Durante encontro, ministros ressaltaram que a conectividade aérea poderá aproximar, facilitar o intercâmbio turístico e ampliar a promoção entre os dois países

O ministro Marx Beltrão e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Tunísia, Khemaies Jhinaoui, discutiram possíveis parcerias que podem ampliar os investimentos, a promoção turística e a qualificação profissional no setor entre os dois países. 

Durante a conversa, o ministro do turismo explicou sobre o programa brasileiro Brasil Mais Turismo, que tem potencial para alavancar a atividade econômica no Brasil. O programa também abre espaço para facilitar investimentos estrangeiros em serviços, infraestrutura e parcerias para qualificação de pessoal para o segmento.

Na ocasião, os ministros ressaltaram que a conectividade aérea poderá aproximar, facilitar o intercâmbio turístico e ampliar a promoção entre os dois países. A ligação direta entre os destinos poderá aumentar o fluxo de visitantes entre Brasil e Tunísia e permitir conexões para outros países do Norte da África e da Europa. 

Tunísia

O turismo é uma das principais atividades econômicas da Tunísia e responde por 7% do PIB do país do norte da África. As belezas naturais do Mar Mediterrâneo e sua história milenar fizeram da Tunísia um destino mundialmente conhecido, inclusive dos brasileiros. 

A capital, Túnis, fica a apenas uma hora de voo de Roma e a duas horas e meia das principais cidades europeias.

Brasil Mais Turismo

O programa Brasil Mais Turismo é um pacote de medidas para fortalecer o setor no Brasil. As ações têm como finalidade trazer soluções técnicas para gargalos históricos, aumentar o número de turistas nacionais e estrangeiros, contribuir para melhorar destinos nacionais, proporcionar o desenvolvimento regional e gerar emprego e renda. 

Fonte: Portal Brasil, com informações do MTur

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Institucional

Foram selecionadas cinco propostas de quatro regiões. Prazo para apresentação de recursos é de 2 a 4 de maio de 2017

 

Foto: Paulino Menezes/MTur

 

O Ministério do Turismo e a Embratur divulgaram nesta sexta-feira (28) o resultado preliminar do Edital de Chamada Pública nº 001/2017, cujo objeto é a seleção de propostas relacionadas a festejos juninos para a participação de municípios em ações de promoção, comunicação e apoio à comercialização.  Belo Horizonte (MG), Bragança (PA), Campina Grande (PB), Corumbá (MS), e São Luís (MA) foram as propostas vencedoras desta fase. 

Ao todo, o Ministério do Turismo recebeu propostas de 25 municípios, das quais 16 foram habilitadas e submetidas à análise da comissão julgadora formada por servidores do Ministério do Turismo e da Embratur. O objetivo inicial era contemplar todas as regiões brasileiras com a seleção de uma proposta de cada uma delas.  Entretanto, como municípios da Região Sul não se candidataram, foi selecionado um de maior pontuação de outra região, conforme previsto no edital. 

Com a divulgação do resultado preliminar, o período de 2 a 4 de maio ficará aberto para a apresentação de recursos e manifestações dos municípios não selecionados. Para a seleção dos municípios que realizam festejos juninos geradores de fluxo turístico foram considerados aspectos relacionados ao destino, ao roteiro de visita proposto para realização de press trip, ao festejo em si, e também à comercialização e promoção da festa e do destino. 

Entre as ações previstas para serem realizadas por meio do edital destacam-se press trips – visitas de jornalistas e influenciadores digitais aos destinos -, encontro de negócios, inclusão da festa no Calendário de Eventos Juninos, transmissão ao vivo nas redes sociais do MTur, divulgação dos destinos e cobertura jornalística dos festejos. 

A comissão julgadora terá o prazo de dois dias para analisar eventuais recursos. A divulgação do resultado final da chamada pública está prevista para o próximo dia 9 de maio. 

