelou crescente intenção pelo uso de automóveis durante as próximas viagens dos brasileiros. De acordo com o levantamento, 28,6% dos entrevistados devem usar o carro em suas próximas viagens, crescimento de 47% em relação a 2016.  No entanto, a maioria dos turistas ainda irá usar o avião para o deslocamento – 58,9% – um índice 6% maior que o ano anterior, 55,6%. O ônibus foi único meio de transporte que registrou uma queda na preferência dos turistas, passando de 17,2% em maio de 2016 para 11,8% este ano. A pesquisa, realizada em maio, ouviu mais de 2 mil famílias em sete capitais brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Ainda segundo a pesquisa, 21,5% dos entrevistados afirmaram ter interesse em viajar nos próximos meses, aumento de 15% em relação ao mesmo período de 2016, 18,7%. Destes, 76,6% deverão optar por destinos turísticos nacionais. As regiões mais procuradas pelos viajantes deverão ser: Nordeste (50,8%); Sudeste (21,8%); Sul (17,9%); Centro-Oeste (7,4%) e Norte (2,1%).

Em relação à preferência pela hospedagem, hotéis e pousadas seguem na liderança com 52,7% da intenção dos entrevistados contra 36,3% que deverão optar pela casa de parentes ou amigos. Para 11% das pessoas que pretendem viajar, a estadia será em residência própria, alugada ou outros.

DADOS REGIONAIS – De acordo com o estudo, em Salvado (BA), 21,2% dos entrevistados informaram ter a intenção de viajar nos próximos seis meses. Trata-se do maior crescimento – 49% em relação ao mesmo período de 2016 – entre as sete capitais acompanhadas pelo levantamento.

Em Belo Horizonte (MG), 27,9% dos entrevistados informaram o desejo de viajar, contra 21,7% no ano anterior. O levantamento registrou ainda crescimento no Rio de Janeiro (RJ) – de 13,7% para 18,8% – e em São Paulo (SP) – de 19,7% para 22,1%. Já nas capitais Porto Alegre (RS) e Recife (PE) observou-se uma redução de 19,5% para 18,2% e 24,1% para 16,7% respectivamente. A capita federal Brasília se manteve estável em 24,9%.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Até o final de semana acontece em Curitiba a “Orlando Week”. Essa é uma oportunidade para trocar informações e conhecer melhor o trabalho da cidade Americana no setor de Turismo.

Para promover esse contato entre os representates da cidade de Orlando e o trade turístico de Curitiba, será realizado nessa quarta-feira (21), às 15h, no Salão Nobre da Prefeitura de Curitiba, o evento “Trade Turístico Curitiba-Orlando”, com a presença de Tony Ortiz, administrador do 2º Distrito de Orlando.

Você é convidado do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba para participar desse encontro.



Fonte: Comunicação – IMT

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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As formas orgânicas criadas cuidadosamente em vidro pela Cristais D’Labone reproduzem as lindas peças produzidas a sopro nas sete pequenas ilhas que formam o arquipélago de Murano, perto de Veneza, de onde vêm os cristais de mesmo nome.

Em Murano, a técnica de produção dos cristais é passada de geração em geração, de família para família, há mais de 800 anos, e resulta em peças únicas e exclusivas, onde a criatividade e o senso estético do soprador de vidro contam muito.

Os cristais de murano são produzidos em vidro de sílica que, antes de mais nada, é colocado em um forno, onde forma uma massa fervente, que é trabalhada pelos vidreiros a aproximadamente 1250ºC. E de acordo com a complexidade das peças, o processo todo, que vai da fundição à finalização, pode levar de três dias até um ano.

Inspiradas na arte de Murano, as peças da D’Labone são artesanais e apresentam formatos inusitados. Para que você fuja do lugar-comum nos mínimos detalhes da decoração de qualquer ambiente. São potes; vasos; centros de mesa e adornos em diversas formas, cores e tamanhos.

Preço médio: R$ 150,00

Atenção: a Sociedade da Mesa e sua revista não têm acordos comerciais com as marcas e produtos apresentados nesta coluna. O valor exposto é o médio praticado no mercado. Caso se interesse; recomendamos que faça uma busca na internet a fim de encontrar o melhor custo-benefício.

