Orlando: tudo o que você precisa saber para planejar sua viagem – MaxMilhas

Pensando em conhecer Orlando? Veja as nossas dicas para fazer a sua viagem para esse destino cheio de atrativos valer a pena!

Quando você pensa em visitar uma cidade que sempre quis conhecer, qual vem à sua mente? Se a sua resposta foi Orlando, saiba que você não está só! Para muita gente, ela é o destino perfeito para as tão aguardadas férias — e isso não é à toa.

Afinal, o local é um dos pontos turísticos mais importantes dos Estados Unidos, sendo conhecido pelas belas praias, as dezenas de campos de golfe, a vida noturna, os parques aquáticos, os centros comerciais e, é claro, os parques temáticos. Tanto é que em 2017, conforme noticiado no jornal Orlando Sentinel, a cidade recebeu 72 milhões de visitantes.

Por essa razão, preparamos um post completo que vai ajudá-lo a organizar a sua viagem e planejar todos os detalhes. Assim, você passará dias incríveis nessa cidade que, sem dúvidas, sabe como fazer a mágica acontecer. Acompanhe o post até o fim e anote as nossas sugestões!

Como planejar a viagem para Orlando

Para começar o seu planejamento de viagem, é preciso ter em mente uma coisa muito importante: há cidades que, sim, se encaixam muito bem para viagens mais rápidas e curtas de fim de semana ou feriado, por exemplo. Porém, esse não é o caso de Orlando. Por ser um lugar com fluxo turístico muito grande e ter centenas de atrativos, não é recomendado fazer apenas um bate e volta.

A razão disso é que você corre risco de participar de bem menos passeios do que gostaria, deixar de ver/fazer algo por conta de fila ou lotação e de realizar programas super corridos sem poder desfrutá-los e experimentá-los como eles merecem. Ou seja, o que era para ser uma baita experiência acaba se tornando um balde de água fria!

Por isso, ideal é pensar em um período de, pelo menos, cinco dias em Orlando para você ter tempo de aproveitar tudo o que quer e o principal: sem estresses! A partir daí, é só seguir algumas etapas.

Documentação e passagens

A primeira é solicitar o visto para viajar (caso ainda não o tenha) — que é um processo que pode levar de um a três meses. Em seguida, você pesquisa e compra as passagens.

Roteiro de viagem

O próximo passo é montar um roteiro com os locais que você quer visitar, listando sempre os horários de funcionamento deles e os respectivos valores de cada um.

Hospedagem

Ao terminar o seu cronograma é hora de procurar por opções de hospedagem bem localizadas e que tenham um preço amigável. Com esses últimos dados, dá para estipular uma média de gastos e pensar em possibilidades para economizar na viagem, especialmente com transporte e alimentação.

Isso porque ao ficar próximo aos pontos turísticos e em um lugar com cozinha equipada e disponível para os hóspedes, por exemplo, é possível ir caminhando até as atrações no dia a dia e, inclusive, preparar as próprias refeições — algo que é muito importante para quem tem intolerâncias ou restrições alimentares.

Cotação do dólar

A quarta etapa é acompanhar a cotação do dólar regularmente para identificar os períodos de desvalorização da moeda e, dessa maneira, fazer câmbio no momento certo. Acredite: às vezes, você pode achar que o preço de venda dela diminuiu apenas alguns centavos e que isso não fará diferença alguma.

Mas quando são feitas compras recorrentes e em valores altos dá para notar, sim, uma boa economia. Logo, se dá para reduzir suas despesas, não marque bobeira! Por fim, é só preparar as malas e aproveitar a sua temporada no exterior.

Qual é o melhor período do ano para viajar para a cidade

Um questionamento frequente entre quem planeja viajar para Orlando é qual o período é mais indicado para conhecer a região. Por isso, antes de qualquer coisa, é preciso entender que as estações nos EUA são diferentes das do Brasil pelo fato do primeiro país estar no hemisfério norte e o segundo, no hemisfério sul. Abaixo, você confere os meses correspondentes a cada época do ano no seu próximo destino:

  • primavera: março, abril e maio;
  • verão: junho, julho e agosto;
  • outono: setembro, outubro e novembro;
  • inverno: dezembro, janeiro e fevereiro.

