Belém é uma das cidades mais interessantes para se conhecer no país. A riqueza cultural e gastronômica da capital do Pará encanta brasileiros e estrangeiros, e não é para menos. Quem chega à cidade amazônica se depara com a natureza abundante, além de uma variedade impressionante de cores, sabores, cheiros e costumes. Mas se você não sabe como chegar lá, não tem problema.

Veja quais são as suas opções e decida-se pela forma mais rápida e econômica: assim você não perde nem um minuto da sua próxima aventura e ainda fica com mais grana pra se divertir por lá!

Como chegar a Belém de carro

Belém fica lá no Norte do país, então a menos que você more por ali pertinho, com certeza vai ter que encarar muito chão pela frente. Quem vai do Sul ou do Centro-Oeste, a rota é pela Belém-Brasília (BR-153) até a cidade de Santa Maria do Pará.

Depois ainda é preciso pegar a BR-316 e a PA-391. Pra se ter uma ideia de como chegar lá de carro, do Rio de Janeiro pra lá são 3.125 Km, o que dá em média 1 dia e 15 horas se considerarmos uma velocidade média de 80 Km/h. Já quem sair de Curitiba vai levar umas 6 horas a mais. De ambas as cidades, a mesma viagem, de avião, dura pouco mais de 3 horas.

Para quem for de outras regiões basta acessar as duas últimas rodovias (BR-316 e PA-391) pra chegar à cidade.

Como chegar a Belém do Pará de ônibus

De ônibus a viagem não muda muito de figura, a não ser pela facilidade de não ter que dirigir. Fora isso, o tempo é praticamente o mesmo, sem contar com as inevitáveis paradas, claro. Afinal, além da fome e das pernas que precisam ser esticadas depois de tanto tempo, é preciso haver revezamento de motoristas.

O problema maior aqui, além do tempo de viagem, é o valor da passagem, que não costuma ser barato. Faça as contas direitinho pra não ficar com a falsa impressão de economia.

O Terminal Rodoviário de Belém fica no bairro São Brás e conta com cerca de 20 viações que abastecem também as cidades próximas.

As principais delas são as companhias Itapemirim (para cidades como São Paulo (SP), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Sobral (CE) e Rápido Marajó (Brasília (DF), Anápolis (GO), Gurupi (TO), que realizam as viagens mais longas.

De qualquer forma, não esqueça de comparar bastante preços e horários antes de fechar a compra.

Como chegar em Belém de avião

O avião, como sempre, acaba sendo a alternativa mais rápida e econômica – principalmente comprando a passagem aérea mais barata pela MaxMilhas. Como Belém recebe milhões de turistas todos os anos, dois grandes aeroportos atendem a cidade. Por isso, chegar em Belém de avião é muito mais fácil, seguro e tranquilo.

O Aeroporto Internacional Val de Cans, inaugurado em 1959, recebe quase 4 milhões de pessoas por ano. São muitas as companhias aéreas que operam no local, fazendo com que haja um leque muito grande de opções.

O outro aeroporto é o Brigadeiro Protásio de Oliveira, um tanto menor e menos famoso que o anterior, mas que também recebe uma quantidade significativa de voos diários.

Agora que você já sabe como chegar em Belém, é só comprar sua passagem aérea na MaxMilhas. Faça sua economia e boa viagem!

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Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

REGIÃO NORTE

Ministério do Turismo recebeu pleitos da Amazonastur para diversificar a oferta turística de Manaus e região

Por Geraldo Gurgel 

Secretário nacional de Desenvolvimento e Competividade do Turismo, Aluizer Malab, recebe a presidente da Amazonastur e comitiva. Foto: Roberto Castro/MTur

O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do Ministério do Turismo, Aluizer Malab, se reuniu nesta terça-feira (19), em Brasília, com a presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas, Roselene Medeiros, e comitiva da Amazonastur. Na pauta, o debate sobre ações para diversificar a oferta turística, ampliar a promoção e atrair mais turistas ao estado. Um dos projetos contempla a expansão do Centro de Convenções de Manaus para a realização de grandes eventos. A obra, no valor de R$ 40 milhões, está sendo executada com recursos do Ministério do Turismo e deve ficar pronta ainda este ano.

