Categoria: Notícias

Sugestões em que os taninos são bem perceptíveis

/Por Lucas Cordeiro

Silver_Myn_Sociedade_Da_Mesa_RevistaSDM

SILVER MYN 2016

É um blend com cinco varietais da região de Gironda, na França: merlot, cabernet sauvignon, cabernet franc, petit verdot e malbec. Tem um correto equilíbrio de acidez, açúcar e maturação. Vinhos como este, cheios de fruta e intensos, surpreendem pela profundidade e pela estrutura, além de ter um custo-benefício difícil de superar.

Enate_Sociedade_Da_Mesa_RevistaSDM

ENATE EDICION ESPECIAL 2013

Produzido com as melhores uvas
cabernet sauvignon da vinícola espanhola, é um vinho com muita fruta fresca e especiarias. O terroir tem a influência das massas que vêm do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo. Resultado: uma bebida redonda e untuosa, confirmando o potencial de cultivo dessa variedade em Somontano.

The_Wishbone_Sociedade_Da_Mesa_RevistaSDM

THE WISHBONE SHIRAZ GARNACHA 2016

Não é fácil encontrar um shiraz australiano tão elegante, mas este rótulo foi uma grande surpresa. Feito com 75% dessa uva e 25% de garnacha, cada varietal foi fermentado separadamente em aço inox e, em seguida, em barris
de carvalho. Só após é que foi feita a assemblage, ou seja, a mistura.

| GLOSSÁRIO | TANINOS | São o sistema de proteção das plantas, chamados de compostos fenólicos. Na uva, estão presentes na casca, nas sementes e até nos engaços (cabinhos). Quando o vinho entra em contato com o paladar, logo os taninos se ligam às proteínas da saliva, causando a sensação de ressecamento na boca. É claro que a substância tem papel fundamental na textura da bebida em uma degustação, mas ela também age como conservante, dando longevidade ao líquido na garrafa.


Fonte oficial: Sociedade da Mesa

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

NOVA HOSPEDAGEM

Inclusão no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos irá fortalecer o turismo fluvial nas regiões Norte e Centro-Oeste

Por Ivana Sant’Anna

Secretário Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, Aluizer Malab, acompanhado do governador do Amazonas, Wilson Lima, e da diretora-presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros. Crédito: Janailton Falcão

Os barco-hotéis agora têm novo espaço dentro do Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur). Na última segunda-feira (11), o secretário Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do Ministério do Turismo, Aluizer Malab, acompanhado pelo governador do Amazonas, Wilson Lima e pelo presidente da Associação dos Operadores de Barcos de Turismo, Leonardo Leão, lançou a nova tipologia, em Manaus (AM).

De acordo com Malab, a inclusão dos barco-hotéis no sistema do MTur irá impulsionar o turismo fluvial no Amazonas. “Acabamos de lançar essa modalidade de barco-hotel que é tão forte aqui no Amazonas. Seguramente essa medida vai alavancar a ocupação turística, pois trará mais investimentos para a região. Vale muito a pena conhecer o estado pelas linhas fluviais, ainda mais através desta modalidade extremamente ‘premium’ de turismo, com pesca, contemplação e ecoturismo. O Amazonas possui riquezas culturais e naturais incomparáveis e hoje dá mais um passo adiante promovendo esse produto turístico”, comentou.

Para o governador do Amazonas, Wilson Lima, a inclusão dos barco-hotéis no sistema é uma necessidade do estado, uma vez que isso já acontece naturalmente. Além disso, Lima destacou a relevância da novidade para o turismo local. “Hoje nós estamos recebendo aqui o representante do Ministério do Turismo, dando essa tipologia, e isso vai ser muito importante para quem trabalha nessa atividade, para o operador de turismo, para alguns destinos em que isso já acontece efetivamente, como é o caso, por exemplo, de Parintins, onde nós temos a maior quantidade de visitantes hospedados em embarcações”, finalizou.