No verão, por exemplo, as temperaturas variam de 24º a 35º. Já no inverno, elas caem e ficam entre 8º e 18º. Ou seja, apesar da inversão das estações, o clima não é tão diferente do que encontramos em território nacional, especialmente nos estados do Sul e Sudeste, não é mesmo?

No entanto, é importante dizer que julho não só é um dos meses mais quentes do ano, como também é o período em que os estudantes têm férias. Com isso, o fluxo de visitantes no município acaba aumentando. Para completar, há outro período de recesso escolar bastante popular nos Estados Unidos: o spring break, que ocorre entre março e abril. Ou seja, no auge da primavera.

Portanto, se você quer aproveitar o calor, mas não tem interesse em viajar em períodos de alta temporada como os que citamos há pouco, uma boa solução é ir a Orlando durante os meses de maio, junho e agosto. Agora, se o frio não é problema e a sua preferência é justamente a baixa estação — até para ter uma maior oferta de passagens promocionais e encontrar hospedagem com mais facilidade e boas condições — dá para embarcar entre setembro e fevereiro sem problemas!

Como comprar passagens para Orlando

Se você faz o que está ao seu alcance para embarcar na baixa temporada, muito provavelmente vai se deparar com preços mais atrativos para viajar do que em datas da alta temporada. Basta lembrar que nessa época do ano a procura por voos para cidades turísticas é menor, o que acaba afetando o valor cobrado por trecho pelas companhias aéreas — a velha e conhecida relação entre procura e oferta.

Porém, isso ainda não é garantia de que a sua passagem será, de fato, barata, ou que será possível conseguir aquela mais em conta. Por isso, muita calma nessa hora! Lembre-se que nós estamos aqui para ajudá-lo. Tanto é que reunimos algumas dicas preciosas para quando você for pesquisar por passagens. Veja:

Compre sempre com antecedência

Nunca deixe para comprar em cima da hora! Ao fazer isso, você perde muitas promoções, limita suas opções de voos e, consequentemente, acaba tendo disponíveis apenas os mais caros e com  maiores durações de viagem. Por esse motivo, o ideal é adquirir os seus bilhetes com alguns meses de antecedência, certo?

Considere voos com escala e conexão

Sim, voos diretos são mais curtos e menos cansativos. Disso, não há dúvida. Contudo, eles tendem a ser mais caros que aqueles com escala ou conexão. Portanto, para quem quer economizar ao máximo, pode ser uma boa ideia considerar voos mais longos.

Adquira os seus bilhetes de ida e volta juntos

Achou as passagens que queria? Então lembre-se de adquirir a ida e a volta juntas. A razão disso é que as companhias aéreas costumam oferecer preços menores quando é feito esse combo, justamente para garantir que os viajantes comprem ambos os trechos dela.

Fuja das passagens em dias que são feriados

Antes de fazer uma viagem é importante checar se os dias de ida e volta coincidem com feriados locais tanto na sua cidade de origem quanto no seu destino — especialmente se for em outro país, pois as celebrações e datas comemorativas, certamente, serão distintas.

Em casa positivo, vale a pena rever as datas do seu embarque. Afinal de contas, independentemente de qual seja o lugar, é natural que as pessoas queiram viajar para aproveitar a folga, estar com os amigos e a família e se divertir. Logo, isso causa um aumento na procura por voos, o que, consequentemente, eleva as tarifas cobradas.

Espere por datas comemorativas

Você começou a pesquisar por possíveis voos, mas se lembrou que dentro de poucos dias terá uma data comemorativa, como dia do consumidor, aniversário da sua cidade ou dia dos namorados? Então controle a ansiedade e espere por ela! Tenha em mente que, nesses períodos, é comum que as companhias lancem promoções e ofertas nacionais e internacionais. Logo, você pode se beneficiar (e muito) ao aguardá-las.