“Precisamos atuar para que a região ganhe competitividade em serviços e se torne um destino mais atrativo inclusive para o mercado doméstico”, disse o secretário do MTur. Malab estava acompanhado da coordenadora-geral de Qualificação Turística, Neusa Portugal, e do diretor do Departamento de Promoção e Produtos Turísticos, Sérgio Flores.

Uma das medidas previstas para atrair mais visitantes ao Amazonas é a melhoria da conectividade aérea internacional, para integração dos destinos amazônicos mais procurados pelos turistas estrangeiros. Duas novas rotas aéreas estão sendo estruturadas a partir de Manaus. Uma para a capital do Equador, Quito, via Letícia (Colômbia), e outra para Porto Maldonado (Peru), com escala em Rio Branco, no Acre. Atualmente, os turistas que estão no Peru, Equador e Colômbia e desejam conhecer a Amazônia brasileira se conectam com Manaus via São Paulo ou a partir da capital do Panamá.

A presidente da Amazonastur ressaltou que a região também recebe grande fluxo de visitantes que chegam por cruzeiros fluviais. A atual temporada, iniciada em novembro, deverá se encerrar em abril com 18 navios estrangeiros no porto de Manaus. Os navios são oriundos, principalmente, da Europa e Estados Unidos. Os roteiros de pesca também são atrativos da região de Barcelos, que oferece barcos-hotéis aos amantes da pesca esportiva. Roselene Medeiros solicitou a inclusão dos hotéis flutuantes, como categoria de meio de hospedagem, entre os serviços turísticos de cadastro obrigatório no Cadastur.

“Estamos nos reestruturando e contamos com o apoio do Ministério do Turismo para participarmos de feiras e eventos, dentro e fora do Brasil, onde possamos promover os destinos amazônicos e nos recolocarmos nos mercados domésticos e internacional. Temos potencial e atrativos diferenciados”, disse a titular do Turismo no Amazonas. O estado, que no ano da Copa do Mundo recebeu mais de um milhão de turistas, fechou o ano passado com 600 mil visitantes, voltando ao patamar de 2009.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Dizem por aí que a comida mineira é uma das melhores do Brasil. Só ouço verdades! Essa mistura de influências que vêm de várias partes do país e dos continentes africano e europeu, nos transformou na “cozinha do Brasil”, com aconchego e cheirinho de café da roça e bolo de vó.

Belo Horizonte reúne uma grande variedade de restaurantes, que vão da cozinha mineira à gastronomia internacional. Alguns, estão na cidade desde o início do século 20 e representam tudo que o brasileiro curte: tradição, boa comida, cerveja gelada e bom papo.

A gente sabe que curtir os blocos de Carnaval dá uma fome danada. Então que tal aproveitar que o Carnaval de BH 2019 está chegando para conhecer a gastronomia tradicional da cidade?

Montamos um roteiro especial com os bares e restaurantes raiz para você experimentar nos intervalos dos bloquinhos. Saca só!

Você vai amar Santê

Você já deve tá ligado que BH é considerada a capital mundial dos botecos e tudo começou numa esquininha do Santa Tereza, há exatos 100 anos atrás, no Bar do Orlando.

Tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural de Belo Horizonte, o bar é o mais antigo da cidade e era, originalmente, uma lojinha de pesca. Até hoje o espaço parece uma mercearia, com comida típica mineira, rodas de samba e MPB e boa cerveja.

Lá é uma boa pedida pra quem quer curtir a infinidade de blocos no Santê. Berço do Clube da Esquina,  o bairro faz a mistura perfeita entre a cultura boêmia, Carnaval e boa cozinha.  

No mesmo bairro você encontra outra relíquia da culinária e dos fins de noite belo-horizontinos: o Restaurante Bolão. No Carnaval dá para conciliar os diversos blocos durante o dia e almoçar o famoso rochedão na Praça Duque de Caxias.

Samba e comida boa na Centro-Sul

Chegando na região Centro-Sul são vários os blocos que desfilam pelas ruas. Todos os dias e horários você encontrará o que fazer durante o Carnaval.