O presidente do Amazonas Cluster, Ricardo Pedroso, comemorou a entrada da tipificação no Cadastur. “Isso para nós é uma vantagem muito grande, o Amazonas vive do turismo fluvial e vamos ser valorizados com essa iniciativa”, finalizou.

A bordo do navio Rio Negro Queen, Malab também entregou certificados a outras quatro operadoras do trade que atuam com barco-hotéis no turismo amazonense. São elas: Amazônia Expeditions, Amazon Cliper Cruiser, Queen Amazônia e Juliana TUR Ltda.

Os barco-hotéis são popularmente conhecidos no Norte e Centro-Oeste do país. O passeio é procurado por amantes da pesca esportiva, do ecoturismo ou também por visitantes que buscam paz em meio à natureza. O estado do Amazonas (AM), por exemplo, recebe cerca de 30 mil turistas por temporada de pesca, o que gera uma movimentação financeira estimada em mais de R$ 100 milhões.

CADASTUR – A participação no Cadastur é obrigatória para agências de turismo, meios de hospedagem, organizadoras de eventos, parques temáticos, transportadoras turísticas e também para os guias de turismo. Além disso, a iniciativa promove o ordenamento, a formalização e a legalização destes prestadores.

A maioria dos programas e ações do Ministério do Turismo voltados para os municípios e empreendedores, como o financiamento de projetos, exige o número do Cadastur. Além de garantir diversas vantagens e oportunidade de negócios, o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos também é uma importante fonte de consulta para o turista, com mais de 90 mil prestadores de serviços.

Edição: Victor Maciel

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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LEVANTAMENTO

São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro apresentaram as maiores altas no período

Por Victor Maciel

São Paulo foi o estado com o maior índice de crescimento no período. Crédito: Rogério Cassimiro/MTur

O índice de atividades turísticas no país apresentou um crescimento de 4,8% em setembro em relação ao mês de agosto. O percentual, divulgado nesta terça-feira (12.11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é quatro vezes maior do que foi registrado por todo o setor de serviços no mesmo período (1,2%). Destaque para os estados de São Paulo, que teve alta de 10,5%; Distrito Federal, com avanço de 4,8%; e o Rio de Janeiro, que expandiu em 2,1% suas atividades.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, celebrou os dados positivos apresentados e ressaltou a importância do setor para o país. “Estamos trabalhando para conseguir resultados como estes, que mostram a relevância deste segmento para ajudar no desenvolvimento econômico do país. Ainda temos muito a crescer e vamos continuar atuando nisso, para gerar mais emprego e renda para os brasileiros”, comentou Álvaro Antônio.

No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o índice teve alta de 2,2% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo a pesquisa, o número foi impulsionado pelos ramos de locação de automóveis, de hotéis e de serviços de catering, bufê e comida preparada. Neste comparativo, os destaques vão para os estados do Ceará (5,9%), seguido por São Paulo (5,1%), Minas Gerais (2%) e Rio de Janeiro (1,2%).

Realizada pelo IBGE, a Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no País. O levantamento traz a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.

Edição: Rafael Brais

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Um Brasil
surpreendente. Essa é a proposta desta casa de Pinheiros, em São Paulo, que nasceu
da parceria entre os sócios do Nou e o chef Flávio Miyamura, que elaborou um
cardápio com referências asiáticas, toques espanhóis contemporâneos e alta
gastronomia. “O Satú é um restaurante de cozinha brasileira sem regionalismos. Queremos
usar não só ingredientes, mas os costumes brasileiros”, diz o chef.

Entre as
entradas, destacam-se o camarão crocante com salada de arroz negro e manga (a
partir de R$ 36) e a linguiça Bragança real com cebola roxa na brasa (R$ 26). Dos
pratos principais, a estreia é do fettuccine negro com frutos do mar (R$ 69),
mas o clássico continua sendo a costela bovina com molho de café, mandioca e
pimenta biquinho. Finalize com cocada cremosa de forno com calda de maracujá
(R$ 23).