Texto: Rafael Souza

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/cristais-dlabone/

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Curitiba e Orlando (EUA) são cidades-irmãs desde 1999. Os laços serão reforçados com a realização da Orlando Week, uma semana programada para fomentar as relações entre instituições públicas e privadas das duas cidades.

A agenda começou nesta segunda-feira (19/6), com a recepção do vice-prefeito da cidade americana, Tony Ortiz, pelo prefeito Rafael Greca. Reunidos na Torre Panorâmica, os convidados receberam as boas-vindas de Greca. “Recebo com alegria o vice-prefeito da turística cidade de Orlando e celebramos um intercâmbio, sobretudo na área de turismo”, disse ele.

A Orlando Week será o primeiro evento realizado em parceria com a cidade-irmã em Curitiba. Para Ortiz, Orlando e Curitiba podem compartilhar conhecimento em diversas áreas. “Estou muito feliz, pois é minha primeira vez no Brasil e Curitiba é uma cidade que já nos serviu de inspiração em muitas áreas, como o transporte”, disse Ortiz. O vice-prefeito também lembrou que a irmandade entre as cidades foi celebrada no primeiro mandato de Greca como prefeito de Curitiba, nos anos 1990.

Um dos aspectos do intercâmbio é o fortalecimento de setores da economia, com ênfase no turismo em Curitiba, na área de inovação, com o Vale do Pinhão, e nas práticas de administração descentralizada, com a cooperação entre Regionais de Curitiba e Distritos de Orlando.

O assessor de Relações Internacionais de Curitiba, Rodolpho Zannin Feijó, ressaltou o novo momento no relacionamento com as cidades-irmãs. “A parceria estratégica com Orlando traz muito para Curitiba, principalmente nas áreas de turismo e inovação”, disse.

A programação inclui visitas ao Instituto Municipal de Turismo, ao Instituto de Pesquisa Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), ao Vale do Pinhão e à Câmara Municipal de Curitiba.

Também participou o reitor da Florida Christian University, Anthony Portigliatti, o diretor acadêmico da instituição, Bruno Portigliatti, a presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, e a administradora da Regional Matriz, Guacira Camargo.

Acadêmico

A Orlando Week também celebra a interação entre duas instituições de ensino, resposáveis diretas pela parceria entre as cidades: a Fundação de Estudos Sociais do Paraná (Fesp) e a Universidade Cristã da Flórida.

O presidente da Fesp, Carlos Eduardo Guimarães, acredita que os laços devem se tornar mais fortes. “Com a gestão do prefeito Rafael Greca o intercâmbio deve se intensificar”, comentou.

Guimarães ainda citou que a conversa de Greca e Ortiz devem trazer benefícios mútuos além da educação. “O encontro deve dar um impulso para que empresas paranaenses e o poder público possam compartilhar conhecimento em gestão e boa práticas”, concluiu.



Fonte: Prefeitura de Curitiba

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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Muitas facilidades, que até pouco tempo nem passavam pela cabeça de ninguém – chef ou consumidor regular –. Não são mais coisa do futuro, já estão em lojas e sites.

Por exemplo, uma tábua líquida de alumínio com ação antimicrobiana chamada ChillThat Platter. Que mantém a comida a ser servida refrigerada por 30 minutos. Frios, sashimi, doces e afins. Tem ainda uma versão tigela, cuja função é conservar o sorvete em trânsito.

Aos artesãos da cozinha, está reservada a caneta que permite desenhar e escrever usando canela, chocolate e outras especiarias como tinta: CinniBird Spice Pen.

Outra novidade das quentes é a torradeira-design com laterais de vidro Magimix. Agora, só vai saltar pão carbonizado se o freguês tiver sérios problemas de visão.

E para acompanhar a torrada, duas escolhas: a máquina portátil de café Minipresso, de qualidade comparável aos melhores engenhos tradicionais (segundo o fabricante); ou a máquina de chá The Bkon Craft Brewer, que prepara também cafés, cocktails, e promete uma nova experiência de sabor, pureza e precisão.

