Qualificação

Será a segunda experiência de concluintes dos cursos das plataformas BBA e Gestor que embarcam no sábado no Porto de Santos

Estudantes realizam visita técnica em navio. Crédito: Roberto Castro

O Ministério do Turismo, em parceria com a CLIA Brasil, promoverá neste sábado (23) mais uma visita técnica em navios de cruzeiros para alunos dos cursos a distância das plataformas Brasil Braços Abertos (BBA) e Gestor de Turismo. Esta segunda fase da campanha de incentivo à qualificação profissional contempla 15 pessoas que conhecerão as instalações do navio da Costa Cruzeiros no Porto de Santos.

A série de visitas técnicas a navios de cruzeiros começou no dia 16 de março, no Rio de Janeiro, depois do sorteio realizado entre os alunos que concluíram os dois cursos online e gratuitos oferecidos pelo Ministério do Turismo. O objetivo é complementar o conteúdo teórico com uma experiência prática que propicie o contato direto dos estudantes com atividades laborais exercidas no mercado de trabalho do turismo.

“Para nós, que somos gestores, é gratificante ver o entusiasmo das pessoas com essa experiência que contribui para mostrarmos o leque de oportunidades que o setor de turismo oferece”, afirmou o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, Aluizer Malab.

Por questões operacionais das empresas parceiras do MTur, as visitas que haviam sido programadas para os dias 17 e 24 de março foram canceladas. Os grupos sorteados para as duas datas terão nova oportunidade no próximo dia 27 de março no navio MSC Poesia, ancorado no Porto de Santos.

Confira a lista dos grupos que embarcam para as próximas visitas técnicas:

Dia 23 de março de 2019:

LUCINEIA FÁTIMA

Evandro Pereira

MARCELO HURTADO

LUANA FREITAS

ROSANA BELLÓ

Carlos Roberto

NATALIA SOUZA

VALERIA AMADO

MARGUERITE SANTOS

Elivani Souza

ESDRAS SILVEIRA

FRANCIONE GONÇALVES

AMANDA SOUSA

DEISE CÁSSIA

JOSE APARECIDO

 

Dia 27 de março:

MARCELO SILVA

FABIO MAGINA

JULIANA DINIZ

MARIANA PAPAZIAN

SANDRA BONINI

JOSEMAR SANTOS

HAMILTON ALMEIDA

ERIKA BAGLIONE

LEANDRO LIMA

CLEITON LOPES

CHARLES GONÇALVES

LEANDRO FERREIRA

GEOVANI SILVA

CHRISTIANE SAMPAIO

JOSE GOMES

ROBSON SOUTO

ANDREA SILVA

LEONICE OLIVEIRA

ADALBERTO ALCANTARA

BRUNA LIMA

CHRISTIANE SAMPAIO

MARIA KOSSLING

GÉSSICA BRASIL

ADRIANA MÁXIMO

HUMBERTO GONÇALVES

CLEONICE SILVA

MARCIO OLIVEIRA

JORGE FIORI

FLAVIO TRINDADE

ROGERIO MEDEIROS

JAVÉ HERNANDES

DANIELLE YAMAWAKI

SIMONE FAUSTO

MARIO STEVANIN

CRISTIANO SOUZA

SÉRGIO ASSIS

ROSANA BARBOSA

AMEYRE SILVA

TANIA BURGARELI

JIVANILDO LEITE

JOSÉ SILVA

CONRADO MATIAS

PEDRO SOBRAL

HESSION MACHADO

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

O chef do Gran Hyatt São Paulo pode ser definido por várias palavras, mas surpreendente é a mais adequada. Em uma conversa de uma hora e meia realizada em janeiro deste ano, o viajado chef francês vai muito além da gastronomia, falando sobre sustentabilidade, ego, família, adaptação ao Brasil e muito mais. Tudo com muita inteligência, bom humor e um saboroso sotaque francês pontuado por palavras em inglês. Saboreie.

Vamos começar falando de vinhos. Qual o tamanho da participação do vinho na sua cozinha? O senhor harmoniza seus pratos?
Vinho é bom para beber. É bom pra cozinhar também, ok. Mas é muito melhor para beber (risos). Bem, na minha opinião, o mais importante é o “feeling”. Para você pode ser ótimo e para mim, não. Todo mundo tem uma percepção diferente. E o vinho é muito particular, assim como a comida. É ligado ao paladar, ao momento, aos humores. É um mundo à parte. Eu não sou um especialista, eu gosto é de beber vinho. E por que eu gosto? Porque vinho, pra mim, é compartilhar coisas boas. Uma boa conversa… seja amistosa, seja brincalhona, seja de amor… Atualmente prefiro os rosados. Outro dia provamos um vinho verde rosado. Me surpreendeu. Gostei muito. São ótimos no verão
(n. do r: o chef foi entrevistado em um dos dias mais quentes do mês de janeiro). Ontem à noite foi um Pinot Noir. “Very good”. No fim de semana passado um Sauvignon… Também já fizemos uma mesa com 12 tipos de queijos, que normalmente vão bem com tintos, mas colocamos 6 brancos para acompanhá-los. Sem preconceitos. Vinho é pessoal.

O senhor nasceu no sudoeste da França, e tinha contato ao mesmo tempo com o mar e o campo. Como isso influenciou na sua relação com os produtos da terra e os frutos do mar?
Na França temos uma tradição muito profunda em cada família, que é “o comer e beber”. Não é algo novo, faz parte da nossa cultura, desde que nascemos. Se você nasce no campo, em uma pequena cidade com 2 mil habitantes, você normalmente tem um jardim onde tem de tudo, e já cresce com essa cultura. Tem os produtos do mar, que são vendidos frescos toda quarta, sexta e sábado… até o frango que você come cresceu lá. E isso passa de geração pra geração. Minha filha prepara a comida do meu neto com legumes orgânicos desde que ele tinha quatro meses. Nunca passou na cabeça dela comprar pronto. Quanto aos peixes, eu também fui acostumado a comer peixe
fresco e é difícil para mim a relação com peixes congelados. Mas nos dias de hoje, pouco a pouco eu vejo que as pessoas consomem mais e mais peixes, e muita gente não presta muita atenção aos devidos cuidados que se deve tomar. É melhor um peixe congelado fresco, que um peixe fresco de cinco dias. Comprar o peixe mais fresco ou o peixe de pesca sustentável? A gente tem que estar consciente de proteger o mar. O futuro dos nossos filhos e netos pode depender disso. É um problema ambiental e social, pois também tem os que tiram seu sustento do mar. A exploração consciente precisa ser feita, até pra que isso continue acontecendo. Eu gostaria que o Brasil tivesse uma legislação mais eficiente para proteger o mar. O país tem uma costa enorme para proteger e não tem programas de contenção e desenvolvimento.

Existe solução para isso, chef?
Precisamos de um programa de proteção ambiental para a pesca natural, e um programa de ajuda para as fazendas de peixes, certificando-as. Todo mundo gosta de camarão, o consumo é enorme. E o Brasil não tem fazenda de camarões certificada. Por outro lado também não podemos importar. O caminho mais certo é ajudar as fazendas a se certificarem, e assim, crescerem mais e com responsabilidade. Isso vai convencer os pescadores a produzirem riqueza, com um produto hipercompetitivo de alta qualidade. É melhor para todos.

