Viajar para Foz do Iguaçu e não visitar as Cataratas e o  Parque das Aves é como estar em Roma e não ir ao Vaticano, afinal, existem muitos bons motivos para o Parque da Aves ter se tornado um dos atrativos mais visitado de Foz do Iguaçu. Em primeiro lugar, é claro, pela enorme beleza de seus multicoloridos habitantes, cerca de 1300 aves de 143 espécies.

Mas muito além de toda a beleza que vemos, a história de como tudo começou é ainda mais bonita. Na verdade, o Parque já nasceu de uma belo ideal: acolher, tratar e proteger aves resgatadas de situações de maus tratos e comércio ilegal.

História

A história do Parque das Aves começa no sudoeste da África, em uma cidade costeira na Namíbia, onde a família Croukamp ganhou um filhote de Papagaio-do-Congo, o qual logo despertou o amor pelas aves em Dennis Croukamp.

Anos depois, a família mudou-se e um amigo sugeriu a Dennis que se mudassem para Foz do Iguaçu para construir um parque de crocodilos. Dennis replicou: “Eu gosto de aves. Iremos criar um Parque das Aves.”


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Aliado a seus amigos, Dennis viajou para o Brasil e, após receber todas as licenças necessárias, adquiriu 16 hectares de floresta subtropical entre o rio Iguaçu e a rodovia que leva às Cataratas do Iguaçu, ao lado de onde hoje fica o Parque Nacional do Iguaçu. Sua esposa Anna, médica-veterinária, adquiriu uma cópia do livro “Português em três meses” e estudou nossa língua.

Anna adentrou na mata fechada em busca dos lugares ideais para os recintos e criou trilhas pela floresta para uni-los. Graças ao esforço de diversas pessoas que se uniram à causa, o Parque ganhava forma. Em 1º de novembro de 1993, Dennis e Anna começaram a construção do que se tornaria o Parque das Aves.

As primeiras aves chegaram a partir de doações ou empréstimos de zoológicos brasileiros; animais confiscados foram enviados pelo Ibama. Espécies subtropicais de todos os continentes foram importadas. O borboletário nasceu da vinda de outro amigo da família Croukamp para Foz do Iguaçu.

O Parque das Aves foi inaugurado no dia 7 de outubro de 1994, 11 meses após Dennis e Anna terem desembarcado no Brasil. Desde então, o Parque não para de crescer graças a um time de brasileiros que se dedica a continuar os sonhos de Dennis.

Atualmente o Parque das Aves é o maior parque de aves da América Latina.

O plano funcionou tão bem que esse paraíso integrado à mata foi ampliando as suas atribuições, ao mesmo tempo que conquistava os visitantes e era adotado pelos moradores da região.

Hoje, além de dezenas de setores, o Parque das Aves tem três grandes viveiros de imersão. E é nesse ambiente que entramos em contato direto e podemos interagir com diversas espécies, como você pode ver na foto abaixo.

Parque das Aves Foz do Iguaçu

No Viveiro Floresta, nós encontramos algumas aves da Mata Atlântica. Já no Viveiro Pantanal,ficam as aves adaptadas ao ambiente aquático. Mas no Viveiro das Araras, é onde temos as experiências mais divertidas do passeio. Além de poder admirar de pertinho os voos rasantes, sentir o bater de asas de mais de 90 araras é de arrepiar. Claro que sempre tem uma ou outra mais assanhadinha que adora brincar com os visitantes.

Não tem como não se encantar com os flamingos, tucanos, papagaios, corujas, araras, seriemas, jandaias, harpias, beija-flores e muitas outras espécies. Grande parte dessas espécies são brasileiras, algumas delas ameaçadas de extinção, além de aves exóticas e borboletas.

Claro que existem algumas espécies que não podemos ter um contato mais próximo, como no caso das sucuris, jiboias e jacarés, que são observados pelo lado de fora.

Parque das Aves Foz do Iguaçu

Borboletário

O borboletário é sem dúvida alguma o meu lugar favorito no Parque das Aves, sou apaixonada por borboletas. Por lá, você vai ter a estonteante sensação de caminhar em meio à incrível variedade de borboletas da região, imerso em um incrível turbilhão de cores, formas e desenhos. Outro privilégio raro é poder observar delicados beija-flores a curtíssima distância.