A Avenida Brasil, por exemplo, conhecida pelos chorinhos e rodas de samba que acontecem ao longo do ano, se transforma no Carnaval para receber diversos blocos. Os ensaios já estão rolando pelo Santa Efigênia, mas, oh, não esquece que por ali está a zona hospitalar e silêncio nas ruas próximas às unidades de saúde é fundamental!

O Brasil 41 é um dos bares mais tradicionais da região, mas todo o entorno está mergulhado no samba e tem várias opções para matar a fome. Principalmente para quem ama uma comida de boteco.

Seguindo para os rolês da Savassi, o restaurante Casa dos Contos é a pedida tradicional. O Filet Surprise e à Parmegiana já estão no imaginário da cozinha belo-horizontina há quase 50 anos. O bom da Savassi é a variedade de estilos. No Carnaval você encontra atrações pra todos os gostos, palcos, blocos, botecos, espetinho e por aí vai.

Vai subir as ladeiras do Santo Antônio para acompanhar os blocos? Pelo bairro, vale a pena visitar a gloriosa Mercearia Lili, aberta há 70 anos. Nas prateleiras você vê de tudo, de alimentos a produtos de limpeza. Para comer, comidas de buteco deliciosas, bife à milanesa e, para os mais aventureiros, carneiro. Vale muito a pena se arriscar!

De rolê pelo Centro

Continuando nessa pegada de Carnaval com rangos de tradição, o Centro de BH é uma das melhores opções. Por lá dá para comer várias vezes ao dia e ganhar “sustança” pra seguir os blocos.

Comece tomando um cafezinho no Café Nice. Fundado em 1939, o café fica no coração de BH,  está na rotina de muitos trabalhadores e encravado na história da cidade, recebendo do operário ao Presidente da República. Aproveite para conferir as fotos na parede e entender a vibe nostálgica do lugar.

Depois, parta para os blocos. Para se manter saudável e aguentar o ritmo, a dica é não se esquecer de comer. Dá para traçar um KAOL de respeito no Café Palhares. Inaugurado em 1938, o restaurante é aquele reduto no centrão que reúne gente de todo tipo – músicos, políticos, torcedores de futebol, trabalhadores da região, gente que quer tomar umas e gente que só quer bater um pratão. Credo, que delícia!

Se seu rolê é um pouco mais tranquilo, a dica é ir ao edifício Maletta e comer na Cantina do Lucas. Desde 1962, o restaurante tem unanimidade quando se fala na qualidade do cardápio à la carte. Patrimônio Histórico e Cultural da cidade, foi lá que trabalhou Sr. Olympio, o garçom com maior tempo de atividade do país, imortalizado até no Guinness Book.

Se você não é de BH ou se é, mas ainda não conhece, é hora de criar vergonha na cara e ir ao Mercado Central.

Com mais de 400 lojas, o mercado oferece o melhor de Minas: artesanato, temperos, queijos, doces típicos e, claro, boa comida. Não pode deixar de experimentar o fígado acebolado com jiló, hein? A gente tá falando de gastronomia raiz!

E pra seguir essa lógica, não pode faltar aquele clássico caldo de mocotó acompanhado com ovo de codorna do Bar do Nonô. Com mais de 50 anos de tradição, o boteco foi reformado em 2016, mas não perdeu o gostinho que o público adora.

E claro, uma volta na Pampulha

E se você quer entrar de vez na experiência da comida típica mineira, com direito a fogão a lenha e tudo mais, o restaurante mais tradicional de BH é o Xapuri, na Pampulha.

Dá pra pegar um Uber do Centro até a região, visitar a Lagoa e a Igrejinha da Pampulha, o Mineirão e, ainda, curtir os bloquinhos por ali. Tem de axé, samba, forró e muito mais, além de eventos acontecendo na Esplanada.

Quer saber mais sobre os lugares em que você vai curtir a folia? Veja como essa cidade surpreendente se transforma para o Carnaval.

Juntando a festa carnavalesca com o prazer de se sentar à mesa mineira, o rolê fica completo. Lembre-se que o período oficial vai de 16 de fevereiro a 10 de março. Dá pra fazer de tudo e mais um pouco!