Pode falar um pouco da sua trajetória?
Eu fiz minha carreira com chefs superprofissionais. Tive a sorte deles me transmitirem conhecimentos. E também de me ensinarem a transmitir o que aprendi. Na França a coisa começa com a tradição da família, como eu disse. Aí você se apaixona, estuda em uma escola profissionalizante, faz um curso sobre as bases e técnicas da cozinha francesa. São 46 horas de curso por semana. Você já começa a entrar no mundo da cozinha e, entre trabalho e estudo, faz no mínimo 60, 70 horas por semana. Isso é uma amostra do que vai encontrar num restaurante. E é bom porque você já fica preparado. Não é só aprender culinária, é aprender lições para, no futuro, ser proprietário de restaurante. O aprendizado inclui o social, a etiqueta e finesse, a higiene, matemática, inglês. E tudo isso demora um tempo, é claro. Não é rápido como na televisão…

Falando nisso, o que o senhor acha do momento gastronômico do Brasil atual? A glamourização dos reality shows, das escolas de gastronomia…
Tem o lado positivo e o negativo. O positivo é que temos mais gente estudando, se apaixonando, querendo descobrir a gastronomia, sejam clientes ou cozinheiros. Tudo isso atrai muitos jovens para o ofício. Os programas também passam técnicas sobre o trabalho na cozinha, sobre os produtos. A parte que considero negativa é que os shows comercializaram um pouco o trabalho do chef, que, em princípio, é de um artesão. E é tudo muito rápido, muito instantâneo. Os jovens pensam: “ah, hoje eu passo pela televisão, vou começar… e amanhã eu já sou chef…”. Muitos esquecem que, antes disso, vêm os passos de um artesão: aprender, receber conhecimento e praticar muito, porque cozinhar significa prática.

Fale um pouco sobre esse passo a passo, chef.
O mundo da gastronomia é uma pirâmide. Você começa como auxiliar e vai crescendo, porque lá em cima tem somente um, ou seja, nem todos vão chegar lá. É aí que entra a maturidade: cada um precisa entender até onde pode chegar, até encontrar o seu “nível de incompetência”. Sim, cada um de nós tem seu “nível de incompetência” (risos). É aquele ponto em que você sabe que NÃO vai chegar, o ponto do “basta”. Mas muitos jovens pensam: “todo mundo vai chegar a chef”. Não, não vai. A gente tem que ser honesto com eles, tem que ser transparente e dizer: “você chega até ali, ali você não chega, você está bom aqui…” Precisa também saber se reinventar, não pode pensar que pode fazer tudo. O Alex Atala me contou uma história boa. Alguém disse a ele, certa vez: “Você nunca vai ser um chef francês, porque nunca vai cozinhar um prato francês igual a um francês. O resto você sabe: ele se dedicou a fazer uma cozinha brasileira autêntica. Agora ele é um gênio, uma lenda. Ele soube pra que lado ir. Isso é inteligência e experiência.

Quais são as maiores qualidades de um chef?
Talento, persistência e, na minha opinião, humildade. Por exemplo: aqui é como num teatro. Abrimos a cortina e servimos o café da manhã. Fechamos, limpamos e a nova cena que se abre é o almoço. Ser humilde é se comportar três vezes por dia como se não soubesse nada, e fazer o seu melhor. Depois começar tudo de novo.

Sua carreira no Grand Hyatt começou fora do Brasil. Por quais países o senhor passou antes de chegar aqui?
Sim, eu trabalhei na França dando consultoria para abrir restaurantes. Depois fiz a mesma coisa com um restaurante estrelado em Madri. Isso foi meu primeiro trabalho no Hyatt, em 1995. Depois fui consultor para abertura do restaurante do hotel Le Château, também na Espanha. Em seguida voltei ao Hyatt e passei por Oman, Dubai… Foram oito anos em diferentes países. Antes de vir para São Paulo, passei pelo Hyatt Istambul. E aqui estou desde 11 de abril de 2012.

Quando chegou ao Brasil deu um friozinho na barriga ou a chegada foi tranquila?
Não tive, não. Eu já tinha trabalhado em 8 países antes, então já estava acostumado a pegar minha maleta e chegar a um lugar novo. A gente não tem medo, só
perguntas.

Quais eam essas perguntas, chef?
Venderam-me o Brasil como um lugar de meninas bonitas, praia, sol e mar. Aí você chega em São Paulo, a 80 quilômetros da praia mais próxima (risos). Você começa
a se perguntar onde está tudo que te contaram (mais risos). É uma temporada de adaptação, você se faz muitas perguntas. A cultura é diferente, a personalidade dos
brasileiros é intensa, extremamente emocional, você sente. Às vezes eu usava palavras que me pareciam doces, mas definitivamente não o eram para brasileiros. Veja que interessante: um dos nossos colegas que trabalhou aqui foi para a Irlanda, a fim de trabalhar por seis meses. Era a primeira vez que ia trabalhar fora, e quando voltou, ele me disse: “chef, agora eu te entendo.”. Mas com o tempo a gente se adapta. O brasileiro é realmente especial. Aqui se fala com o coração, ele vem antes das pessoas. Nas minhas cozinhas eu tenho 60 corações que trabalham. O sentimento passa por cima do físico. E por mais que a gente se adapte, acaba cometendo erros. Minha namorada é brasileira e às vezes me adverte: “não diga isso”, “não diga aquilo”, “é feio, soa mal…”. E você vai aprendendo. A solução é estar aberto a
receber e dar. Adapte-se, compreenda, interaja, troque.

Qual a sua filosofia de atuação no Hyatt?
Nosso propósito é servir. Os clientes, os proprietários, os investidores e o futuro. Temos um programa aqui no Hyatt, onde teríamos que servir 50% de todo o
consumo do peixe sustentável, e dentro deste 50%, 15% obrigatoriamente certificado. Teríamos, porque já passamos disso. Chegamos a 48% do peixe certificado. E queremos fazer mais. Ajudar os fazendeiros a se desenvolverem, para comprarmos cada vez mais, e para que cresçam de forma sustentável.

Aqui no Hyatt são três restaurantes sob seu comando, é isso?
Agora são dois, fechamos um para trabalhar um sistema de eventos. Temos o restaurante japonês [Kinu, projetado em edifício independente], temos este restaurante [C, de comida caseira, no lobby do hotel, onde conversamos] que é variado. Temos a confeitaria, a padaria, o lugar onde acondicionamos os legumes, o açougue, a peixaria. Como funciona tudo isso? É fácil: pessoas. É o mais importante. Pessoas que você seleciona, treina – e eles treinam a gente também (risos). Isso é que faz a diferença. Cada um dos restaurantes e cada divisão tem seu responsável. E tem o departamento de higiene também. São oito pessoas permanentemente ao meu redor. Cada um tem suas responsabilidades, metas e opiniões. Trabalhamos juntos pra fazer os menus, mas eles têm autonomia, porque eu não posso controlar tudo ao mesmo tempo. Meu trabalho
é direcionar e corrigir quando necessário, mas as decisões são deles. Quando é algo muito grande, eu decido. Mas as decisões diárias da operação são deles. A ideia não é que o chef mande em tudo. É que cada pessoa do time, por menor que seja na hierarquia, seja capaz de tomar decisões. E aqui todos eles são grandes líderes, que me ajudam a fazer este hotel funcionar.