Costela bovina assada com molho de café | Satú Restaurante

Para
complementar, tem bebidas “marginais” – termo usado para se referir aos destilados
nacionais pouco explorados, como a tiquira (de mandioca fermentada), que
aparece no caru, coquetel que ainda leva shrub de gengibre, tônica e alecrim.


› Rua Ferreira de Araújo, 450. São Paulo | (11) 3032-1029

saturestaurante.com.br

› De ter. a
sex., das 12h às 15h e das 19h à 0h. Sábados, das 12h às 17h e das 19h à 0h. Domingos,
das 12h às 17h


PARA HARMONIZAR | MONTETORO 5 ROBLE 2016

Nossa indicação casa muito bem com a costela bovina com molho de café, mandioca e pimenta biquinho – a receita clássica do Satú Restaurante. “O vinho tem estrutura e acidez para a carne, que é untuosa. E as notas do estágio de maturação em carvalho combinam com o molho de café”, diz nosso sommelier Lucas Cordeiro. Sirva a bebida a 15o C, ou seja, ligeiramente fresca, para que possa ser explorada toda a sua potencialidade.


Fonte oficial: Sociedade da Mesa

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/Por Daniel Salles

Como diversos vinhos do Porto, o novo tratado comercial entre
o Mercosul e a União Europeia (UE) demorou 20 anos para amadurecer. Firmado em
Bruxelas em junho, poderá formar uma das maiores áreas de livre-comércio do
mundo – a entrada em vigor, prevista para daqui a dois anos, depende agora do
aval do Legislativo de cada país envolvido.Em resumo, o acordo elimina os tributos
de produtos estratégicos para o Brasil, como suco de laranja, frutas e café
solúvel, o que poderá injetar US$ 87,5 bilhões em nosso PIB em 15 anos, pelas
contas do Ministério da Economia.

Responsáveis por 7% dos US$ 2,2 bilhões importados da Europa
no ano passado, os vinhos não ficaram de fora. A proposta é eliminar as tarifas
para rótulos de até 5 litros em oito anos. A regra para os espumantes é
diferente: os impostos para os que custam acima de US$ 8 por litro serão
zerados de imediato e o livre-comércio só começará em 12 anos. Para vinhos a
granel, mostos e suco de uva, fica tudo como está. A seguir, saiba como isso
afetará o mercado de vinhos brasileiros.

› EUROPEUS MAIS EM CONTA

O impacto mais tangível para os consumidores brasileiros é a queda nos preços dos rótulos europeus. “O consumidor vai conseguir perceber o menor valor na gôndola, criando uma tendência de maior competi-tividade no mercado de vinhos. Com isso, esperamos também um aumento do consumo da bebida, que ainda sofre com alguns estigmas de classe social”, diz Ricardo Dias, diretor financeiro (CFO) da Sociedade da Mesa. Apesar de ainda ser cedo para apontar o tamanho dos descontos, já que a queda dos impostos deverá ser gradual, espera-se uma diminuição de até 30%, proporcional ao imposto que os importadores precisam desembolsar atualmente. “Para os vinhos do Velho Mundo, ainda vistos como caros pelos brasileiros, o tratado é extremamente positivo”, diz Adilson Carvalhal Júnior, um dos diretores da importadora Casa Flora, na qual metade do portfólio é composta de rótulos europeus.

› GÁS NOVO PARA OS NACIONAIS

A insatisfação dos produtores brasileiros era esperada. Não
bastasse muita gente ainda torcer o nariz para nossos produtos, eles terão de competir
com rótulos estrangeiros mais em conta. Para apaziguar os ânimos, o Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou que o governo criará um fundo
para ajudar o vinho nacional a se modernizar e se tornar mais competitivo em
relação ao europeu. A expectativa é amealhar R$ 150 milhões com recursos
oriundos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide no setor.
As verbas destinadas poderão ser gastas com renovação de lavouras,
financiamento, equalização de taxas de juros e melhoria da logística. “É a
grande chance para os produtores do Brasil, que não pagam aqueles 27% de importação,
descobrirem por que não são competitivos”, diz Carvalhal Júnior.