Agora que você já tem  o roteiro gastronômico de Bh é só comprar suas passagens aéreas. Na MaxMilhas você encontra passagens  com preços incríveis. Não tem desculpa para perder a folia, né?

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Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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AGENDA DO DIA

Secretário Bob Santos conheceu iniciativas desenvolvidas pela prefeitura de Fortaleza para aprimorar segurança dos visitantes

Por André Martins

AGENDA DO DIA: secretário Bob Santos recebeu o secretário de Turismo de Fortaleza, Alexandre Pereira, em Brasília. Foto: Divulgação/MTur

A adoção de medidas voltadas à segurança do turista foi pauta de reunião nesta terça-feira (19), em Brasília, entre o secretário nacional de Integração Interinstitucional do Ministério do Turismo, Bob Santos, e o secretário de Turismo de Fortaleza, Alexandre Pereira. Na ocasião, Santos conheceu iniciativas como a instalação de torres de monitoramento policial na cidade, entre outras em desenvolvimento na capital cearense.

O secretário do MTur elogiou o projeto e afirmou que ações do tipo podem servir de exemplo para destinos de todo o Brasil. “Melhorar a segurança turística nos destinos é uma das nossas metas de honra. Estamos avaliando casos de sucesso como a Colômbia, conhecida no passado pela violência do narcotráfico, e que hoje é um destino consolidado”, comentou.

Bob Santos também estudou, com Alexandre Pereira, uma data para que Fortaleza sedie o projeto itinerante do MTur ‘Diálogos com o Trade’, quando as ações desenvolvidas pela Pasta em áreas como apoio ao crédito, realização de eventos e obras de infraestrutura são apresentadas durante encontros com prefeitos, secretários de Turismo e empresários.

FESTURIS – Também nesta terça-feira (19), Bob Santos recebeu a visita de Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, diretores da Feira Internacional de Turismo de Gramado (RS). Durante a reunião, foi discutida a participação do MTur no evento, cuja 31ª edição será realizada de 7 a 10 de novembro deste ano. Em 2018, um estande do Ministério no Festuris promoveu atendimentos presenciais sobre projetos da Pasta e divulgou atrativos de 12 estados brasileiros.

Marta Rossi destacou que a presença do MTur na feira demonstra o empenho do governo federal pelo desenvolvimento do setor. “Isso mostra que o governo está preocupado em criar movimentos que elevem o nosso produto. Além de estimular o turismo interno, estamos mostrando, através do Festuris, com a participação do MTur, o Brasil para o mundo”, afirmou.

No ano passado, o Festuris atraiu 15 mil participantes, com a exposição de 2.500 marcas e a geração de R$ 300 milhões em negócios. Considerado um dos mais efetivos encontros de negócios da América Latina, o evento oferece espaços que abordam diferentes temáticas, como turismo de luxo, corporativo e LGBT.

19.02.2019 Reuniao festuris
Secretário também esteve com organizadores do Festuris, de Gramado (RS). Foto: André Martins/Divulgação MTur

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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A vinicultura húngara conheceu altos e baixos através dos séculos. Suas videiras existem desde
a época dos romanos e sua fama no mundo do vinho variou entre a produção de bons vinhos e a produção de vinhos para serem exportados em grandes quantidades, em detrimento da qualidade.

Assim como em outros países, na Hungria os cristãos foram, em grande parte, responsáveis pela implantação da cultura do vinho, através da construção de mosteiros cercados de vinhedos para garantir produção suficiente para o consumo dos religiosos. Com o advento da invasão otomana,
no ano de 1526, muitos hectares de terra produtiva foram abandonados em razão das fugas temendo ataques invasores.