Um bom líder é aquele que consegue confiar no próprio time?
Tem que entender que você não é “God”, ok? Tem que confi ar. Pode acontecer de você colocar toda sua paixão e conhecimento em um prato, e o cliente dizer: “não gostei”. Você tem que ser capaz de pedir desculpas por não tê-lo satisfeito, voltar para a cozinha e continuar a fazer o seu trabalho, do seu jeito. Isso é
confiança. No time e em você mesmo.

Qual é a influência dos ingredientes brasileiros no Hyatt?
Não compramos quase nada importado. O Brasil produz carnes, peixes, legumes, verduras, queijos, manteiga. Os queijos – e eu adoro queijo, como todo francês… Meus amigos perguntam por que não trago de fora. Eu digo “por quê? Os daqui são todos bons!

E ingredientes regionais, o senhor usa aqui no hotel?
Sim, tucupi, farinha d’água, tapioca… usamos muita coisa regional, mas na maioria das vezes o que é distribuído aqui em São Paulo mesmo. Para mim não tem muito sentido pegar um avião para buscar um produto em outro estado. Se existe o produtor em São Paulo, eu vou comprar daqui.

Como é a cozinha do chef Thierry em casa? Sofisticada, complicada, simples…
Essa pergunta você faz à minha namorada, aliás, esposa, porque estamos juntos há anos. Pergunte a ela, porque é ela que cozinha em casa (gargalhadas).

Tem alguma história curiosa da sua carreira para contar?
A próxima. A próxima história é sempre a melhor. Sou naturalmente positivo. Sempre penso que o melhor está adiante.

PINGUE-PONGUE
Prato preferido: ostras
Hobby: golfe
Cozinhar é: amor
Vinho combina com: tudo, mas principalmente com pessoas
O chef Thierry em uma palavra: louco

Texto: Paulo Samá

 

Fonte oficial: Sociedade da Mesa

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ECONOMIA

Levantamento do portal Kayak aponta forte alta na busca de passagens aéreas com destino ao país por turistas dos países beneficiados

Foto: Roberto Castro/MTur

Dados do site internacional de viagens Kayak confirmam o impacto positivo da isenção de vistos a estrangeiros sobre a procura pelo Brasil como destino turístico. Conforme levantamento do portal, desde a última segunda-feira (18), data do anúncio da dispensa do documento pelo governo federal, australianos, canadenses, japoneses e norte-americanos reforçaram buscas por passagens aéreas para o país. A maior alta foi registrada na Austrália (36%), seguida de Estados Unidos (31%), Canadá (19%) e Japão (4%).

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, avalia que os resultados evidenciam o acerto da decisão tomada pelo presidente Jair Bolsonaro. “Somente com a adoção do visto eletrônico para estes países, há pouco mais de um ano, a emissão total de documentos já havia crescido 35%. Com a facilidade proporcionada pela isenção, estamos certos de que cidadãos destes países terão mais interesse em conhecer o Brasil, contribuindo fortemente para a economia e a geração de emprego e renda”, aposta.

A pesquisa, baseada em dados de 21/03, considerou voos partindo de todos os aeroportos da Austrália, Canadá, Japão e Estados Unidos com destino aos terminais do Brasil. Os números são fruto da comparação entre a média diária de buscas de 1º a 15 de março e o período de 18 a 20 do mesmo mês, para viagens de 1º de abril a 31 de dezembro de 2019. Segundo o MTur, os quatro países beneficiados pela isenção foram responsáveis por 9,5% (619 mil) do total de estrangeiros que vieram ao país em 2017.

A eliminação da necessidade de vistos às nações contempladas passará a valer a partir de 17 de junho. A estada no país poderá ser de até 90 dias, prorrogável pelo mesmo período, desde que não ultrapasse 180 dias, a cada 12 meses, contados a partir da data da primeira entrada em território brasileiro. A expectativa é de que a medida permita ao Brasil atingir a marca anual de 12 milhões de visitantes estrangeiros até 2022, contra os atuais 6,6 milhões, meta prevista no Plano Nacional de Turismo 2018-2022.

DIVULGAÇÃO – Por meio da Embratur, responsável pela promoção do Brasil no exterior, o MTur prepara uma grande campanha de divulgação sobre a isenção de vistos para americanos, australianos, canadenses e japoneses. O trabalho envolve ações digitais, de relações públicas e de publicidade, com o objetivo de reforçar a divulgação da medida aos países beneficiados. A dispensa do documento, uma demanda histórica do trade turístico nacional, vai ser adotada antes de o governo Bolsonaro completar os primeiros 100 dias de administração.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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ANIVERSÁRIO

Conhecida como “Ilha da Magia” e apelidada de “Floripa”, a capital de Santa Catarina destaca-se por suas belezas naturais como praias, dunas e lagoas

Vista da Lagoa da Conceição em Florianópolis – Foto: Daniel Vianna/Banco de Imagens MTur Destinos

Por Geraldo Gurgel

Os turistas e florianopolitanos celebram neste sábado (23), com muita festa e atividades diversificadas, o aniversário da capital catarinense, fundada em 1673, com o nome de Nossa Senhora do Desterro em homenagem à padroeira, cuja catedral é um dos monumentos mais visitados no centro histórico. A cidade conta com uma parte insular (ilha de Santa Catarina) e outra continental. Desde 1927 a ponte pênsil Hercílio Luz, com 820 metros de comprimento ligando os dois lados da ilha, tornou-se um dos símbolos da cidade. Pela sua localização estratégica, a Ilha era protegida por uma rede de 10 fortalezas, algumas delas continuam abertas à visitação turística.

O nome atual foi adotado a partir de 1894 para homenagear o segundo presidente do Brasil, Marechal Floriano Peixoto. Ainda no centro histórico, na Praça XV de Novembro, que abriga uma figueira gigante, o turista pode visitar o Palácio Cruz e Souza, antiga sede do governo, hoje museu histórico. Entre outros atrativos turísticos que poderão ser alcançados a pé em um passeio pelo centro de Florianópolis, está o Largo da Alfandega, onde fica o Mercado Público. O ponto de encontro entre os turistas e os “manezinhos”, como são chamados os moradores da ilha, é também um dos polos de gastronomia, artesanato e cultura da capital catarinense. Pertinho do centro fica a cosmopolita Avenida Beira-Mar Norte.

A beleza natural de Florianópolis encanta os turistas. A cidade vem se firmando como um dos principais destinos turísticos do Mercosul. São cerca de 100 praias, entre elas, Jurerê, Canasvieiras, Ingleses, Armação, Praia Mole e Joaquina. Enquanto umas são famosas pela agitação dia e noite, outras se destacam pelos esportes náuticos como surf, windsurfe, kitesurf, vela e mergulho no entorno da ilha. Entre outros destaques naturais da ilha, a beleza da Lagoa da Conceição chama a tenção dos visitantes. Nos arredores da lagoa ficam restaurantes renomados e as rendas de bilros, artesanato de tradição açoriana trazido pelos colonizadores do arquipélago português. O aspecto arquitetônico colonial predomina nos bucólicos bairros de Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha, ambos famosos pelo casario colorido e restaurantes de frutos do mar com destaque para os pratos à base de ostras.