Para os vinhos do Velho Mundo, ainda vistos como caros pelos brasileiros, o tratado é extremamente positivo”, diz Adilson Carvalhal Júnior, um dos diretores da importadora Casa Flora.

› HERMANOS EM ALERTA

Para o Chile, a situação é de preocupação, pois é dos
hermanos que mais compramos vinhos. O segundo lugar no ranking é ocupado por
Portugal e o terceiro está com a Argentina, que também precisará se mexer para
fortalecer os laços com os consumidores brasileiros. “Para países como o Brasil
e a Argentina, um acordo como esse é fundamental, pois aponta um caminho a
seguir no longo prazo. Hoje, adotamos um trajeto a cada hora”, diz Alberto
Arizu, presidente da associação Wines of Argentina e presidente da vinícola
Luigi Bosca.

Para ter mais competitividade, o Ministério da Agricultura anunciou um fundo para ajudar produtores locais a se modernizarem!


NÚMEROS DO MERCADO

Como nossa economia pode reagir ao acordo de impostos com a UE

O acordo pode aumentar o PIB em até US$125 bi em 15 anos

› 10 anos é o prazo para que as taxas fiquem zeradas

Juntos, os dois blocos representam cerca de 25% da economia mundial

Vinhos europeus podem ficar até 30% + baratos nas gôndolas do Brasil

› 91% dos produtos da União Europeia não terão tarifa para países sul-americanos


Fonte oficial: Sociedade da Mesa

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AGENDA EM GRAMADO

Em sua apresentação, Álvaro Antônio também ressaltou as iniciativas desenvolvidas pela Pasta

Por Victor Maciel

Ministro Marcelo Álvaro e secretário de Estruturação do Turismo, Robson Napier, com ex alunos da Georgetown University, em Gramado (RS). Crédito: Roberto Castro/MTur

Para uma plateia de ex-alunos do curso de “Liderança para a Competitividade Global”, da Georgetown University, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, apresentou, neste sábado (09), o atual panorama e avanços do setor no Brasil. O encontro dos egressos, que acontece anualmente em algum país do mundo, tem o objetivo de fortalecer e unir a rede, além de ser um importante espaço para a troca de experiências.

Em seu discurso, Álvaro Antônio, destacou algumas das ações realizadas pela Pasta para reduzir o risco Brasil e aumentar o turismo doméstico. “O turismo tem uma transversalidade muito grande, diante disso tenho conversado com alguns ministros para levar infraestrutura e outros benefícios para os destinos brasileiros. Além disso, estamos com o programa Investe Turismo, que vai aprimorar 30 rotas turísticas e trará conectividade para o país”, declarou.

Ainda em sua fala, o ministro apontou algumas das principais conquistas alcançadas em mais de 10 meses de gestão. “Com a isenção de vistos, conseguimos aumentar em 43% o gasto dos turistas estrangeiros no Brasil, o melhor número dos últimos 16 anos. Também tivemos a abertura do capital aéreo, que trouxe a Air Europe para o país e a criação de 25 mil novos postos de trabalho apenas em julho. Alcançamos esses e outros bons resultados que têm dado destaque ao nosso segmento”, finalizou.

A Rede de Liderança para Competitividade Global oferece, anualmente, bolsas a jovens e inovadoras lideranças latino-americanas que apoiam uma transformação positiva na América Latina.

Edição: Vanessa Castro

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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DIA DO HOTELEIRO

Setor de hotelaria é o quarto em geração de emprego, segundo pesquisa

Por Vanessa Castro, com informações da ABIH

Dia do Hoteleiro homenageia profissionais de hospitalidade do turismo. Crédito: Divulgação.