Confira o resultado da Chamada Pública

 

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Institucional

Turismo religioso e eventos agropecuários marcam agenda do ministro Marx Beltrão na Região das Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul

 

Por Geraldo Gurgel

O ministro do turismo, Marx Beltrão, participará nesta sexta-feira e sábado (28 e 29) de uma extensa agenda no Noroeste do Rio Grande do Sul. A programação terá início na cidade de São Miguel das Missões que comemora 29 anos de emancipação política. No município reconhecido por abrigar o Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo – patrimônio cultural da humanidade reconhecido pela Unesco – o ministro assistirá ao espetáculo Som e Luz e as Ruínas, que conta o surgimento, o desenvolvimento e o final da experiência jesuítico-guarani.  O ministro estará em companhia do colega Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social, e do governador do estado, Ivo Sartori, entre outras autoridades.

São Miguel das Missões foi uma das missões jesuíticas que compreendiam 30 povos indígenas entre Brasil, Argentina e Paraguai durante a colonização portuguesa e espanhola. O conjunto, remanescente dos Sete Povos das Missões Jesuíticas (no lado brasileiro), impressiona por sua grandiosidade. Integram o roteiro turístico, a Aldeia Guarani, o Museu das Missões, a Cruz Missioneira, a Fazenda da Laje, a Fonte Missioneira, o Ponto de Memória Missioneira e o Pórtico com escrita em guarani – CO YVY OGUERECO YARA, que significa “esta terra tem dono”. O Ministério do Turismo apoia o destino com a sinalização dos atrativos locais.

“Em uma terra que respira cultura e história, a base para se criar destinos turísticos de excelência está pronta. Mas é preciso mais – é preciso pensar o setor de forma estratégica. E é pensando nisso que o Ministério do Turismo tem pautando suas ações e programas voltados para a qualificação profissional, promoção dos destinos e melhoria de infraestrutura”, assegurou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

No sábado (29), será a vez de Santo Ângelo receber a comitiva. Marx Beltrão participará da abertura da 18ª edição da Fenamilho Internacional com o ministro da Agricultura, Blario Maggi. A feira, realizada a cada dois anos, deve receber 150 mil visitantes nos nove dias de evento, incluindo turistas argentinos e paraguaios. A feira é realizada no Parque de Exposição Siegfried Ritter que conta com recursos da Pasta para revitalização do local.

CAMINHO DAS MISSÕES – Ainda dentro da programação da Fenamilho, o ministro participará da inauguração do pavilhão Salão de Cultura e Turismo. O espaço foi concebido com o objetivo de que as 30 reduções (modelo de povoamento durante a colonização jesuítica) que integram a Região das Missões possam apresentar aos visitantes seus atrativos nos diferentes destinos turísticos, sendo 7 brasileiras, 15 argentinas e 8 paraguaias.

De lá, Marx Beltrão segue para participar do Seminário de Desenvolvimento do Turismo dos 30 Povos das Missões que terá como tema “Turismo e Rota internacional Jesuítica”. O evento de Integração com autoridades do Brasil, Argentina e Paraguai deverá reunir 300 participantes em um Seminário de Desenvolvimento do Turismo dos 30 Povos das Missões. Na ocasião será assinado o termo de colaboração mútua para o desenvolvimento do turismo do Mercosul com os governadores das províncias de Itapuã, no Paraguai, Luis Roberto Gneiting, e de Missiones, na Argentina, Hugo Passalacqua, além da ministra do Turismo do Paraguai, Marcela Bacigalupo e do Secretário de Turismo de Missiones, José María Arrúa.

Uruguai e Bolívia também reúnem atrativos relacionados à colonização dos missionários da Companhia de Jesus e integram a Rota das Missões Jesuíticas. O roteiro já recebe 250 mil visitantes por ano.  Na parte brasileira, a expectativa é triplicar o número de visitantes da região em dois anos, passando dos atuais 100 mil anuais para 300 mil.

A expectativa é que o último compromisso de Beltrão no estado, seja no município de Três de Maio para que o ministro possa prestigiar outro grande evento gaúcho, a XV Expofeira do Agronegócio. Trata-se de uma feira multisetorial que tem como objetivo expor as principais potencialidades da região, fomentando o comércio, a indústria e movimentando o turismo regional do noroeste gaúcho.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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A Torre Panorâmica de Curitiba e o Posto de Informações Turísticas da Torre vão fechar nessa sexta-feira, dia 28 de abril, para trabalhos de manutenção. A Torre volta a funcionar normalmente e fica aberta para visitação no sábado, dia 29, a partir das 10h. Tanto a Torre Panorâmica como o Posto de Informações vão atender também no domingo, dia 30, e no feriado de 1º de maio. O horário de funcionamento é das 10h às 19h, com a venda de ingressos para a torre sendo efetuada somente até às 18h30.  Os ingressos para visitação custam R$ 5,00 e R$ 2,50 a meia entrada para idosos e para crianças de 5 a 9 anos. Crianças menores de 5 anos não pagam. A Torre Panorâmica de Curitiba fica na Rua Prof. Lycio Grein de Castro Vellozo, 191 – Mercês. 