Analise a possibilidade de embarcar para uma cidade vizinha

Você procura voos em conta para o seu destino, mas os preços cobrados praticamente não baixam e até parecem aumentar a cada nova pesquisa? Então é uma boa ideia considerar um plano B: comprar as passagens para uma cidade vizinha. Dessa forma, dá para encontrar tarifas muitas vezes bem mais em conta e, de quebra, conhecer um novo local. Por exemplo, no caso de Orlando, há uma boa variedade de aeroportos internacionais em municípios próximos, como Tampa, Miami, Fort Lauderdale e Key West.

Compre as passagens com milhas aéreas

Além do que falamos, você também pode comprar passagem com milhas aéreas. Lembrando que não precisa ser obrigatoriamente aquelas que você acumulou com o seu cartão de crédito. Ao contrário, há sites que são referência no mercado, como a Max Milhas, em que você pode emitir seus bilhetes por meios de milhas que foram vendidas para a empresa, pagando, assim, preços bem mais baratos.

Quais os documentos necessários

Você deve estar se perguntando: “Eu já sei como planejar minha viagem, qual o melhor período para visitar Orlando e, inclusive, como comprar a minha passagem com um ótimo custo-benefício. Porém, quais são, afinal, os documentos para viagem necessários para entrar nos EUA?”.

Esse é um assunto que sempre gera dúvidas, uma vez que muita gente publica coisas nas redes sociais criando um verdadeiro alarde sobre a imigração norte-americana. Por isso, vamos a eles!

Passaporte e visto

Basicamente, você precisa ter um passaporte com, no mínimo, seis meses de validade a partir da data do seu retorno e o visto B2 que é de entrada como turista.

Para obtê-lo, é preciso preencher o formulário DS-160 na página oficial do Departamento de Estado, realizar a coleta da sua imagem e dos seus dados biométricos nos Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) e, por fim, comparecer à entrevista na embaixada ou no consulado mais próximo da sua residência.

No nosso país, ao todo, só há uma embaixada (em Brasília) e quatro consulados (em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre). Portanto, para algumas pessoas, será preciso viajar para outros estados para finalizar esse processo. Assim que for aprovado na última etapa, você pode embarcar com tranquilidade rumo a Orlando!

Já ao chegar nos Estados Unidos é fundamental ter passagens de ida e volta, recibo de hospedagem para apresentar e comprovante de meios de subsistência (cartões de crédito, débito e pré-pago e/ou dinheiro em espécie) em mãos para, caso solicitado, apresentar ao oficial de imigração. Dessa forma, será possível comprovar as respostas dadas às perguntas do agente.

Seguro de viagem

Vale lembrar que o seguro de viagem não é obrigatório para os EUA. No entanto, é uma questão de cuidado e precaução com você mesmo. Basta lembrar que imprevistos acontecem e você pode adoecer, ter uma mala extraviada, se acidentar ao fazer um esporte radical ou precisar de atendido médico com urgência. Portanto, não abra mão do seu bem-estar e da sua segurança, ok?

Quais atrações locais são imperdíveis

Parques em Orlando

Quando se fala em Orlando é quase impossível não pensar nos tão famosos parques da região que atraem desde crianças até idosos, todos em busca de diversão e lazer. Porém, eles não pertencem cada um a uma companhia distinta. Na verdade, há três grandes complexos de entretenimento que dominam a cidade.

Justamente por isso, é comum que os visitantes comprem pacotes para visitar todos ou a maioria deles — algo que até reduz os custos com entradas. Abaixo, você confere quais são eles e os parques que cada um comanda:

Disney

Personagens dos contos de fadas, dos filmes de super-heróis da Marvel, da saga Star Wars e muito mais você encontra nos quatro parques da empresa: o Magic Kingdom, o Animal Kingdom, o Epcot e o Hollywood Studios. Além disso, ela ainda têm dois parques aquáticos: o Disney’s Blizzard Beach e o Disney’s Typhoon Lagoon.