Comemorado neste sábado (09), o Dia do Hoteleiro é lembrado há 39 anos e celebra o profissional responsável por atender e cuidar dos turistas. Gerentes, administradores e proprietários fazem parte da equipe dos mais diversos estabelecimentos como hotéis, resorts, pousadas e albergues que se preocupam em fazer da estadia dos visitantes uma experiência única e memorável.

A indústria hoteleira tornou-se um dos mais sólidos segmentos do turismo brasileiro. A rápida geração de emprego e renda é uma das caraterísticas do ramo que reúne, em um mesmo ambiente, profissionais de hospedagem, lazer, recreação e de alimentos e bebidas, entre outros. A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), criada durante o 1º congresso da categoria realizado em 1936, no Rio de Janeiro, afirma que o ramo impacta 52 atividades econômicas nas áreas de comércio, serviços e indústria.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, frisou que os profissionais de hotelaria também contribuem para o bom momento do setor. Atualmente, 13.997 estabelecimentos de meio de hospedagem estão cadastrados no Cadastro Nacional de Turismo (Cadastur). “Nossa hospitalidade é aprovada por 98% dos turistas que nos visitam, muito por conta de profissionais que cuidam dos visitantes e mostram o melhor dos estabelecimentos e dos destinos. Parabenizo esta profissão que eleva o patamar da qualidade do serviço turístico no nosso país”, destacou.

Pesquisas realizadas pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), em parceria com a FGV-Celog (Centro de Excelência em Logística e Supply Chain da Fundação Getúlio Vargas), mostram que a hotelaria é um dos setores que mais movimentam a economia brasileira. Na geração de empregos, por exemplo, é a quarta atividade que mais contrata. O nosso país supera países desenvolvidos, como os Estados Unidos da América. Enquanto o ramo de hotéis o Brasil gera cerca de 25 empregos a cada R$1 milhão de demanda, os Estados Unidos geram 15.

No que tange à injeção de recursos na economia, a receita operacional líquida do setor atingiu R$ 22,2 bilhões em 2015. Em relação aos serviços produzidos pela hotelaria, 55,5% atendem a atividades empresariais. Outros 22,5% são provenientes de receita com visitantes estrangeiros, enquanto 22% vêm da venda às famílias.

O presidente da ABIH, Manoel Linhares, destacou a atuação do Ministério do Turismo na criação de um cenário favorável para a indústria de turismo brasileiro, como a conquista da vaga no Conselho Executivo da Organização Mundial do Turismo (OMT) e a definição da sede do próximo Dia Mundial do Turismo, em 2020, que será realizado no Brasil.

“Esses, entre outros dados, nos levam a um otimismo justificado e não é à toa que, para 2020, os empreendedores do setor de hotéis já confirmaram que estão com planos de investimentos em várias cidades, onde haverá aumento de unidades habitacionais, a otimização de novos mercados e consumidores e, consequentemente, a criação de mais postos de trabalho”, ressaltou Linhares.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo com empresários de hotéis do país revela confiança quando o assunto é investir e criar empregos no setor. Isso porque dois em cada três deles (65,9%) planejam melhorias em seus estabelecimentos no segundo semestre de 2019. A intenção é 21,1% maior do que a verificada quanto ao mesmo período do ano passado, quando 54,4% se posicionaram positivamente.

A perspectiva também é positiva para a contratação de profissionais: 22,7% dos empreendedores afirmam que pretendem empregar novos funcionários até o final do ano, já que 39,8% deles acreditam que haverá aumento na demanda por serviços ofertados. Além disso, o estudo aponta que 42,8% dos empresários esperam alta de faturamento dos negócios no período.

Edição: Rafael Brais

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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/Por Maria de Moraes

É comum ouvir dizer que o atum de almadraba, o atum vermelho, é o jamón de bellota do mar.

A comparação faz sentido, e não apenas pelo preço que podem
atingir no mercado – há alguns meses, uma pata foi vendida por € 4.100 em uma
feira em Nuremberg, na Alemanha. Assim como o pescado selvagem, o porco da raça
ibérica, cujas pernas traseiras originam o produto gastronômico mais
emblemático da Espanha, é criado em liberdade.