CIDADE CRIATIVA – Florianópolis foi a primeira cidade brasileira a conquistar o título de Cidade Criativa da Unesco e, entre os dias 27 e 29 de março, vai sediar a segunda edição do Ecriativa. O evento reunirá os oito destinos turísticos que fazem parte da rede brasileira de Cidades Criativas da Unesco: Florianópolis, Belém e Paraty (cidades criativas no segmento gastronômico); Brasília e Curitiba (design); João Pessoa (artesanato); Salvador (música); e Santos (Cinema).

A rede foi criada em 2004 e conta, atualmente, com 180 cidades em 72 países. O objetivo é promover a cooperação entre as cidades que têm a criatividade como estratégia para alcançar os objetivos sustentáveis da ONU.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Escolher onde ficar em uma viagem pode mudar completamente suas perspectivas sobre seu destino. Por exemplo, escolher uma boa hospedagem em Nova York pode deixar suas férias mais ou menos agitadas, e mais ou menos confortáveis.

Por isso, escolhemos algumas regiões da cidade para você se hospedar de acordo com seus objetivos e com seu orçamento. Continue sua leitura para decidir onde ficar em Nova York!

Midtown Manhattan

Essa é uma das primeiras opções de onde ficar em Nova York que passa pela cabeça dos turistas. Isso porque em Midtown Manhattan ficam algumas das principais atrações da cidade: Broadway, Time Square, Grand Central Station, etc. Além disso, é uma região cheia de comércio, restaurantes e bares – você não fica sem ter o que fazer.

É claro que essa comodidade acaba tendo um preço, e essa é a região mais cara da cidade. Mas é importante ter em mente que Nova York, de todo modo, não é uma cidade barata, então você deve reservar um bom dinheiro para esse item.

Lower Manhattan

Essa é uma região mais afastada dos pontos turísticos principais, mas ainda tem muitas coisas interessantes para conhecer: lower Manhattan é onde fica o Financial District, ou seja, é onde fica a Wall Street, o Touro de Bronze e outros pontos importantes da indústria e comércio da cidade. Além disso, de lá saem os barcos para visitar a Estátua da Liberdade.

Por ser mais afastada da região central, nessa localidade os preços são mais amigáveis, e os hotéis são um pouco mais baratos, o que faz com que essa seja uma boa opção de onde ficar.

Região do Central Park

O Central Park é um dos principais pontos de referência de Nova York para quem nunca visitou a cidade, porque ele aparece em diversos filmes e séries de TV. As regiões próximas ao parque são o Upper East Side e o Upper West Side, muito bem localizadas em termos de transporte.

Nessas localidades, você pode se hospedar por um preço relativamente bom em acomodações bem confortáveis. Mas evite a parte de cima do Central Park, perto do Bronx, que é uma área mais afastada e menos segura.

Chelsea e Soho

Quem procura onde ficar pensando em ficar mais afastado do centro turístico pode escolher algum dos bairros que ficam longe das grandes avenidas, mas que têm uma boa infraestrutura e são muito charmosos. É o caso do Chelsea e do Soho.

Ambos os bairros têm muitos restaurantes, parques, galerias de artes e tudo o que você precisa para conhecer a cultura nova-iorquina mais de perto. É uma experiência única, diferente de ficar em grandes hotéis, e faz com que você conheça melhor a cidade e seus habitantes.

Não importa qual seja sua decisão de onde ficar em Nova York, a cidade é uma das que mais recebe turistas no mundo todo por um bom motivo: ela é cheia de atrações interessantes em todos os cantos, e você nunca fica sem ter o que fazer na cidade que nunca dorme.

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Comentários

Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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REGIONALIZAÇÃO

Encontros vão reunir gestores municipais, das instâncias de governança das regiões turísticas e interlocutores do Programa de Regionalização do Turismo dos estados

 Por Geraldo Gurgel

Lago de Furnas em Capitólio (MG). Crédito: Prefeitura de Capitólio

 

O “Mar de Minas” como é chamada a região do entorno do Lago de Furnas será palco, nesta sexta-feira (22), de um encontro marcado para discutir as ações do Ministério do Turismo para o desenvolvimento dos destinos e regiões turísticas. Durante o evento realizado em Nepomuceno (MG) serão apresentados ainda os programas de apoio da Pasta para financiamento e fomento do turismo pelo setor público e privado. A apresentação do Programa de Regionalização do Turismo (PRT) será feita pela coordenadora-geral de Mapeamento e Gestão Territorial do Turismo, Ana Carla Moura, durante a assembleia da Associação dos Municípios do Lago de Furnas, que reúne 24 gestores dos municípios banhados pela represa.

Já no dia 25, será a vez do PRT ser discutido com os gestores e empreendedores do Circuito Lago de Furnas, região turística formada por 10 municípios conhecerem as estratégias do MTur em Paraguaçu (MG). Ana Carla destacou que a presença dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro, que está em processo de atualização nos estados, é fundamental para que o destino integre o PRT através de uma região turística e possa receber recursos para projetos inscritos no Sistema de Convênios do Governo (Siconv), além de financiamentos para gestores públicos e privados através do Prodetur + Turismo e do Fundo Geral do Turismo (Fungetur).

O Cadastur, que reúne os prestadores de serviços turísticos, como meios de hospedagem, agências e guias de turismo, é outro programa que facilita o acesso aos financiamentos e a presença dos municípios no novo mapa, cuja versão atualizada será divulgada no segundo semestre deste ano. “Será uma oportunidade de discutirmos parcerias e participação em programas do MTur relacionados à atração de investimentos, acesso ao crédito, cadastramento e fiscalização de prestadores de serviços turísticos, planejamento do turismo regional, eventos, infraestrutura e estruturação de produtos turísticos”, disse Thayse de Castro, presidente do Circuito Turístico Lago de Furnas.

Ana Carla Moura destacou que essas reuniões têm como objetivo construir e pactuar parcerias para atuação conjunta e integrada entre as instâncias de governança, responsáveis pelas regiões turísticas, os interlocutores do PRT nos estados e o Ministério do Turismo. “Nosso propósito é aprimorar a interlocução, as experiências do setor turístico e sanar gargalos apresentados sobre esses temas de grande interesse para o desenvolvimento do turismo brasileiro”, disse. Ela ressaltou, ainda, a importância do PRT para as regiões turísticas e os destinos onde o turismo, de fato acontece.

No dia 27, em Ribeirão Preto (SP), será a vez do Consórcio de Municípios da Mogiana. A região turística formada por 36 cidades do Nordeste do estado vai discutir o Mapa do Turismo Brasileiro que, na atual fase, poderá sofrer modificação em sua composição. Já no próximo dia 28, Brasília vai reunir representantes de outras Instâncias de Governança Regionais como a Trilha dos Inconfidentes (MG), do Vale do Ribeira (SP) e de Ilha Grande e Pedro Segundo, no Piauí.

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Você sabia que há várias cidades prontas para receber turistas com deficiência? Leia o post e entenda porque o turismo acessível está em alta!

Viajar é, sem dúvida, uma experiência incrível: conhecer novos lugares, renovar amizades e aumentar a bagagem cultural são apenas alguns dos benefícios. Por outro lado, nem todas as pessoas podem usufruir dessas aventuras.