Os demais Postos de Informações Turísticas de Curitiba vão funcionar normalmente nessa sexta-feira e também nos horários específicos de final de semana e feriados no sábado, domingo e na segunda-feira, 1º de maio.

Saiba mais: http://www.turismo.curitiba.pr.gov.br/conteudos/postos-de-inf-turisticas/34



Fonte: Comunicação – IMT

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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Institucional

Encontro entre os ministros do Turismo do Brasil e dos Negócios Estrangeiros da Tunísia avançou no entendimento bilateral para investimento, promoção e qualificação no setor

  

O ministro Marx Beltrão recebeu nesta quinta-feira (27) o ministro dos Negócios Estrangeiros da Tunísia, Khemaies Jhinaoui. A missão também contou com representantes do Ministério do Turismo da Tunísia. Eles discutiram parcerias entre os dois países para ampliação dos investimentos, promoção turística e qualificação profissional no setor.

O turismo é uma das principais atividades econômicas da Tunísia e responde por 7% do PIB do país do norte da África. As belezas naturais do Mar Mediterrâneo e sua história milenar fizeram da Tunísia um destino mundialmente conhecido, inclusive dos brasileiros. Marx Beltrão destacou que o Programa Brasil Mais Turismo, lançado recentemente para alavancar a atividade econômica no Brasil, abre espaço para facilitar investimentos estrangeiros em serviços, infraestrutura e parcerias para qualificação de pessoal para o segmento.

Os ministros ressaltaram que a conectividade aérea poderá aproximar ainda mais os dois países, facilitar o intercâmbio turístico e ampliar a promoção entre os dois países. A ligação direta entre os dois destinos poderá aumentar o fluxo de visitantes entre Brasil e Tunísia e permitir conexões para outros países do Norte da África e Europa. A capital, Túnis, fica a apenas uma hora de voo de Roma e duas horas e meia das principais cidades europeias.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

sustentabilidade

Em entrevista à Agência de Notícias do Turismo, Sandra Carvao explicou as prioridades da Organização no Ano do Turismo Sustentável

 

Por Gabriel Fialho

No Ano do Turismo Sustentável, as prioridades da Organização Mundial do Turismo (OMT) incluem ações junto aos países membro para facilitação de viagens pelo planeta. A adoção de vistos eletrônicos para a entrada de estrangeiros, como prevê o plano Brasil + Turismo para os viajantes da Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão que desejarem vir ao país, é uma medida defendida pela Organização.

Outras ações do pacote lançado pelo Ministério do Turismo no início de abril e que buscam colocar o Brasil em um patamar superior aos 6,6 milhões de estrangeiros que vieram ao país em 2016 também estão alinhadas com diretrizes da OMT. E mesmo que a própria América do Sul, com 33 milhões de viajantes internacionais no ano passado, represente apenas 2,75% dos turistas pelo mundo, Sandra Carvao, diretora de Comunicação da OMT, acredita que o país possa crescer no cenário mundial nos próximos anos. Confira este e outros temas debatidos em entrevista com a diretora da OMT.

As viagens internacionais movimentaram 1,2 bilhão de pessoas no último ano e essa marca deve chegar a 1,8 bilhão em 2030, segundo as projeções da própria OMT. As mesmas projeções apontam que a América do Sul deve chegar a 58 milhões de viajantes em 2030, mas em 2016 foram registrados 33 milhões. Porque a América do Sul ainda não desenvolveu todo o seu potencial apesar dos muitos atrativos turísticos da região?