Dicas para aproveitar melhor o Parque das Aves

A visitação dura cerca de 2 horas, mas você pode ficar o tempo que quiser.

O trajeto é totalmente acessível para todas as idades e pessoas com dificuldade de locomoção e com cadeiras de rodas.

Você encontrará banheiros na entrada, saída e ao longo do circuito.

No meio do caminho você pode fazer uma pausa no Tropicana, um café bem relax, ou se preferir, no fim do passeio, pode sentar-se no restaurante com vista para o lago, o Recanto dos Flamingos, e depois dar uma voltinha na lojinha com produtos exclusivos.

O Parque das Aves também oferece outras experiências, como a Forest Experience e a Backstage Experience.

Para seu conforto, use roupas e sapatos leves para fazer o tour.

E acima de tudo: não alimente os animais e respeite as regras do local.

S E R V I Ç O

Parque das Aves de Foz do Iguaçu Rodovia das Cataratas, 12450

Funcionamento: diariamente, das 8h30 às 17h    

Ingressos: Estrangeiros e brasileiros: R$ 45,00 por pessoa

Mais informações no site

A Viagem para Foz do Iguaçu contou com o apoio de: Brasil das Águas Turismo (receptivo e transfer), Concept Design  HostelBelmond Hotel das Cataratas e Wish Foz do Iguaçu by GJP Hotels (hospedagem), Cataratas do Iguaçu S.A (Porto Canoas, Cataratas do Iguaçu e Marco das Três Fronteiras), Rafain Churrascaria ShowPorto KattamaramParque das AvesMacuco Safari e Helisul (voo Panorâmico).

Fonte oficial: Embarque na Viagem.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Este ano, a temporada de verão em Frankfurt promete ser uma das mais vibrantes de todas. Isso porque, após anos em obras, a cidade alemã tem o orgulho de anunciar que o projeto de revitalização DomRömer já está finalizado e, com isso, uma parte importante de sua história está recuperada. Diversos quarteirões do centro antigo destruídos durante a Segunda Guerra Mundial foram reconstruídos e, consequentemente, a variedade de atrações para visitas aumentou.

Espalhado por uma área de mais de sete mil metros quadrados, o novo centro antigo está aberto ao público com cerca de 15 residências históricas restauradas dentro dos seus estilos originais, ao mesmo tempo em que 20 novos prédios foram erguidos. Em setembro deste ano, a revitalização da área de DomRömer ganhará uma grande festa oficial de abertura.

Se o centro de Frankfurt já era um dos mais importantes do país, conhecido por suas lindas casas medievais do tipo enxaimel e arranha-céus com grandes bancos internacionais e corporações de peso, imagina agora. O novo distrito promete ser um ponto efervescente que oferece um mix interessante de lojas, restaurantes, museus e prédios residenciais.

Vale destacar que a infraestrutura da cidade é uma das mais bem planejadas da Alemanha, fazendo com que os turistas circulem com muita facilidade entre os pontos de interesse.


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Para todos os gostos

A atmosfera cosmopolita de Frankfurt vem acompanhada por uma enorme variedade de atrações turísticas. É difícil encontrar tantas opções diferentes juntas em outra cidade do país germânico. No centro, o que não falta são hotéis premium, restaurantes renomados e lojas cobiçadas, como as da Goethestrasse, rua que reúne inúmeras marcas de luxo.

Por sua vez, as atrações ao longo do Rio Meno também são ótimas dicas para os turistas, inclusive para quem está viajando com a família. Além de vários cafés e modernos beach clubs, existem muitos cruzeiros para navegar pelo rio saindo da Ponte Eiserner Steg. Eles propiciam um clima charmoso e romântico para vivenciar a cidade de uma perspectiva diferente.

Já os viajantes que procuram experiências mais luxuosas podem desfrutar de serviços sob medida logo no momento desembarque. Algumas das comodidades VIP oferecidas no aeroporto local são: recepção personalizada, limusines para uso exclusivo e possibilidade de relaxar em um dos seis suntuosos lounges disponíveis. Para maior conforto, essas e outras comodidades podem ser reservadas com antecedência.

Fonte oficial: Embarque na Viagem.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

O Instituto Municipal de Turismo de Curitiba realizou na manhã desta quarta-feira (18/7) reunião com a comissão de eventos do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR). Na pauta a construção de uma agenda de trabalho para que seja colocada em prática a política de captação, apoio e a realização de eventos da cidade baseada na Portaria de Eventos do Município e no ICCA, o ranking da Associação Internacional de Eventos e Congressos.