Após o império otomano, o setor conheceu uma boa recuperação e foi criado o primeiro sistema de classificação de vinhedos. A Hungria recuperou seu posto e, no final do Século 19, voltou a ser um dos principais exportadores para a Europa Central e Oriental. Mas ainda havia muito por vir.
A Primeira Guerra Mundial, o fim do Império-Húngaro e a invasão das terras derrubaram mais uma vez a economia do país. Anos depois viriam ainda as revoluções comunista e fascista. E em 1920,
com o Tratado de Trianon, perdeu dois terços de seu território, incluindo parte de Tokaji. Anos depois, com o final da Segunda Guerra, o país enfrentaria ainda as ocupações alemã e russa, e a chegada
do comunismo, quando seus vinhedos foram divididos e redistribuídos, acabando com qualquer chance de produzir bons vinhos. recuperação veio após o fim do comunismo e até hoje a Hungria trabalha e investe em tecnologia para reconquistar seu prestígio internacional.

Villány e o vinho
Os frutos do trabalho com vinhos vêm se mostrando satisfatórios. Hoje, o país possui nada menos que 22 regiões vitivinícolas. Entre elas, Villány, de onde procede a Seleção Mensal deste mês, Ördög Cuvée 2015, é uma das mais importantes. A região tem fama de produzir excelentes vinhos tintos
em seus mais de 2.483 hectares de vinhedos, que se desenvolvem em um terroir único.

Esses vinhedos são protegidos dos ventos do Norte pelas montanhas e contam com mais horas de sol por ano, além das temperaturas mais temperadas do país. Além disso, o solo de calcário rochoso e argiloso é uma ótima base para a produção de vinhos com personalidade.

E personalidade é o que não falta neste Ördög Cuvée 2015, um blend de variedades locais com vivacidade, forte estrutura, frutado e maduro.

Texto: Paula Taibo

 

Fonte oficial: Sociedade da Mesa

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Últimas notícias

Todos os convênios investigados pela Polícia Federal são das gestões dos presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff. Desde 2012, o Ministério do Turismo não celebra nenhum convênio com a iniciativa privada, apenas com órgãos públicos. A atual gestão do Ministério do Turismo não assinou nenhum convênio até o momento. Além disso, a Pasta já havia determinado uma auditoria completa em todos os instrumentos de repasse antes mesmo de tomar conhecimento da investigação da Polícia Federal, ação que resultou no cancelamento de um contrato no valor de R$ 1 milhão. O Ministério do Turismo não é alvo das buscas e apreensões da Operação Fantoche e está totalmente à disposição para colaborar com a investigação.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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MAPA 2019

Municípios terão de 1º de abril a 30 de julho para enviarem documentos para análise da Pasta. Novo mapeamento deverá ser publicado em agosto

Por Lívia Nascimento

Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte. Foto: Pedro Vilela/Banco de Imagens MTur Destinos

Os 5.570 municípios brasileiros poderão pleitear sua inclusão no Mapa do Turismo Brasileiro 2019-2021 a partir de 01 de abril. É nesta data que começa a contar o prazo oficial, que termina em 30 de julho, para cadastramento e inserção dos documentos no Sistema de Informações do Programa de Regionalização do Turismo. Vale lembrar que novos critérios, compromissos e recomendações foram estabelecidos para a próxima edição do Mapa que, atualmente, é composto por 3.285 municípios.

De acordo com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o Mapa do Turismo é fundamental para o desenvolvimento das políticas públicas para o setor. “Com ele, conseguimos ter uma radiografia do turismo no Brasil e entender de maneira mais clara nossas potencialidades para investir de maneira adequada na melhoria de infraestrutura, realização de campanhas publicitárias, entre outras ações”, explica.

A lista de critérios obrigatórios para integrar o Mapa inclui a necessidade de o município ter um órgão de turismo em atividade, conselho municipal de turismo funcionando e orçamento próprio destinado ao turismo, além de possuir prestadores de serviços turísticos de cadastro obrigatório registrados no Cadastur. São eles: meios de hospedagem; agências de viagem; parque temático; acampamento turístico; organizadoras de eventos; guia de turismos e transportadoras turística.

Para que todos conheçam as novas regras, o Ministério do Turismo definiu as datas para que as Unidades Federativas possam dar início às atividades de mobilização e sensibilização dos gestores municipais, com a realização das oficinas regionais e estaduais para explicar as mudanças e tirar dúvidas existentes. “Estamos muito confiantes com os bons resultados que teremos nesta próxima edição do Mapa e, para isso, contamos muito com o apoio dos gestores estaduais e municipais”, comenta o secretário nacional de Estruturação do Turismo do MTur, Robson Napier.