Por duas razões. A primeira é porque foi uma região no mundo que se desenvolveu mais tarde em termos turísticos. O turismo cresceu e começou na Europa e na América do Norte e foi ganhando peso em outras regiões. A segunda razão está relacionada com o fato de que a maioria dos turistas internacionais viajam na própria região, ou seja, os europeus viajam na Europa. O Ministério do Turismo brasileiro divulgou que seis entre dez turistas internacionais que visitam o país são da região [o Anuário Estatístico do Ministério do Turismo apontou que 56,7% dos turistas que vieram ao país em 2016 eram sul-americanos].

O que acontece? Os mercados emissores da América do Sul, em termos econômicos, demoraram um tempo para se desenvolver. Quando vemos o crescimento econômico do Brasil, do Chile, da Argentina e de outros mercados vizinhos, começamos a ver a própria região crescer. Mas, evidente que ainda há um potencial enorme de crescimento. Neste momento não chegará aos números de outras regiões, porém, mais importante que o número de pessoas é o benefício que cada destino pode ter.

É a mesma coisa de quando olhamos para a África, ou para o sudeste asiático. Os mercados emissores têm menos capacidade de gastar e isso tem impacto nos destinos. De qualquer maneira, o importante é que as taxas de crescimento são muito grandes e que a maior parte dos destinos percebeu a importância do turismo para o desenvolvimento regional.

 

Qual a imagem que a OMT tem do Brasil após a visibilidade que o país teve com os megaeventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada principalmente, dos últimos anos?

Nós dizemos sempre que o mais importante do megaevento é o que vem depois, o legado que fica em vários aspectos. Primeiro no que diz respeito a investimento em infraestrutura por que de outra maneira não seria possível realizar o megaevento. Depois, em termos de conectividade, ou seja, muitas companhias aéreas podem começar a fazer rotas que não existiam e tentar mantê-las depois. Em termos de recursos humanos, para se ter um evento tão grande tem que se investir em formação e capacitação para o futuro. A imagem do Brasil também mudou completamente, principalmente porque houve muitos comentários negativos antes dos megaeventos, mas depois quando as coisas correram tão bem, acho que foi aquele momento de olhar e dizer: “Fantástico! Realmente foi uma experiência muito boa! ”

É muito complicado um destino tão consolidado, como o Rio de Janeiro, crescer durante um megaevento, porque a maior parte das pessoas que normalmente viriam, não vão querer viajar por causa do aumento dos custos e pela concentração de pessoas. Mas também é verdade que estes eventos são muito bons para atrair novos mercados. Pessoas que não viriam ao Brasil se não fosse o evento, podem voltar no futuro. Por isso, acho que foi muito bom os investimentos e, com certeza, nos próximos anos, os resultados vão aparecer. Além disso, com as medidas que o governo anunciou, o Brasil + Turismo, esta abertura que houve durante a Copa e os outros eventos será complementada. É a certeza de que isso vai ser sustentado no futuro.

 

A senhora disse que o turismo teve quedas pontuais em anos de crises econômicas mundiais. Porque a atividade turística não sofreu de maneira prolongada com estas crises?

Nós vimos que o turismo internacional só diminuiu em três anos: 2001, 2003 e 2009. Geralmente porque quando há uma retração em determinado destino, há uma substituição por outro. Ou seja, as pessoas não param de viajar, mas ao invés de irem para um destino que pode estar mais afetado por alguma questão como uma catástrofe natural ou problemas sanitários, as pessoas escolhem outros destinos.  Cada vez mais as viagens são tidas como uma das prioridades dos gastos das pessoas. Hoje em dia, muitas famílias pensam antes de comprar um televisor novo e preferem viajar, porque realmente há uma abertura para que as pessoas conheçam o mundo, além de uma oferta cada vez maior. A capacidade aérea cresceu nos últimos anos e isso reflete no crescimento das viagens. Acreditamos que o turismo é um setor que tem uma capacidade de resistência muito grande.

 

A senhora disse que não é necessário a isenção de vistos para turistas estrangeiros, mas que é essencial implementar formas de facilitar a entrada no país, como a emissão de visto eletrônico. Como essa e outras tecnologias têm ajudado o turismo?

A facilitação de vistos é uma das nossas prioridades porque temos estudos que comprovam que através da facilitação de vistos há mais turistas, mais receitas e empregos. O princípio da reciprocidade tem que ser respeitado e cada país tem que gerir. Não sendo possível dar a isenção, a maior parte dos países está avançando na questão dos vistos eletrônicos.