Participaram do encontro os indicados pelo COMTUR, entre eles representantes do SEBRAE, SENAC e SESC, ABRAJET/PR, ABAV/PR, SEHA/PR, Rede Empresarial do Centro Histórico de Curitiba, Associação Comercial e Industrial de Santa Felicidade e do Curitiba Convention & Visitors Bureau, além da equipe do Instituto de Turismo.

A presidente do IMT, Tatiana Turra, destaca que “esse é mais um passo importante no processo de consolidação de Curitiba como destino de eventos no país. A cidade tem toda a estrutura necessária para isso e o poder público precisa estar próximo da iniciativa privada na captação e realização desses eventos que geram fluxo turístico para o município”, afirma Tatiana.

Durante a reunião ficou definida a data para a realização de uma oficina de construção e debates sobre a política de eventos de Curitiba. No dia 30 de julho, o SEBRAE vai realizar o encontro com a participação de representantes da iniciativa privada. Entre os convidados devem estar meios de hospedagem, proprietários de centros de exposições, agências de shows, organizadores de eventos esportivos e outros agentes que participam do processo de realização de eventos.

“É preciso trabalhar a realização de eventos na cidade de forma estratégica e a aproximação de todos os integrantes do COMTUR com a iniciativa privada tem de acontecer o quanto antes. E essa comissão tem esse papel de aproximar e direcionar esforços”, segundo a coordenadora estadual de turismo do SEBRAE/PR, Patrícia Albanez.

Após a reunião do dia 30 de julho será definido o plano de trabalho da comissão.



Fonte: Instituto Municipal de Turismo

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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DESTINOS

O turismo como ferramenta de transformação, enriquece a experiência do visitante e potencializa o desenvolvimento sustentável da comunidade com emprego e renda

Por Geraldo Gurgel

Turistas em Alter do Chão (PA). Crédito: Embratur

O turismo comunitário no Vale do Jequitinhonha, Norte de Minas Gerais, é um roteiro que aproxima o visitante da realidade e gera desenvolvimento com a troca de experiências e de serviços prestados aos turistas. A região considerada uma das mais pobres do Brasil contrasta com a riqueza cultural das “paneleiras” que transformam o barro em peça utilitárias e obras de arte. A região é um celeiro de trabalhos artesanais em couro, bordados, tecelagem, desenho, música, esculturas em madeira, cestaria e pintura, além do artesanato em cerâmica. Os turistas amassam o barro e aprendem com as artesãs a confeccionar, pintar e queimar as peças que serão adquiridas como lembranças da viagem. A gastronomia, história e vida rural são parceiras da imersão cultural do viajante.

Os resultados positivos com as bonecas de barro de Campo Buriti (MG) refletem a transformação proporcionada pelo turismo de experiência em diferentes destinos do Brasil. A diversidade cultural agrega valor em vários segmentos do turismo, gerando distribuição de renda e conhecimento tanto para quem visita como para quem recebe.

No Morro da Babilônia, entre Copacabana e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, o turista vivencia as questões sociais de uma comunidade típica das favelas cariocas e participa de iniciativas criativas e sustentáveis, como o Favela Orgânica, de onde saem os alimentos servidos no almoço dos visitantes. É mais uma alternativa de geração de renda e mudança positiva proporcionada pelo turismo de base comunitária.

No Norte do país, os segredos e temperos da Amazônia fazem parte de um roteiro turístico comunitário no Pará que inclui a capital, Belém, e a Ilha de Cotijuba. A experiência multissensorial estimula os sentidos do visitante e o desenvolvimento comunitário. O passeio começa pelas cores e sabores das frutas, temperos regionais e essências do Mercado Ver-o-Peso, passando pelos atrativos históricos e as ruas arborizadas com mangueiras, além da música local e os encantos da Baia de Guajará com seus rios, igarapés, canais e 43 ilhas habitadas. Cotijuba é uma delas, onde os mistérios da floresta são acessíveis aos turistas. Além de curtir as praias, os visitantes participam de oficinas de artesanato e da elaboração de pratos típicos da cozinha paraense.