Para que um presunto seja vendido como jamón de bellota 100%
ibérico (identificado com uma etiqueta preta), cada animal de raça pura deve
dispor de uma área de 1 a 2 hectares de hábitat, farto em azinheiros e
sobreiros, árvores que produzem a belota. Com o aspecto de uma avelã, o fruto é
a base da alimentação do porco na época de engorda (a montanera), entre o fim
do outono e meados do inverno europeu. Livres, os bichinhos caminham vários
quilômetros pelo bosque em busca de comida, contribuindo para que a gordura se
misture à carne de forma majestosa, o que se reflete em fatias marmorizadas e
cheias de brilho.

› SABOR DE ORIGEM

Também conhecido como pata negra por causa da cor do casco,
o jamón é produzido em várias regiões do sudoeste espanhol, nas proximidades da
fronteira com Portugal. Uma das mais conhecidas orbita em torno da cidadezinha
de Jabugo, nome que, de tanto ser confundido com o próprio produto, acaba de
rebatizar a antiga Denominação de Origem Protegida Jamón de Huelva.

Ali fica uma das mais célebres bodegas da Espanha, a Cinco Jotas (cincojotas.es), fundada em 1879, hoje parte do Grupo Osborne. Em um edifício grandioso, tem um pequeno museu que ajuda a entender o processo de fabricação. A saga, que exige cuidado e paciência, começa com o abate do animal por volta dos dois anos de idade, seguido do corte e da salga, que acontecem em um ambiente de temperatura controlada por cerca de cinco dias.

Cinco Jotas | Bodega Espanhola

 A partir daí, as
peças seguem para o secadero, onde recebem a influência da umidade, do vento e
da temperatura da região da Sierra de Aracena y Picos de Aroche. A 660 metros
de altitude, o parque nacional protegido como reserva da biosfera pela Unesco
tem um microclima influenciado pelas brisas do Atlântico e um dos maiores índices
pluviométricos da Espanha, o que explica a paisagem verdejante.

A etapa final é a cura, que tem duração mínima de quatro
anos. Na Cinco Jotas, a bodega chega a ter o ar solene de uma catedral, com as
patas que pendem do teto entre bonitos arcos com iluminação cênica. O passeio
guiado de 75 minutos pelas instalações custa € 15, com harmonização de presunto
e vinho. Por € 60, o tour ainda inclui uma volta pela dehesa.

QUALIDADE MAGISTRAL

Bodegas como a Eíriz (jamoneseiriz.com), na mão da mesma família há quatro gerações, também valem a visita. Ali, o passeio começa pela dehesa, espaço onde vivem os porcos, que recebem os “convidados” com o mesmo entusiasmo de um labrador filhote – prepare-se para ser cheirado, lambido e enlameado pelos anfitriões. Em clima intimista, a visita permite o contato com o produtor e inclui uma degustação na antiga cozinha da propriedade, recheada de fotos e objetos pessoais da família.

A 20 quilômetros de Jabugo, Linares de la Sierra é uma das cidadezinhas mais graciosas da região, com ruas e praças forradas de pedras e fontes. Ali fica o restaurante Arrieros (arrieros.net). E lá fica claro que nem só das patas se faz o mito do porco ibérico. De tão saborosa, a carne do lombo pode ser consumida crua, como carpaccio. E partes suculentas e marmorizadas como a pluma (peça triangular situada na parte posterior do lombo) e o secreto (uma parte da axila do animal) são capazes de arrancar lágrimas quando preparadas à brasa.

Mais 8 quilômetros levam a Aracena, coroada por um castelo
cujas origens remetem ao século 10 e ao domínio árabe da Andaluzia. A
cidadezinha mais bonita da serra esconde uma das atrações naturais mais
subestimadas da Espanha: descoberta no século 19, a Gruta de las Maravillas é
repleta de estalactites, estalagmites e muitas outras formações insólitas
varadas por lagos cristalinos. A caminhada pelas galerias, que se sobrepõem em
três níveis diferentes, será a única oportunidade de passar uma hora seguida
sem ser tentado pelos bares e restaurantes locais que servem a fina flor da
produção local em porções que exigem o apetite de um porco em plena montanera –
na época da engorda, o animal chega a ganhar 80 quilos de peso em três meses.