Quais as vantagens? A pessoa faz o seu registro em casa, não tem que se deslocar, não tem que entregar o passaporte e ficar sem o documento durante três ou quatro dias e os sistemas permitem ter um serviço rápido e confiável. Austrália e Estados Unidos trabalham com visto eletrônico há muitos anos. Ou seja, é a junção da tecnologia com a segurança.

O turismo é uma das áreas que sofre mais impacto com a tecnologia. A questão é como se adaptar. Cada Estado terá que decidir como é melhor, não necessariamente uma solução que funciona em um país funcionará em outro. O Airbnb e outras plataformas voltadas para alimentação, guia, transporte, entre outros, são fenômenos que vão continuar crescendo. Mas é importante regulamentar de alguma maneira para garantir a proteção do consumidor.

Estas plataformas são uma oportunidade porque em muitos países é uma forma de renovar edifícios que não estavam sendo usados e de gerar renda para certas comunidades. A questão é sempre ter formas de regulamentação. Por exemplo, se alugo um quarto e acontece alguma coisa, para quem eu vou reclamar? Como os direitos podem ser protegidos?

 

A ONU declarou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. Como a OMT planeja trabalhar o tema e como a Organização percebe o Brasil em termos de ações de sustentabilidade?

Nós sempre destacamos a questão da sustentabilidade nos três pilares: econômico, social e ambiental. A nossa área de atividade cobre estes três pilares. Por exemplo, no aspecto ambiental há uma questão importante para nós que é a diminuição do impacto que há no turismo local. Desenvolvemos, há vários anos, uma rede de observatórios de turismo sustentável e queremos que, em nível local, haja capacidade para se medir o impacto da atividade turística em questões como consumo de água, gestão de lixo e impacto cultural para que o turismo seja acessível a todos.

Neste sentido, o Brasil tem tentado avançar com algumas iniciativas. A América Latina é cada vez mais uma referência nesta área. Países como Brasil e Uruguai demonstram cada vez mais interesse no turismo sustentável. E tem toda a questão do turismo com impacto nas comunidades, para que se possa capacitá-las e integrá-las à cadeia de valores do turismo, porque cada vez mais as pessoas que viajam querem experiências autênticas. Então, há uma oportunidade grande para a venda de produtos locais e experiências locais e, neste aspecto, o Brasil tem uma infinidade de possiblidades.

 

Como funcionam estes observatórios de turismo?

Os observatórios são geralmente em universidades ou em entidades nacionais que trabalham com entidades locais e que definem quais áreas querem mensurar. Eles trabalham com uma série de indicadores que nós definimos. Atualmente, temos 17 observatórios, a maior parte na China. Cada um deles pode ter um foco específico, mais social ou ambiental, mas é basicamente uma implementação de uma série de indicadores de turismo sustentável que a OMT desenvolveu há vários anos. São indicadores globais que cada observatório implementa em nível local.

 

Quais as prioridades da OMT em relação ao Turismo Sustentável?

Nós temos três prioridades neste momento, uma delas é a facilitação de viagens, fazer com que sejam eliminadas as barreiras para viagens, não haja mais imposições de vistos. A segunda é auxiliar as pequenas e médias empresas a incorporar as tecnologias. E a terceira é a sustentabilidade nos três pilares: econômico, social e ambiental. Nós somos um organismo formado por países membros e o que fazemos é trabalhar com os ministérios de Turismo para melhorar a política turística de forma que a sustentabilidade seja um pilar desta política.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Institucional

Medidas protetivas para crianças e adolescentes foram tema de mesa redonda com a participação do Ministério do Turismo no Encontro das Cidades, em Brasília

 