Outra experiência enriquecedora para o turista que visita a floresta amazônica é Alter do Chão, distrito de Santarém (PA). A partir da vila de praias de água doce com areias alvas e finas como o talco, o visitante navega pelos rios Tapajós e Arapiuns, afluentes do rio Amazonas e vão ao encontro de comunidades ribeirinhas. No cenário de igarapés, fauna e flora exuberantes, o turista faz uma imersão no modo de vida dos povos da floresta. O turismo comunitário é uma fonte alternativa de geração de renda e atividade transformadora, tanto para quem visita como para quem recebe o turista. Destaque para a cultura local com artesanato de látex e tucumã e a culinária indígena. Já o tempero humano do ribeirinho é o diferencial do roteiro que, ao final da viagem, faz o turista levar na mala e na alma a energia da Amazônia brasileira.

GRAJAÚ E BORORÉ – Na maior cidade brasileira, a realidade e o entorno do Grajaú e da Ilha do Bororé, nas margens da Represa Billings, estão mudando. A periferia da capital paulista oferece ao turista encontro com a natureza, agricultura orgânica, sustentabilidade, inovação social e arte. O roteiro alternativo propõe um mergulho nas iniciativas e experiências de uma outra São Paulo que espera um outro tipo de turista. Então, se animou com algum desses roteiros?

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Londres não é uma cidade com grandes montanhas ou muitos pontos de vista para apreciar seus cartões postais, como vemos em Paris ou NY (e até mesmo o Rio!), mas tem um skyline lindo e muito familiar, além de lugares de tirar o fôlego quando vistos lá de cima. Qualquer pessoa, mesmo que ainda não tenha visitado a cidade, vai reconhecer vários ícones de sua silhueta, principalmente pelos prédios novos que se instalaram por lá, na parte mais moderna da cidade.

Deixo aqui uma lista de 5 lugares para ver Londres do alto que valem muito a pena! O meu preferido é o último, além de ser gratuito, tem um visual completo e deslumbrante da cidade, no vidro mostra todos os nomes dos outros pontos para nos situarmos. Londres não é uma cidade barata, mas tem ótimas opções gratuitas para se divertir e aproveitar suas paisagens, então um lado compensa o outro.

1. Primrose Hill

No meu post sobre lugares para ver os fogos do Reveillon de Londres, falei desse lugar. Foi onde passei a virada e era bem pertinho de onde eu morava, Camden Town. Primrose Hill é um bairro, uma colina de 256 pés (78 metros) que fica colada no Regent’s Park e numa das áreas residenciais mais exclusivas de Londres. Reduto de pessoas ligadas às artes e às mídias (me identifiquei bastante). Nessa nobre região, você vai ter uma bela vista de toda a cidade, peguei um pôr-do-sol lindo! Passei muito frio, na verdade o pior foram as mãos, quase congelei, mesmo com luvas e roupas térmicas (porque era inverno e no alto né, aventura para os friorentos de plantão), mas não me arrependi. É um lugar perfeito para fazer um piquenique na primavera ou verão.

Para chegar lá, a estação de metrô mais próxima é Camdem Town, vá caminhando pelo Regent’s Canal e depois pelas ruas do bairro até o parque, é maravilhoso. Tem placas indicativas, não tem como se perder.


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2. The Shard

O prédio mais alto de Londres e o mais alto da Europa Ocidental, com mais de 310 metros de altura. É o único lugar que oferece uma visão 360 graus da cidade. Um arranha-céu em forma de pirâmide inaugurado em 5 de julho de 2012 em Southwark. O The View from the Shard ocupa os andares 68, 69 e 72 do suntuoso prédio. Não fui nesse porque acabei achando muito caro para a ocasião, mas vale se programar se quiser muito conhecer. O passeio é uma verdadeira experiência que já começa nos elevadores, com tecnologia super avançada para chegar ao topo em frações de segundo. O elevador chega até o 68º andar e depois há um lance de escadas, com a primeira vista. Subindo mais um lance, chega-se no último andar, numa área cercada de vidros que oferece uma visão sem igual da cidade!

O que achei bacana saber é que se você reservar os ingressos com antecedência e no momento da visita a visibilidade estiver ruim, impedindo a visão de ao menos três destes pontos – Tower Bridge, The Gherkin, St Paul’s Cathedral, London Eye e o edifício One Canada Square – você pode solicitar um ingresso gratuito para voltar em outra data, com validade de 3 meses. Os ingressos podem ser comprados pela internet, com desconto, ou até a véspera da visita. Alguns também são disponibilizados para serem adquiridos na hora, mas não recomendo, a não ser que esteja passando em frente e queira tentar.