Muitas apresentam alguma limitação física ou outro tipo de dificuldade que as impede de embarcar nessa jornada. A boa notícia é que já existe o turismo acessível, que proporciona condições equivalentes a todos os viajantes.

Para entender melhor sobre o assunto, a gente preparou este post. Aqui você acompanha as principais características, destinos, benefícios e muito mais sobre o turismo acessível. Vamos começar?

O que é turismo acessível?

Dentro do contexto de proporcionar autonomia e inclusão, surge uma nova forma de oferecer viagens — o turismo acessível. Esse conceito envolve um conjunto de medidas para ajudar os turistas que apresentam necessidades especiais. Veja abaixo alguns níveis de deficiência física e intelectual.

  • Nível mental: afeta as atividades linguísticas, cognitivas e perceptivas;
  • Nível motor: incapacidade motora e física;
  • Nível auditivo: deficiência total ou parcial na audição;
  • Nível da visão: baixa visão ou cegueira.

Dentre os viajantes que também podem precisar de cuidados especiais quanto à acessibilidade, estão as grávidas, obesos, os com mobilidade reduzida e idosos. Para todas essas pessoas, há destinos específicos que oferecem facilidades no deslocamento e na apreciação do passeio.

Já para a aplicação das medidas, é necessário ter a participação de diferentes componentes que formam o setor turístico. Nos estabelecimentos como os hotéis, pousadas, hostels e afins, fica a critério da administração investir ou não no ambiente adaptado.

Os reparos incluem alterações em desníveis nas entradas e no pequeno degrau que afasta a calçada da porta de acesso. A situação pode ser solucionada ao diminuir a irregularidade, abaixando-a para 1,5 centímetros.

Outro procedimento busca evitar carpetes felpudos com o objetivo de não causar transtornos aos hóspedes de movimentação limitada. A construção de rampas e elevadores também facilita a locomoção pelas dependências do local. Caso haja jardim na hospedagem para entretenimento dos clientes, não é indicado que ele tenha piso de paralelepípedos ou de pedras.

A disposição dos móveis do quarto é outro fator que precisa de atenção. Ela deve permitir que haja espaço para a circulação da cadeira de rodas. As maçanetas devem ter o mesmo formato de alavanca e um espaço de 60 cm para que o cadeirante consiga atender à porta.

Da mesma maneira, os banheiros devem ter cabines adaptadas e o sanitário na parede menor. As barras de apoio devem estar próximo ao vaso. As pias, suspensas a 80 cm do piso e os espelhos inclinados.

Além das medidas quanto à adaptação da estrutura, os funcionários devem receber treinamento para o atendimento adequado aos turistas. A capacitação dos colaboradores inclui lições sobre como operar equipamentos e cursos de linguagem de sinais. Também é importante orientar camareiras a deixar cobertores e toalhas a uma altura fácil de serem pegas, entre outras atitudes.

As agências de turismo apresentam pacotes de viagem conforme as necessidades de cada pessoa. As medidas envolvem, como exemplos, atendimento em Centro de Informações Turísticas em Libras e guia com habilidade para acompanhar o deficiente visual.

Quanto à infraestrutura pública, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) determina regras de adaptação dos pontos turísticos. O objetivo é facilitar o acesso do visitante aos monumentos, espaços públicos, museus e parques.

Existe turismo acessível no Brasil?

Não se sabe exatamente quando começou o turismo acessível no Brasil. No entanto, no ano de 2004, surgiram ações para melhorar o trabalho da inclusão no setor. No ano seguinte, as ideias do Turismo Adaptado se ampliaram para os programas e passeios de aventura. A partir de então, o assunto foi explorado e outros projetos foram elaborados.

O Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo, tem investido recursos financeiros em obras para reestruturação de locais adaptados. A parte educacional também é abordada, com a distribuição de informativos para auxiliar no atendimento aos turistas. Por outro lado, muitos empresários do ramo ainda precisam entender e promover ações de acessibilidade e inclusão de todos.

O fato é que muita coisa está sendo feita, mas só podemos considerar poucas cidades brasileiras acessíveis. Existem lugares que estão no início do processo de inclusão aos turistas, como Recife. A capital pernambucana tem o projeto “Praia sem Barreiras” desde o ano de 2013, com a coordenação da prefeitura.

A iniciativa visa o acesso das pessoas com mobilidade reduzida e deficiência às praias. Na principal praia da região, Boa Viagem, o contato desse público com o mar é possível graças ao programa.

A boa notícia é que outros famosos pontos turísticos de Pernambuco já contam com esse projeto: Fernando de Noronha, Porto de Galinhas, Tamandaré e Jaboatão dos Guararapes são alguns exemplos. Já para o interior do estado, a iniciativa está em fase de estudos para ser aplicada.

Em virtude da realização dos Jogos Paraolímpicos, a cidade do Rio de Janeiro é um dos destinos com maior acessibilidade do Brasil. As programações vão desde locais históricos a museus com entrada facilitada. Entra elas estão:

  • passeio no Parque Nacional da Tijuca e no Caminho Dom Pedro Augusto;
  • Projeto Praia para Todos na Barra da Tijuca e em Copacabana, com acesso até ao banho de mar com cadeiras anfíbias;
  • práticas esportivas de surf adaptado sem fins lucrativos na Praia da Barra e Leblon.

No sul do país, uma capital que está no caminho do turismo acessível é Curitiba. O sistema de transporte opera com mais de 90% de acessibilidade, com elevadores para pessoas com problemas físicos, placas em braile e sinais luminosos. Os dois últimos são dispositivos que orientam os deficientes visuais e auditivos.

Com a infraestrutura para o deslocamento pela cidade paranaense, é possível visitar o Jardim Botânico e apreciar a beleza do lugar. Existe uma parte dedicada à inclusão de turistas: o Jardim das Sensações. No trajeto do acervo, há um caminho sensorial em braile, possibilitando o toque e a contemplação das espécies botânicas.

Veja mais algumas cidades brasileiras que se enquadram nos requisitos de inclusão.

Bonito

Em Bonito, no estado de Mato Grosso, o ecoturismo está garantido para as pessoas que precisam de acessibilidade. Calçadas largas, rampas, pisos antiderrapantes e faixas sinalizadas são algumas das adaptações feitas para incluir os visitantes. As aventuras em rios, descidas de correntezas e rapel também são seguras e colocam todos em condições iguais.

Foz do Iguaçu

Cachoeiras de Foz do Iguaçu

Na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, os turistas podem curtir o famoso Parque Nacional. Existem diversos acessos a cadeirantes que levam ao maior fluxo de água das cataratas. Também dá para contemplar de cima a beleza do local ao saltar de paraquedas. É assim que, com equidade, todos podem conhecer a fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina.

Salvador

Ruas históricas do centro de Salvador

No centro histórico da capital baiana, os turistas encontram calçadas ampliadas e rampas. O caminho ao Pelourinho fica a disposição de todos, inclusive dos que precisam de vias adaptadas. Outro ponto turístico é o Museu de Arte Sacra, com amplos corredores e elevadores.