BANQUE O ENTENDIDO

O que você precisa saber sobre o jamón

Para ser de raça ibérica pura, a pata deve ter a canela fina


É bom sinal se a gordura, de cor branca, tiver pequenos cristais (significa pouco sal)


A gordura se dissolve com o calor da boca. Então, espere um pouco para mastigar


A carne tem três tons, do vermelho intenso, nas zonas mais curadas, ao rosa, nas mais frescas


A ponta da pata é fibrosa. Já a “massa” é suave e suculenta


Nunca pegue o jamón com o garfo. A etiqueta manda devorar com as mãos



Fonte oficial: Sociedade da Mesa

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/Por
Daniel Salles

Se você procura um destino para uma viagem focada em vinhos,
mas vai acompanhado de alguém que não dá a mínima para a bebida, considere
seriamente a Nova Zelândia. Em meio a encostas que remetem a filmes como O
Senhor dos Anéis (não por acaso rodado no país), praias cinematográficas e
desérticas, exuberantes vulcões inativos e montanhas cobertas de neve o ano todo,
espalham-se atualmente mais de 700 vinícolas.

Em conjunto, elas colheram 413 toneladas de uvas no ano
passado. Desse total, 73% correspondem à casta sauvignon blanc, o responsável número
1 por incluir o país no mapa dos vinhos reputados. O pinot noir neozelandês,
que tem ganho atenção cada vez maior no circuito global, representa 6,5% da
produção. A exportação é um ingrediente indispensável para a maioria dos produtores.
Com 4,7 milhões de habitantes no país, quase 2 milhões a menos que o Rio de
Janeiro, o mercado interno jamais poderia dar vazão a tanto vinho.

Desde 2014, 90% das vinícolas neozelandesas comercializam
boa parte dos rótulos a quilômetros e quilômetros de distância. No Brasil, por
exemplo. O terroir, favorecido pela brisa do mar e pelos dias bem ensolarados (que
propiciam grandes variações de temperatura), além dos outonos secos, é a
principal explicação para o sucesso dos brancos e tintos mundo afora. Chama
atenção o fato de que o plantio de uvas no país começou efetivamente a tomar
corpo a partir de 1973, na região de Marlborough – as espécies iniciais
remontam a 1830.

A seguir, conheça as vinícolas da Nova Zelândia que não
podem ficar de fora do roteiro turístico. Todas ficam próximas de atrativos
como estações de esqui, campos de golfe e plataformas de bungee jump – para a
alegria daquela companhia que jamais leria esta reportagem.

| 1 | EM
MARLBOROUGH

› Cloudy Bay

Entre_Os_Vinhedos_Da_Nova_Zelândia_RevistaSDM

Fundada em
1985, foi uma das cinco primeiras a apostar em Marlborough, que concentra 76%
da produção do país. Arrematada em 2003 pelo conglomerado de luxo LVMH, dono de
marcas como Moët & Chandon, Krug, Veuve Clicquot, Dom Pérignon, Château
Cheval Blanc e Belvedere, entre muitas outras, a vinícola é uma das conhecidas
fora da Oceania.

Sediada num casarão envidraçado em meio a um gramado com balanços de vime, exporta hoje para 30 países.

› Yealands

Inaugurada
por Peter Yealands no dia 8 do mês 8 de 2008, nasceu com a pretensão de ser uma
das vinícolas mais sustentáveis do mundo. A sede parece uma base alienígena,
com estrutura arqueada. Ela tem isolamento térmico e um dos maiores conjuntos de
painéis solares do país – as turbinas eólicas e a queima da poda das videiras
também são fontes de energia.