Universal

A Universal, que é um dos maiores estúdios de cinema do mundo, tem dois parques em funcionamento em Orlando: O Universal Studios Florida e o Universal’s Island of Adventure. O primeiro traz inúmeras atrações dos filmes produzidos pela companhia, como o Jurassic Park, o Shrek, o Transformers e o Velozes & Furiosos. O segundo tem áreas temáticas voltando para grandes sucessos de bilheteria, como King Kong, Harry Potter, o Espetacular Homem-Aranha etc.

Sea World

Já o Sea World é um enorme parque com eventos, shows, apresentações, tours e outras atividades que envolvem a observação e, em especial, o contato com animais marinhos, desde pinguins e focas até golfinhos e baleias.

Outros passeios e atrações em Orlando

Fora os parques que ficam em Orlando, há diversas atrações tanto na cidade quanto na região metropolitana dela que merecem uma visita sua. Muitos, inclusive, fogem do óbvio e são experiências únicas, como é o caso do/da:

  • Legoland;
  • WonderWorks;
  • Citrus Bowl Stadium;
  • Discovery Cove;
  • Amway Center;
  • Ripley’s Believe It or Not;
  • iFly Indoor Skydiving;
  • Celebration Golf Club;
  • Orlando Eye;
  • Madame Tussauds – Wax Museum;
  • Grand Cypress Golf Club;
  • Orlando Balloon Rides;
  • Titanic – The Artifact Exhibition;
  • Kennedy Space Center (comandado pela NASA).

E se você adora colocar os pés na areia, as praias de Cocoa Beach, Daytona Beach e Siesta Key não podem faltar no seu roteiro de viagem!

Onde fazer compras em Orlando

Além de se divertir nas atrações de Orlando, muitas pessoas querem aproveitar o tempo livre para bater perna e fazer compras. Alguns vão com o intuito de adquirir uma lembrancinha para si mesmo e para levar para os amigos e os familiares. Outros, por sua vez, querem comprar algo específico (como celular, roupa, perfume ou maquiagem) por um preço mais barato do que o encontrado no Brasil.

Por isso, independentemente de qual seja o seu caso, saiba que não falta opção na cidade! Abaixo, você confere algumas sugestões:

  • lojas de vestuário: Orlando International Premium Outlets, H&M e Hot Topic;
  • lojas de eletrônicos: Wallmart, Best Buy e HH Gregg;
  • lojas de utensílios domésticos: Marshalls, Ikea, Target e Dollar Tree;
  • cosméticos e perfumaria: Bloomingdale’s, Macy’s Ulta Beauty e Victoria’s Secret.

Em que regiões se hospedar

Lembra de quando falamos sobre se hospedar em locais que tenham boa localização e como isso pode beneficiar a sua estadia e principalmente o seu orçamento para viajar nos Estados Unidos? Pois bem, regiões como a International Drive, a Kissimmee e a Lake Buena Vista podem ajudá-lo a conseguir a alcançar esse objetivo.

O que explica isso é o fato de que todas elas são próximas dos principais pontos turísticos da cidade, são acessíveis tanto de automóvel quanto de transporte público, contam com uma boa oferta de estabelecimentos comerciais ao redor (como bancos, farmácias e supermercados) e ficam, em média, a 30 minutos de carro do aeroporto internacional do município.

Como se locomover pela cidade

Se você quer unir conforto, praticidade e autonomia para ir e vir, é uma boa ideia alugar um carro, ainda mais quando se viaja em grupo. Assim, todos podem dividir o valor e deixar o serviço bem mais em conta. Agora, se nem você nem suas companhias dirigem, é preciso pensar em soluções para se locomover pela cidade — especialmente ao carregar várias malas de viagem — e não desperdiçar tempo nem muito menos dinheiro.

A primeira delas é algo que já mencionamos: escolher um hotel perto das atrações que você visitará. Nos arredores dos principais parques da região, por exemplo, não faltam redes de hoteis que oferecem traslado para os hóspedes com o valor gratuito ou já incluso na diária. Além disso, pela proximidade, dá para acessá-los a pé.