Todos os municípios inseridos nas regiões do Mapa são considerados, pelo Programa de Regionalização do Turismo do MTur, destinos de vocação turística ou destinos de apoio que podem contribuir ou se beneficiar da geração de emprego e renda induzidos pela atividade do setor.

O Mapa do Turismo Brasileiro foi instituído em dezembro de 2013 e passou a ser atualizado de dois em dois anos a partir de 2016. Os estados, em parceria com os municípios, têm autonomia para definição das regiões turísticas, excluindo ou incluindo destinos.

CALENDÁRIO

Fevereiro a março de 2019: Mobilização dos gestores municipais e realização das oficinas regionais e estaduais.

01 de abril a 30 de julho de 2019: Cadastramento e inserção dos documentos no Sistema de Informações do Programa de Regionalização do Turismo, através do endereço eletrônico www.sistema.mapa.turismo.gov.br.

31 de julho de 2019: Encerramento do Sistema de Informações do Programa de Regionalização do Turismo.

01 a 15 de agosto de 2019: Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação faz coletânea do banco de dados do Sistema de Informações do Programa de Regionalização do Turismo.

Agosto de 2019: Publicação da Portaria que define o número de municípios e regiões turísticas que deverão compor o Mapa do Turismo Brasileiro 2019.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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A cidade maravilhosa atrai turistas o ano inteiro que vêm em busca de suas praias e suas paisagens exuberantes. Muitos não sabem, no entanto, que o Rio tem uma gastronomia rica, e saber onde comer na cidade pode fazer toda a diferença para sua viagem.

Deixe as redes de fast food para outra hora: continue sua leitura e descubra onde comer no Rio de Janeiro para aproveitar ao máximo sua viagem!

Porcão

Quem está procurando onde comer churrasco no Rio de Janeiro sempre se depara com o nome dessa churrascaria famosa e tradicional: o Porcão tem serviços espetaculares e sabores incríveis, sendo um dos restaurantes mais famosos da capital carioca. O preço, no entanto, fica em uma faixa um pouco mais alta.

Verdin

Já quem dispensa o churrasco e prefere uma comida mais saudável, ou mesmo vegetariana, vai adorar o Verdin. Sua linha é mais saudável e funcional, com pratos quentes, saladas e sobremesas, assim como sucos naturais. Os preços são baixos, especialmente se você considerar que o restaurante fica no Leblon!

Aprazível

Localizado em Santa Teresa, o Aprazível é um destaque quando se pensa em onde comer com a família. A decoração e a vista são lindas, com um estilo tropical, entre árvores nativas e casas antigas. O menu é cheio de clássicos, como moqueca, e conta com um coquetel de frutas surpreendente.

É sempre bom fazer uma reserva, porque é um restaurante bem famoso. E se você quer planejar um jantar romântico, recomendamos escolher a mesa da casa da árvore. A vista é incrível!

Bar Varnhagen

Um bar presente nas noites da Tijuca desde 1944, o Varnhagen é ocupado, especialmente, por moradores locais que o frequentam faz anos. Seu interior é simples, com azulejos brancos e azuis, e cachaças artesanais que enfeitam as prateleiras e fazem a alegria dos clientes.

No cardápio, rabada com agrião e bolinho de bacalhau, como manda a tradição. Sabores clássicos e deliciosos!

Antigamente

Ainda na faixa clássica e tradicional do Rio, o Antigamente é um lugar onde comer bem e curtir um samba é a chave para criar um ambiente agradável, acolhedor e divertido. Sempre com cerveja gelada disponível, o cardápio conta também com costela no bafo e filé com molho de alho.

Filé do Lira

Mais uma opção perfeita para as noites boêmias cariocas: o Filé do Lira é um restaurante muito tradicional no Leblon, e serve pratos executivos durante toda a semana. Com opções como picanha com batata e salmão com arroz de brócolis, seus preços são bem acessíveis, ótimos para quem quer matar a fome com uma comida simples e saborosa.