Desde a inauguração, a vinícola acumulou 29 troféus e mais de 1.600 prêmios, principalmente graças à uva pinot noir e à sauvignon blanc.

| 2 | EM
OTAGO

› Rippon

Ocupa o 8o lugar na última edição do ranking The World’s Best Vineyards, logo à frente da renomada bodega espanhola Marqués de Riscal, que tem um hotel projetado pelo arquiteto Frank Gehry. Está localizada na região de Central Otago, que concentra apenas 3% da produção de vinhos da Nova Zelândia. À beira do Lago Wanaka, de onde se avistam espetaculares rochedos sempre cobertos de neve, aposta em vinhos biodinâmicos e, principalmente, nas uvas pinot noir, riesling e gewürztraminer.

| 3 | EM
HAWKE’S BAY

› Craggy Range

A segunda região que mais produz vinhos no país é a de Hawke’s Bay, com 9,3% dos vinhedos. É onde fica a sede da vinícola criada por Terry e Mary Peabody. Eleita a melhor do Novo Mundo em 2014 pela prestigiosa revista Wine Enthusiast, aparece na última edição do ranking The World’s Best Vineyards, em 11° lugar. Com 250 acres plantados, o empreendimento se concentra nos tintos de Bordeaux e nas uvas syrah e chardonnay. Destaca-se ainda pelo luxuoso hotel anexo e pelo restaurante, sob o comando do premiado chef Casey McDonald.


Fonte oficial: Sociedade da Mesa

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

PRODETUR

Por Vanessa Castro

A partir desta sexta-feira (8), estados, municípios e setor privado podem cadastrar suas propostas de financiamento do Prodetur+Turismo. O programa do Ministério do Turismo incorpora elementos de planejamento e gestão para qualificar as propostas locais alinhando tais iniciativas às políticas nacionais de turismo. Para se cadastrarem, os interessados devem enviar a documentação para o e-mail cgpla@turismo.gov.br. Sabia o que é preciso para participar AQUI.

A 4ª Edição das Diretrizes Estratégicas do Prodetur+Turismo traz atualizações dos critérios para a concessão do Selo+Turismo. A diretora-geral do departamento de Ordenamento do Turismo do MTur. Silvana Nascimento, explica que a medida foi tomada para dar celeridade ao processo. “As alterações foram realizadas com o objetivo de acelerar a análise de crédito. Percebemos essa necessidade a partir dos eventos realizados desde o lançamento do programa com gestores públicos e privados do turismo, bem como por meio das análises realizadas para concessão do selo”, ressaltou.

A partir de agora, Estados, Municípios e o Distrito Federal deverão comprovar que têm capacidade de endividamento e pagamento conforme avaliação do Tesouro Nacional. Além disso, os projetos, constantes das propostas oriundas da iniciativa privada deverão ser acompanhados dos respectivos estudos de viabilidade econômica ou plano de negócios. Essas e outras alterações estão especificadas na Portaria nº 308, de 07/10/2019. Os participantes deverão atender a todos os critérios estabelecidos em portaria, caso contrário não poderão receber o Selo.

Para obtenção do Selo+Turismo, a proposta apresentada deverá ser cadastrada no Sistema Prodetur+Turismo, pelo site www.prodetur.turismo.gov.br. Os projetos que obtiverem o carimbo terão prioridade na análise para obtenção de crédito, junto aos bancos financiadores. Empresas, municípios e estados já cadastrados no programa, mas que ainda não tenham recebido o Selo Oficial +Turismo, deverão se recadastrar.

O PROGAMA – O Prodetur+Turismo apoia estados e municípios que integram o Mapa do Turismo Brasileiro e setor privado do turismo no acesso a recursos provenientes de financiamentos nacionais e internacionais, para viabilizar a execução de projetos que visam o desenvolvimento, a gestão e a estruturação dos destinos turísticos, assim como a geração de emprego, renda e inclusão social.


Fonte oficial: Ministério do Turismo

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