Por Geraldo Gurgel

O desenvolvimento sustentável, tema norteador do 4º Encontro das Cidades, promovido pela Frente Nacional de Prefeitos, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, passa pela proteção integral dos direitos da criança e do adolescente. As ações do Ministério do Turismo para aprimorar políticas de proteção voltadas para crianças e adolescentes durante eventos e festas populares de grande fluxo turístico foram apresentadas pela Secretária Nacional de Promoção e Qualificação do Turismo, Teté Bezerra. A mesa redonda contou com a participação de representantes de entidades como Unicef, Childhood Brasil, Disque 100 e Secretaria Nacional de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O Programa Turismo Sustentável e Infância, criado desde 2014, durante a Copa do Mundo, tem como objetivo principal a prevenção e enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes no âmbito do turismo. São três princípios básicos: turismo sustentável, responsabilidade social das empresas e proteção integral da criança e do adolescente. Teté Bezerra explicou que cerca de 60 mil prestadores de serviços cadastrados no Ministério do Turismo como hotéis, bares e restaurantes, receberam orientação sobre as medidas e a legislação que trata dos diretos da criança e do adolescente.

A secretária explicou que os eventos apoiados pelo MTur, obrigatoriamente, divulgam as orientações da Pasta relacionadas ao tema. Vídeos de sensibilização também estimulam denúncias contra a exploração de crianças e adolescentes. Além das obras de infraestrutura turística, as emendas parlamentares também podem financiar propostas de apoio a promoção de políticas públicas de enfrentamento ao tráfico e à exploração sexual de crianças e adolescentes no segmento do turismo. O Manual do Multiplicador é outra ferramenta disponibilizada no site da Pasta e amplamente divulgada nos seminários de sensibilização realizados em todas as regiões.

O Ministério do Turismo também realiza campanhas publicitárias direcionadas para os eventos, sempre em sintonia com as demais medidas protetivas aplicadas por outras instituições e uma rede de voluntários, com o objetivo de divulgar a campanha Respeitar, Proteger e Garantir. A internet tem sido amplamente utilizada pelo MTur para propagar vídeos produzidos pela Pasta, alertando para situações de exploração e abusos que podem ocorrer no âmbito do turismo.

Os vídeos estão disponíveis para veiculação no canal do Ministério do Turismo no Youtube e também por meio dos parceiros como secretarias estaduais e municipais de turismo e das organizações corporativas e institucionais que representam os diferentes segmentos turísticos com assento no Conselho Nacional de Turismo. 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Economia

Pesquisa com mais de 2 mil pessoas de todas as regiões do país traça o perfil do viajante doméstico

 

Espírito Santo. Crédito: Embratur

A Região Sudeste concentra proporcionalmente o maior percentual de consumidores de turismo do país. Enquanto mais de metade da população, 55,4%, revela que já realizou, pelo menos, uma viagem pelo Brasil, entre os moradores do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo este índice sobe para 70%. Os dados são resultado de uma pesquisa do Ministério do Turismo.

No ranking nacional de consumo de produtos e serviços turísticos, a segunda posição está com a região Nordeste, com 54,5% de viajantes declarados. O Norte e o Centro-Oeste, juntos, concentram 42% das pessoas que já viajaram pelo país e o Sul, 35,7%.  Se 44% dos brasileiros nunca viajaram, 49,4% da população viaja, pelo menos, uma vez por ano.

Quando o assunto é a frequência das viagens, os nordestinos estão na dianteira com o maior percentual de pessoas que pegam a estrada, pelo menos, uma vez por semana ou duas vezes por mês. Não por coincidência, o carro é o principal meio de transporte utilizado (49,4%) pelos moradores da região. O ônibus é o mais utilizado entre os moradores da região Sudeste (44,3%) e o avião domina em parte da Amazônia (32,7%).

A pesquisa do MTur confirma a preferência do brasileiro pelos segmentos de sol e praia e natureza (campo), a primeira e segunda citações dos entrevistados. Tanto que os percentuais de escolha de viagens com destino ao litoral são superiores a 70% em todas as regiões do país, com destaque para os entrevistados nas regiões Norte e Centro-Oeste (78,8%). Os destinos de natureza, que encantam 41% dos brasileiros, também têm forte apelo entre os habitantes das cinco regiões com percentuais acima dos 30% registrados no Nordeste.

Os entrevistados apontaram também os fatores que consideram para decidir a escolha do destino. Aspectos como a facilidade de acesso, beleza da paisagem, hospitalidade, diversidade de atrações históricas receberam notas superiores a 8, em uma escala de 1 a 10, em todas as regiões. A segurança (9,1) os preços (8,8) e a infraestrutura (8,8) obtiverem maiores notas entre os moradores do Sudeste.