Vale ressaltar que os grandes complexos de entretenimento também disponibilizam transfer pago que os conectam a diferentes pontos da cidade, incluindo o próprio aeroporto. Entre eles, podemos citar a Universal, a Legoland e a Disney.

Os táxis e os aplicativos de transporte particular também são alternativas. Porém, é preciso estar ciente que o custo das corridas pode pesar no bolso e se tornar uma despesa significativa. “E quanto ao transporte público? Posso utilizá-lo para conhecer diferentes locais em Orlando?”, você deve estar se questionando. A resposta é sim.

Porém, saiba de antemão que a cidade não tem metrô nem trem circulando.  Na verdade, o serviço se restringe às linhas de ônibus. Logo, você fica dependente das rotas que elas fazem e dos horários em que circulam.

Onde comer em Orlando

Não poderíamos deixar de fora do post algumas sugestões de onde fazer as refeições em Orlando. Afinal, comer é um dos maiores prazeres da vida e uma das melhores formas de conhecer mais da cultura, do mix e influências da região e das tradições do seu destino. Abaixo, você vê nossa seleção especial por categoria:

  • temáticos: Sharks Underwater Grill, Cinderella’s Royal Table e Coral Reef;
  • churrascaria: Yatchsman Steakhouse, Shula’s Steak House e Charley’s Steak House;
  • comida vegetariana/vegana: Dixie Dharma, Ethos Vegan Kitchen e First Watch;
  • comida internacional (italiana, francesa, japonesa etc.): Via Napoli, Benihana e Le Coq Au Vin e Tapa Toro.

O que visitar nos arredores de Orlando

Para encerrar nosso post, trouxemos uma dica especial para quem pretende passar duas ou mais semanas em Orlando: municípios pequenos aos arredores da cidade que podem ser visitados em em um bate e volta de um dia. O motivo disso?

Simples: você conhece um pouco mais do estado da Flórida, vivencia novas experiências e consegue montar um roteiro mais eclético e não tão centrado nos pontos turísticos tradicionais como a maioria das pessoas fazem. Dito isso, veja quais são as nossas indicações!

Celebration

A Celebration é um lugar com ares de cidade cenográfica. Situada a 47 km de Orlando, ela foi projetada e construída pela Disney para comportar os visitantes dos complexos de entretenimento da região. Por isso, tem uma arquitetura singular e que traz diversas referências aos cenários de filmes e seriados. A área dela é tão pequena que, para se ter ideia, residem menos de 8 mil moradores no município.

St Augustine

St Augustine, por sua vez, fica a 173 km de Orlando e é parada obrigatória para quem gosta de lugares que parecem ter saído de livros de história. Sabe o por quê? Ela foi construída quando parte da região da Flórida estava sob o domínio da Espanha. O lugar é tão pitoresco e charmoso que preserva diversas casas, ruas, prédios e até um forte com a estética do século XVI.

Immokalee

A última cidade é Immokalee que fica a cerca de 260 km de distância de Orlando. Isso porque o pequeno município é famoso pelo Lake Trafford, uma reserva ambiental com 1500 acres que é habitat natural de diversas espécies de jacarés. Nele, é possível fazer rotas de barco para ver de perto a natureza selvagem. Ou seja, quem gosta de aventura vai adorar dar um pulo na cidade!

Como você viu, visitar Orlando é mergulhar em um mar infinito de possibilidades. Isso porque a cidade tem atrações para todos os gostos (e bolsos). Portanto, se planeje com antecedência quanto aos pontos que mencionamos ao longo do texto para garantir que você conheça tudo aquilo que deseja e tenha, de fato, uma experiência marcante. Afinal de contas, viajar é colecionar bons momentos em lugares que gostamos e com pessoas que adoramos, não é mesmo?

E se você curtiu o nosso post, aproveite para conferir mais detalhes sobre como se preparar e comprar passagem aérea para viajar para o exterior!

Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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