Texto: Spartaco Rodrigues

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/kitchen-goods/

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Sabe-se que a vitivinicultura na região de Mendoza teve suas origens como continuação dos primeiros assentamentos espanhóis em meados do Século XVI. A razão de haver chegado na Argentina e na América é mais do que clara; pois tem a ver com as ordens religiosas que necessitavam do vinho para celebrar as missas.

Naquela época, a importação era inviável. E, por esta razão, as igrejas e capelas faziam um pequeno cultivo, para garantir sua alimentação e a elaboração de vinho suficiente para as missas. Além de consumir as uvas frescas ou passas. Não podemos esquecer que o vinho e as uvas-passas eram o alimento calórico básico na dieta mediterrânea da época, especialmente para os soldados. Portanto; a elaboração do vinho esteve originalmente mais vinculada à liturgia do catolicismo do que a uma atividade comercial.

Como costumava ser habitual naquela época, os melhores vinhos eram reconhecidos e narrados pelas ordens em seus manuscritos. Isso aconteceu, por exemplo; com os padres jesuítas, que descreviam a qualidade dos vinhos da região (Mendoza e San Juan). Por serem “muito generosos e fortes, capazes de suportar grandes viagens sem estragar”.

Séculos depois, o governador de Mendoza, Don Pedro Pascual Segura, foi encarregado de encontrar alternativas agronômicas na região. Ele contratou o agrônomo francês Michel Aimé Pouget, que começou em 1853 a avaliar potenciais localizações e cultivos. Começando com a plantação de variedades de uvas originárias do seu país, como a Cabernet Sauvignon; a Merlot; a Semillon; a Malbec e a Chardonnay.

O sucesso destes trabalhos fez com que alguns agricultores locais decidissem complementar seus cultivos com o vinhedo. Mas o despertar da indústria chegaria apenas alguns anos mais tarde, em abril de 1885. Com a chegada do trem a Mendoza, desencadeou-se uma febre industrial nunca antes vista na região e a vitivinicultura local encontrou condições ótimas para sua expansão. Havia chegado a época dourada da vitivinicultura de Mendoza.

O desenvolvimento foi tão intenso, que se dotou de infraestruturas específicas, como trens para mercadorias especiais e para o transporte de tonéis de vinho para outras cidades, e até construção de estações particulares em algumas bodegas da região. A economia argentina expandia-se e Mendoza soube aproveitar a oportunidade, convertendo-se na região buscada pelos imigrantes que fugiam das condições que tinham do outro lado do Atlântico e procuravam a sobrevivência.

A forte imigração europeia contribuiu ainda mais para a mudança radical da indústria vitivinícola de Mendoza. Foram geradas condições propícias e o desenvolvimento da vitivinicultura foi alavancado para a escala industrial, graças, em boa parte, ao aporte de mão de obra europeia com conhecimento de viticultura e enologia. Isso melhorou a transformação técnica e também contribuiu para o desenvolvimento de um mercado local, graças ao próprio autoconsumo.

O setor abordou novos projetos com critério industrial, dotando as novas bodegas de maquinário importado de última geração e continuou com o desenvolvimento das explorações vitícolas, chegando a ter 80% da indústria nas mãos de imigrantes italianos e espanhóis, dando origem a algumas das sagas familiares históricas de Mendoza.

Mas a situação se complicou com a depressão de 1929 e a posterior Segunda Guerra Mundial, que levou a indústria vitivinícola a uma crise sem igual, fechando as bodegas e eliminando os vinhedos. O governo, no entanto, apostou no setor, regulando e intervindo na política de preços, o que propiciou um novo desenvolvimento e crescimento da indústria, consolidando- se até que, na década de 1970, a situação do país quebrou o novo modelo produtivo.

No início dos anos 1990, novamente ressurgiu a indústria vitivinícola, pelas mãos de empresários argentinos e estrangeiros, que apostaram na viticultura e enologia de vanguarda dessa terra de condições únicas para o cultivo. Argentina e, mais especificamente, Mendoza, estão vivendo a segunda idade de ouro, e ano após ano surpreendem com seus vinhos.

Texto: Alberto Pedrajo
Tradução: Paula Taibo

 

Fonte oficial: http://revista.sociedadedamesa.com.br/2017/06/idade-de-ouro-da-vitivinicultura-de-mendoza/

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