São Paulo

Avenidas do centro de São Paulo

Na maior cidade brasileira, apesar de muitos problemas, a acessibilidade é aceitável aos visitantes. Bons exemplos são os edifícios e os cerca de 300 outros locais turísticos. O Memorial da América Latina tem obras de artes que permitem a leitura com as mãos. Já no Museu do Futebol, os deficientes visuais podem apreciar o acervo com maquetes táteis. Há também audioguias e imagens em relevo.

Fortaleza

Fortaleza está pronta para o turismo com seu projeto "Praia Acessível"

 

Como representante do Nordeste, a capital cearense também é uma cidade de turismo acessível. Curtir um banho de mar já é possível ao turista que precisa de auxílio para caminhar. Isso por conta do projeto “Praia Acessível”, com cadeiras anfíbias e esteiras para o transporte dos que precisam de mobilidade assistida.

O mais bacana é também a inclusão da programação dos jogos de frescobol e vôlei adaptado. No calçadão, há rampas, banheiros e academia ao ar livre com exercícios para cadeirantes.

Uberlândia

A cidade mineira é considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) um dos 100 destinos de inclusão. Para se ter uma ideia, existe uma lei local que define que todas as obras de uso público devem ser vistoriadas pelo Departamento de Acessibilidade.

Ao passear pela região, o cadeirante tem suas condições respeitadas devido às centenas de rampas de acesso, às calçadas e ao transporte público adaptado. Vale a pena visitar e levar para casa os produtos mineiros do Mercado Municipal e apreciar museus.

Quais os principais direitos da pessoa com deficiência?

As pessoas com algum tipo de deficiência têm os seus direitos garantidos por lei. Seja por vagas reservadas, sinalização adaptada, rampas de acesso ou piso antiderrapante, é fundamental que o viajante seja bem atendido nos destinos escolhidos.

Quando o tema é trajeto em viagens, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) impõe às empresas de coletivos que tenham ônibus adaptados. Entre as exigências do órgão, está o espaço reservado para o transporte de cadeira de rodas.

Além disso, o cão-guia deve ser autorizado a entrar na condução junto ao seu dono. Um detalhe importante sobre essas questões é a proibição de qualquer taxa extra na passagem por essas obrigações.

Também preste atenção aos seus direitos em relação às viagens de avião. Conforme determinação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), os passageiros devem ser colocados perto dos corredores, em assentos especiais. Quanto ao animal que auxilia o deficiente visual, o transporte deve ser gratuito e perto do proprietário.

Se houver a necessidade de acompanhante para o passageiro, o valor da passagem poderá ser igual ou abaixo de 20% do bilhete. Caso não haja o guia, a empresa aérea pode providenciar algum para ajudar no desembarque, em caso de emergência.

É importante destacar que o turista precisa informar à empresa aérea todas as suas particularidades em relação à acessibilidade. Faça esse procedimento com pelo menos 48 horas de antecedência ao embarque.

Há casos em que o passageiro precisa de uma maca, cadeira de rodas ou outro suporte médico. Para isso, a comunicação precisa ser realizada em até 72 horas antes do voo. Vale frisar que você não deve deixar o pedido para cima da hora, pois, assim, não haverá tempo hábil para a assistência.

Como escolher o destino ideal?

Para saber qual é o destino ideal, é necessário ponderar alguns pontos. A dica é fazer um bom planejamento e ter cuidado com o roteiro. Primeiramente, escolha o destino de acordo com a acessibilidade que você precisa. Buscar informações sobre as atrações e serviços disponibilizados é essencial para que o itinerário seja um sucesso.

Para isso, mantenha a atenção redobrada para analisar que tipo de acessibilidade as agências de turismo oferecem. No caso das reservas, há propagandas sobre adaptação, mas elas dificilmente especificam esses tipos.

Sendo assim, a pesquisa em sites de viagens ajuda a elucidar as dúvidas. Outra dica é ver as páginas virtuais que trazem avaliações da hospedagem.

Vale lembrar que, se a empresa promete um tipo de serviço e não cumpre, o hóspede pode reclamar e mobilizar a justiça. Em busca de mais esclarecimentos, acionar a OAB e Procon pode ser efetivo.

Se for a primeira viagem ao exterior, a dica é reservar poucos dias para saber como é estar longe de casa. Escolher um amigo para ir junto pode ser uma boa opção. Afinal, a viagem deve ser, acima de tudo, prazerosa e, quem sabe, até com amigos!

A segurança é mais um tópico super importante em relação à sua viagem. Por isso, não ignore a necessidade de adquirir o seguro quando comprar as passagens. Antes de finalizar a compra, verifique se a apólice atende as necessidades durante o trajeto e estadia. Existem seguradoras especializadas que podem ajudar você.

Outro ponto é sobre a preferência por viagem no outono ou alguma estação que ache mais confortável. Não vale a pena ficar em um lugar que seja procurado durante o inverno, se não for de seu agrado.

Caso prefira encontrar os pontos turísticos com menor movimentação de pessoas, melhor optar por uma viagem na baixa temporada. Comprar passagens aéreas com antecedência, em promoção ou trocar por milhas também são boas escolhas para economizar uma grana.

Quais as principais cidades para turismo acessível no exterior?

Fora do Brasil, o Canadá, os Estados Unidos  a maioria dos países da Europa demonstram ter uma boa política de acessibilidade. Estão, inclusive, a frente do setor brasileiro por priorizar as adaptações necessárias no turismo do setor. Dessa forma, apresentam alta qualidade na prestação de serviços.

Abaixo, listamos destinos para curtir com total comodidade e segurança.

Montreal

Com parques, catedrais e jardins botânicos, a cidade canadense dispõe de completa infraestrutura inclusiva. Por lá, o portador de necessidades especiais encontra um sistema ferroviário completo em acessibilidade.

Toronto

Para que todos tenham acesso à cidade e deslocamento pelos pontos turísticos, a região fornece elevadores em diversos estabelecimentos:

  • shopping centers;
  • estações de metrô;
  • aeroportos;
  • ônibus exclusivos adaptados.

Um dos principais entretenimentos é a Galeria de Arte que tem um acervo com quase 100 mil obras históricas. Peças no estilo renascentista, barroco e africano estão entre os artigos.

Vancouver

Na metrópole, o visitante tem circulação facilitada para interagir no mais famoso museu. O Science World at Telus of Science é considerado um dos mais importantes do mundo, com grandes atrações de ciências. Para se ter uma ideia das diversas atividades de inclusão, há uma corrida de cadeiras de rodas que agrada todo o público.

Dublin

Ponte Ha'penny Bridge em Dublin, na Irlanda

A capital da Irlanda, Dublin, é outro grande destino do turismo acessível. Com grande infraestrutura, os cadeirantes podem se locomover em avenidas amplas e fazer a travessia segura nas vias. Um dos pontos mais procurados é a Galeria Nacional Irlandesa, inclusiva para todos os visitantes.

Stratford

Stratford

Stratford, na Inglaterra, não é só famosa por ter sido o local em que Shakespeare viveu. Mesmo sendo uma cidade do século XV, ela sofreu várias transformações para receber os turistas. Exemplos são as calçadas rebaixadas, bares e restaurantes adaptados por toda a região.

Barcelona

Barcelona é uma opção para quem quer fazer turismo acessível na Espanha

Ao decidir viajar para Barcelona, na Espanha, você já vê uma grande acessibilidade desde a chegada no aeroporto. O serviço “Sem Barreiras” oferece atendimento individualizado para os que possuem deficiência ou movimentos limitados.