Se você procura onde comer no Rio de Janeiro, está com sorte: a cidade está cheia de todo tipo de restaurante, pub e bar, com sabores influenciados por todas as partes do Brasil e do mundo. Seja nos tradicionais restaurantes do centro ou nos modernos bistrôs da Lapa, você será muito bem servido!

Está planejando sua viagem para o Rio? Encontre passagens aéreas com muito mais desconto no site da MaxMilhas!

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Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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Em 2017 foram mais de 6,5 milhões só de turistas internacionais – 42 mil a mais do que no ano anterior, mesmo a cidade tendo sido sede da Copa do Mundo. Os números do Ministério do Turismo mostram ainda que o Rio de Janeiro é a porta de entrada de 20,5% de todos os estrangeiros que chegam ao Brasil. Por outro lado, a meta do governador Wilson Witzel, é chegar a 12 milhões de pessoas por ano. Com isso, é claro que o que não falta é onde ficar no Rio. No entanto, o próprio excesso de ofertas pode confundir o visitante.

Então onde ficar na Cidade Maravilhosa?

O Rio tem de tudo: hospedagem em hotéis de todas as estrelas, hostels, pousadas, pensões, quartos, Airbnb. Mas para quem chega de fora, pode ser bastante complicado decidir onde ficar – principalmente se não quiser pagar uma fortuna em hotéis internacionais na Zona Sul da cidade.

O Centro da cidade, onde se localiza alguns dos locais históricos mais bonitos e interessantes da cidade conta com bons hotéis – e alguns até bastante econômicos. O Atlântico Business Centro e o America’s Granada Hotel são alguns deles.

No entanto, se há a vantagem de ter farta condução na porta, de estar pertinho do Aeroporto Santos Dumont e da Lapa, com toda a tradição de suas casas de shows, há a desvantagem da insegurança. À noite e nos finais de semana a maioria das ruas fica vazia e a frequência não é das melhores.

Onde ficar na Zona Sul do Rio

Se a ideia é aproveitar as praias maravilhosas, o melhor lugar onde ficar é a Zona Sul do Rio. A região é muito grande, englobando vários bairros – inclusive alguns dos metros quadrados mais caros do país, como Leblon e Ipanema.

No entanto, se a ideia é não exorbitar no orçamento, é possível ficar em bairros charmosos e próximos, como Botafogo, Flamengo e Catete, que têm preços mais em conta.

Nesses locais algumas boas opções são o Mercure Botafogo, Íbis Botafogo, Argentina Hotel (Flamengo) e Petit Rio Hotel (Catete). Mas tem onde ficar de forma mais informal também, como os ótimos hostels Villa 25, no Largo do Machado, e o Discovery Hostel.

Já pra quem não se importa em pagar mais, pode aproveitar todo o charme da orla, como Copacabana, Ipanema, Leblon e São Conrado. Aí as opções são muitas, desde o mundialmente famoso Copacabana Palace até o Hotel Atlântico Rio, no mesmo bairro, e que tem preço bem razoável.

Outra ao opção é a Barra da Tijuca, região que não para de crescer. Além de uma das mais belas praias do Rio, o bairro conta com uma infinidade de shoppings e casas de shows, além de alguns dos melhores restaurantes da cidade. Lá, vale a pena experimentar o Windsor Marapendi ou o mais em conta Ibis Barra da Tijuca.

Onde ficar no Rio? No charme de Santa Teresa!

Quer ficar em um lugar descolado, cheio de opções culturais e bares pra lá de badalados? Então, o lugar certo onde ficar é Santa Teresa, uma região central do Rio bem pertinho da Zona Sul.

O local é cheio de pousadas charmosíssimas, que você vai encontrando conforme sobre as ladeiras do bairro. Ali, não tem erro: basta parar em qualquer bar, lojinha ou banca de jornal e se informar.

O lugar é uma verdadeira preciosidade cultural encrostada no Rio, mas não espere muito sossego apesar da aparência de cidade pequena. Lá ouve-se idiomas do mundo inteiro, porque os turistas estrangeiros simplesmente amam o clima local.

Agora que você já sabe onde ficar no Rio, só  falta comprar sua passagem aérea barata na MaxMilhas e fazer as malas. Partiu?

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