A pesquisa, que traça o perfil e hábitos do turista doméstico, foi realizada com mais de duas mil pessoas, no período de 17 a 23 de março deste ano.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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De acordo com levantamento, 49% dos entrevistados afirmaram viajar pelo menos uma vez ao ano e 13% uma vez a cada seis meses

Uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Turismo revela que 44,4% da população brasileira nunca viajou a turismo pelo País. Para metade dos que afirmaram viajar a turismo  49,4%  a periodicidade é de uma vez ao ano, enquanto 13,8% dizem que viajam uma vez a cada seis meses. 

Carros (39,5%) e ônibus (38,2%) foram os meios de transporte mais usados nas últimas viagens. O avião é utilizado por 20,6% dos entrevistados.

Em relação à hospedagem, quase metade dos brasileiros optou por hotéis, resorts ou pousadas (48,2%), enquanto 35% preferiram usufruir da hospitalidade da casa de familiares e amigos. Para se locomover entre as atrações dos destinos turísticos, as formas mais usadas foram ônibus (31,7%), carro próprio (27,1%) e táxi (13%).

Quando o assunto é viagem a trabalho, apenas um em cada quatro brasileiros já viajou pelo Brasil, e esse tipo de viagem não é tão frequente. Segundo 28,2% dos entrevistados, elas são raras ou sem frequência, e 18,7% disseram que elas ocorrem uma vez por ano.

Para o levantamento, foram entrevistadas 2 mil pessoas com 16 anos ou mais, entre 17 e 23 de março de 2017. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Brasil+Turismo

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, anunciou, na última terça-feira (11), o Brasil + Turismo, pacote de medidas para fortalecer o setor no País, com propostas para desburocratizar, aumentar o número de turistas, emitir vistos eletrônicos, ampliar a malha aérea regional e abrir 100% o capital das empresas aéreas brasileiras ao investimento estrangeiro. Com as medidas, o governo espera gerar mais empregos na área.

“Acredito que com o melhor aproveitamento turístico das orlas, o aumento do número de voos, a melhoria na qualidade do atendimento aos turistas, algumas medidas propostas dentro do Brasil + Turismo, teremos um número maior de brasileiros viajando pelo País”, afirmou o ministro Marx Beltrão.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

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Agência poderá realizar ações de marketing e de apoio à comercialização com instituições nacionais e internacionais para promover o País como destino turístico no exterior

Para ampliar a promoção do Brasil como destino turístico no exterior, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) pretende aumentar os investimentos e compartilhamento de custos com a iniciativa privada.  

Aliada a outras medidas apresentadas no Projeto de Lei de transformação em Agência Brasileira de Promoção do Turismo, encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente da República, Michel Temer, no dia 12 de abril, a Embratur poderá realizar, em parceria com instituições privadas nacionais e internacionais, ações de marketing e apoio à comercialização, mediante aporte financeiro mútuo. 

“O fortalecimento de PPPs [Parcerias Público-Privadas], uma importante bandeira defendida pelo instituto ao lado da ampliação de atuação de parques temáticos e da criação de AEITs [Áreas Especiais de Interesse Turístico], já está inserido na nova Lei Geral do Turismo, parte do Programa Brasil + Turismo. São medidas que reforçam a criação de um ambiente favorável para que o turismo se transforme em uma alavanca da economia brasileira”, afirmou Vinicius Lummertz, presidente da autarquia.

De acordo com o ministro do Turismo, Marx Beltrão, essas ações são resultado de muito diálogo para entender as necessidades do setor. “Precisamos criar condições para que os empresários invistam no País”, destacou. 

Os diversos modelos de Parcerias Público-Privadas, destacou Lummertz, buscam tornar as concessões mais eficientes, atraindo o setor privado e ampliando a participação da economia do turismo no PIB nacional. 

“Além da redução de custos ao erário, essas parcerias visam, especialmente, qualidade e continuidade nas ações que vamos realizar no exterior com resultados efetivos. E, nesse âmbito de investimentos privados no turismo, nosso compromisso será sempre o de trabalhar com transparência”, conclui o presidente da Embratur.  

 

Fonte: Portal Brasil, com informações da Embrtaur

Fonte oficial: Portal Brasil Turismo

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