Já no Museu de Arte Contemporânea, os visitantes com falta de visão utilizam descrição em áudio e obras táteis. Banheiros adaptados, peças em braile e rampas são outros recursos disponíveis.

Berlim

Como vencedora do prêmio Fórum Europeu de Deficiência, a capital da Alemanha conta com a maioria das estações de metrôs adaptadas. Um ótimo local para visitação é o Palácio do Reichstag, onde fica o parlamento alemão. O casarão tem total acessibilidade e é uma das principais atrações do país.

Nova York

Estátua da Liberdade em Nova York

Se você é um entre muitos viajantes que desejam conhecer bem de perto a maior cidade do mundo, pode ir sem receio. A metrópole americana oferece serviços especializados no transporte público, museus e demais pontos de atrações. Os espaços públicos dispõem de calçadas planas, sinalização tátil, cadeiras de rodas e audiodescrição.

Seattle

Seattle

Ainda no país do Tio Sam, a cidade de Seattle destaca-se por estar inserida nos padrões de acessibilidade. O centro urbanístico é todo adaptado: restaurantes, bares e transporte urbano. Você pode se deslocar de maneira segura e com total autonomia pelos pontos turísticos.

Las Vegas

Las Vegas

Que tal conhecer a cidade movimentada por cassinos e shows? Las Vegas merece destaque por fazer parte da jogatina e inclusão de todos os turistas. A vida noturna, hotéis e estabelecimentos de entretenimento são todos adaptados. Rampas, elevadores e demais recursos estão disponíveis por todo lugar.

Londres

A capital inglesa, apesar de ser uma construção histórica, soube se modernizar para ofertar acessibilidade. Sem deixar para trás o charme dos tempos antigos, as vias públicas e transportes foram adaptados para todos os moradores e turistas. Outros pontos importantes como London Eye, a London Tower e a Catedral de St. Paul também são de fácil acesso aos visitantes.

Estocolmo

Estocolmo

Com mais de duas décadas de investimento em acessibilidade, a capital da Suécia destaca-se como uma das mais acessíveis do mundo. Desde o ano de 1998, a metrópole busca iniciativas de adaptações e recursos para auxiliar os que precisam. Alguns dos investimentos realizados são:

  • alertas sonoros em pontos de ônibus;
  • metrô sinalizado para deficientes visuais;
  • pisos táteis;
  • calçadas para cadeirantes.

Viena

Viena, Áustria

Outra opção de viagem pela Europa é ir se divertir em Viena. A tendência para música e a preservação do passado histórico convive com a modernidade na capital austríaca.

É sem dúvida, um convite para turistas de necessidades especiais passear pelas ruas compactas e planas. Frequentar os estabelecimentos comerciais também não será problema por lá. O comércio local é totalmente acessível e o transporte público, impecável.

Quais os benefícios do turismo acessível?

Os benefícios que o turismo acessível traz, refletem em vários setores. A primeira questão que trataremos é a da vantagem econômica. A cada ano, o número de pessoas que viajam tem crescido. Alguns motivos explicam o aumento da demanda, como o maior engajamento dos idosos e dos deficientes físicos.

No grupo da terceira idade, o crescimento é explicado pelo avanço da expectativa de vida. Quanto mais avançada a idade, maiores são as chances de as dificuldades motoras, auditivas e visuais surgirem.

Aumenta também a procura por mais cultura e lazer. Ao lado desse público, as vítimas de violência que acabam por adquirir alguma limitação física também buscam por mais entretenimento.

Dentro desse novo panorama, há necessidade de investir em adaptações para atender a todos os públicos. Com maior número de turistas, mais dinheiro é movimentado nos diversos prestadores de serviços: locais de hospedagem, restaurantes, bares, baladas, passeios e eventos.

Além disso, por muitos visitantes precisarem de acompanhantes ou preferirem épocas do ano em que não há grande fluxo de turistas, as cidades ficam com quartos ocupados o ano inteiro.

Do ponto de vista social, o turismo acessível visa acabar com a discriminação e fazer valer as regras para o divertimento de todos. Conheça outras vantagens:

  • ter a mesma qualidade de vida em destinos diversos;
  • criar um ambiente mais solidário e tolerante entre as pessoas;
  • ser livre e independente para sair e conhecer novos lugares;
  • dispor de acesso total às informações e apreciar cada detalhe da viagem para o enriquecimento cultural.

Para finalizar, lembramos que não deixe de realizar uma viagem por achar inviável se divertir. Antes de tudo, a mente precisa estar aberta a novas experiências. Aceite que, um dia ou outro, qualquer pessoa pode precisar dos serviços do turismo acessível.

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre o turismo acessível, garanta o seu próximo destino! Na MaxMilhas, você não encontra barreiras para ter as passagens aéreas mais baratas. 

Comentários

Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Últimas notícias

Após isenção de vistos, ministro comemora semana histórica para setor de viagens com a aprovação de demandas históricas. Plenário também aprovou modernização da Lei Geral do Turismo

Plenário da Câmara vota projeto sobre capital estrangeiro em companhias aéreas nacionais Foto:Luiz Macedo/CD

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (20) o projeto de lei 2724/15, que elimina o teto de participação do capital estrangeiro em empresas aéreas nacionais. O texto também altera dispositivos da Lei Geral do Turismo, uma das bandeiras do Ministério do Turismo para promover a desburocratização e a modernização do setor. O projeto foi aprovado por 329 votos contra 44. Após avaliação dos destaques, o projeto segue para o Senado e, se aprovado, vai para sanção presidencial.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, comemorou a aprovação da matéria pelos deputados. “Esta é uma semana que ficará na história do turismo brasileiro, pois além de implantarmos a isenção de vistos para quatro países, conseguimos avançar em medidas que vão contribuir decisivamente para aumentar o fluxo doméstico e internacional, fortalecendo a economia e gerando mais empregos e renda”, destaca.

A abertura do mercado doméstico de aviação e as mudanças na Lei Geral do Turismo são algumas das pautas prioritárias da pasta para o fortalecimento do setor. A expectativa é que a aprovação do fim do limite de capital estrangeiro na aéreas promoverá a abertura de novas rotas, a criação de novos voos, a reativação de aeroportos e pode, ainda, reduzir o preço das passagens para o viajante, porque desconcentra e incentiva o crescimento do mercado.

As mudanças na Lei Geral do Turismo, por sua vez, atendem demandas do setor produtivo pois agregam tendências do mercado e desburocratizam procedimentos para atuação dos prestadores de serviços turísticos. Fomento à pesquisa e à produção científica, atenção aos serviços prestados a pessoas com deficiência, incorporação de segmentos de hospedagem e incentivo às parcerias público-privadas fazem parte do projeto. 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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DATA COMEMORATIVA

Pesquisa do site Kayak aponta a procura por satisfação pessoal a partir das diversas opções do mercado de turismo no Brasil

Por André Martins 

Vista do Morro Dois Irmãos em Fernando de Noronha. Crédito: Ana Paula Fayão (Arquivo pessoal)

Esta quarta-feira (20) é marcada pelo Dia Internacional da Felicidade, criado em 2012 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) a fim de reconhecer a relevância do bem-estar como meta universal e inspiração ao desenvolvimento de políticas públicas. E uma pesquisa do buscador de viagens Kayak revela a contribuição do turismo para quem busca a realização pessoal: para 37% dos brasileiros ouvidos em um levantamento do site, fazer as malas e botar o pé na estrada são o investimento preferido.

A segunda opção, melhorias na casa, somou 22%, seguida de eletrônicos (12%) e roupas (11%), entre outros. A piauiense Débora Cronemberger, que acumula experiências em variados destinos nacionais e internacionais, segue a linha dos que economizam para viajar. A jornalista, que ainda deseja conhecer locais como Carolina (MA) e Bonito (MS), alega que o turismo é uma de suas maiores diversões. “Funciona como uma terapia. Você vai a lugares diferentes, nem sempre badalados, e tem outra lógica de vivência”, justifica.


A jornalista Débora Cronemberger curte as belezas históricas de Tiradentes (MG). Crédito: arquivo pessoal

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, avalia que os dados evidenciam o potencial do país de absorver o grande contingente de interessados em viajar. “Com uma enorme oferta de atrativos, que incluem praia, cultura, história, gastronomia e natureza, não faltam opções para transformar as viagens pelo Brasil em ótimas experiências. E com medidas como a melhoria da conectividade aérea, que tendem a baratear viagens, o brasileiro terá um motivo a mais para explorar o nosso território”, vislumbra.

O estudo também indica preferência por um dos maiores atrativos nacionais: o rico litoral. 67% escolhem praia, à frente de tours urbanos (30%) e longas viagens de carro (30%). Com passagens por ícones como Fernando de Noronha e Jericoacoara (CE), a relações públicas Ana Paula Fayão, que ainda pretende visitar Caraíva (BA) e Pipa (RN), se encaixa no perfil. A carioca, apaixonada pela terra natal e a combinação sol & mar, cita a chance de relaxar como razão. “A primeira coisa que penso é praia, é o único lugar onde eu consigo descansar. E há vários tipos no Brasil para escolher”, ressalta.


A relações públicas Ana Paula Fayão aproveita as belezas do litoral de Itacaré (BA). Crédito: arquivo pessoal

Outra virtude tipicamente brasileira é apontada no levantamento como motivo para viajar. A gastronomia e o seu vasto cardápio de receitas lidera o ranking de prioridades nos gastos de visitantes, com 43%. Excluídas despesas relativas a passagens e acomodação, a culinária supera programas como passeios e compras (42%), confirmando o poder de sedução do ramo. Além disso, 78% afirmam decidir o destino a partir de expectativas quanto à comida, e 66% se dispõem a investir mais em alimentação durante viagens.

É o caso do servidor público brasiliense André Laquintinie, acostumado a uma intensa rotina de turismo tanto no Brasil quanto no exterior. Direto de Florianópolis (SC), onde curte uma folga, ele conta que antes mesmo de viajar já pensa nas delícias que planeja degustar. “Quando venho para cá, eu já venho ‘babando’ com as dicas para comer a ostra de um jeito, o camarão de outro, a lula… Para São Paulo e Rio de Janeiro, é a mesma coisa”, comenta. A pesquisa do Kayak, realizada entre 3 e 10 de janeiro deste ano, ouviu um total de 1.006 brasileiros de vários estados, com idade de 18 a 65 anos.


O servidor público André Laquintinie e o amigo Pedro Iamada em visita ao Ribeirão da Ilha, em Florianópolis (SC). Crédito: arquivo pessoal

OPÇÕES – Uma ferramenta do Ministério do Turismo auxilia o viajante na hora de definir o próximo destino. O Calendário Nacional de Eventos informa o cronograma de realizações espalhadas por todo o país, em segmentos como cultura, religião, esportes, gastronomia e história. Os dados são fornecidos por secretarias estaduais e municipais de Turismo, além dos responsáveis por atrações de notório conhecimento popular e capazes de gerar fluxo regional, nacional e até internacional de visitantes.

DATA – A criação do Dia da Felicidade foi inspirada em reunião da ONU sobre o tema ‘Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico’. Na ocasião, houve debates a respeito de uma iniciativa do Butão, país asiático que reconheceu a supremacia da felicidade nacional sobre a renda desde o início dos anos 1970, adotando a meta de ‘Felicidade Nacional Bruta’ acima do Produto Interno Bruto. O objetivo da data é promover a alegria entre os povos, evitando conflitos ou comportamentos que ameacem a paz.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Escolhendo seu próximo destino? Claro, viajar é uma delícia e fica melhor ainda com as dicas da MaxMilhas. Por isso, se você quer saber como chegar em Teresina, a gente tem todas as dicas pra não perder tempo em roubada.

Você pode ir de carro, de ônibus ou de avião, vai depender do que você prefere. Tá com tempo de sobra e adora dirigir? Então não esqueça de fazer aquela revisão no carro antes de pegar a estrada.

Mas se a ideia é chegar logo e aproveitar mais o tempo na cidade, então a dica é economizar com a passagem aérea barata na MaxMilhas. Afinal, só aqui você usa seu programa de milhas pra garantir o melhor preço, mesmo se não tiver milhas.

Como chegar em Teresina de carro

Se você mora no Sudeste e pensou em como chegar em Teresina de carro é bom se preparar. Do Rio de Janeiro, por exemplo, são cerca de 35 horas pela BR-135.

Por isso, tenha certeza de que o carro está totalmente revisado e não esqueça de programar paradas para descansar, além de ter alguém para revesar ou pegar no volante em caso de necessidade.

Por outro lado, como são mais de 2.740 Km de distância, é bom ter um pernoite programado.

Para quem vai de Brasília a viagem é só um pouquinho mais curta. São 1.681 Km, o que dá em torno de 23h 50 min de viagem. Nesse caso, a melhor forma de chegar é pegar a BR-020 e só então a BR-135.

Para quem está no Sul do país, como Florianópolis, por exemplo, a melhor rota também é pela BR-135, vencendo os mais de 3.330 Km de chão entre as duas cidades.

Como chegar em Teresina de ônibus

O Terminal Rodoviário Lucídio Portela, também conhecido como Rodoviária de Teresina, atende a mais de 400 cidades do interior do Piauí, além de milhares de pessoas de outras regiões do país.

No total, são mais de 60 mil passageiros por mês passando pela rodoviária que oferece internet gratuita, entre seus diferenciais. No total, 10 empresas de ônibus atendem o local, entre elas Itapemirim, Expresso Guanabara, Satélite Norte, Rápido Marajó e Transbrasiliana.

Como chegar em Teresina de avião

Para quem não quer perder tempo e deseja aproveitar o melhor custo-benefício, o avião é a melhor forma de como chegar em Teresina. Para se ter ideia, o voo leva apenas 2h e 30m do Rio a Teresina, 1h 36m de Brasília e 3h para quem vai de Santa Catarina.

O tempo de voo é uma das vantagens, mas não é a única. Além de chegar mais cedo e ser menos cansativo, na MaxMilhas é possível encontrar passagens até 80% mais baratas. Assim você economiza usando o programa de milhas, mesmo se não tiver mais milhas.

Viu como é fácil rodar o mundo com as passagens aéreas em promoção da MaxMilhas? Então compre sua passagem e faça as malas, porque Teresina o aguarda de braços abertos!

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Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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