The Shard – 32 London Bridge St, London SE1 9SG – Metrô London Bridge

3. London Eye

O ponto turístico mais famoso e disputado de Londres, é a quarta maior roda-gigante do mundo, com 135 metros de altura, uma volta nela dura 30 minutos. Foi construída para durar cinco anos, mas virou um símbolo da cidade, que faz parte da paisagem de Londres como o seu maior cartão-postal. Impossível pensar em Londres e não visualizar a London Eye, é de lei tirar uma foto ali e euzinha dispensei o passeio. Pois é, priorizei outras coisas porque quis deixar esse para minha próxima visita, porque sei que vou voltar em breve. Mas não deixei de ir, o visual é lindo, se tiver GoPro, as fotos saem mais lindas ainda.

London Eye – Riverside Building, County Hall, Westminster Bridge Road, London SE1 7PB – Metrô: Waterloo ou Westminster

4. Sushisamba

Com esse nome, não pode faltar num roteiro de um brasileiro, hein. O restaurante fica no 38º andar da Heron Tower, na região denominada City – centro financeiro de Londres – a entrada dele é deslumbrante! A subida no elevador panorâmico demora menos de um minuto, dá para se sentir num filme. Se conseguir pegar um pôr-do-sol, não hesite. Ele tem dois andares e uma varanda externa com fogueira, de babar. Mas nem essa fogueira e os aquecedores ajudaram muito, se não for friorenta (como eu), dá para ficar lá fora. A escada interna, que dá acesso ao outro bar, é parada obrigatória para foto, todo mundo fica dando uma de turista ali, afinal merece, olha o visual da cidade à noite. Com essa parede envidraçada você vai avistar esse prédio logo à frente, o famoso gherkin (pepino), como apelidaram, e lá embaixo o rio Tâmisa e a catedral de St. Paul. Prepare o bolso, o Sushi Samba tem uma carta premiada de drinques e coquetéis, ingredientes interessantes e exóticos, além de um menu que faz jus ao nome, mas igualmente caro.

Sushisamba – Heron Tower, 110 Bishopsgate, EC2N 4AY – Metrô Liverpool street

5. Sky Garden

Ah… meu queridinho. Visual de arrepiar e o melhor, é gratuito!

Foi uma dica infalível de um professor de inglês do meu curso, o nome oficial do prédio é 20 Fenchurch Street, que é também seu endereço. Porém, devido a sua forma peculiar, recebeu o apelido de Walkie-Talkie. Veja a foto abaixo, parece mesmo.

É um prédio comercial que também fica localizado na região financeira da cidade – a City – como o Sushisamba. A graça está no seu último andar, mais precisamente o trigésimo-quinto andar do prédio, onde fica o Sky Garden, praticamente um ponto turístico da cidade. Uma área aberta ao público com visão panorâmica de Londres. É preciso agendar a visita com 3 semanas de antecedência e chegar no horário britânico, ok? Tem fila, é bastante disputado e corre o risco de perder seu lugar.

Uma vez lá em cima, você tem uma hora para apreciar o visual, porém não vi ninguém fiscalizando e mandando o pessoal descer. Se não for jantar ou almoçar num dos dois restaurantes, uma hora é tempo suficiente para curtir tudo e fazer um rápido lanche no bar do primeiro nível. O visual é arrebatador, logo de cara você já avista o The Shard, que falei acima, a Torre de Londres e a Tower Bridge do lado leste, é possível avistar além de Canary Wharf também. Do outro lado dá para ver a London Eye e as outras pontes da cidade, do lado norte conseguimos ver os outros dois prédios famosos da City: o Cheesegrater e o Gherkin, o “pepino” que falei anteriormente.

Sky Garden – 20 Fenchurch Street, EC3M 8AF – Metrô Monument

>>  Confira aqui alguns passeios por Londres!  <<

 

Fonte oficial: Embarque na Viagem.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Nem a Copa do Mundo nem o veranico do fim de junho reduziram o movimento das tradicionais Feiras Especiais de Inverno de Curitiba. Expositores dos dois pontos da Prefeitura, nas praças Osório e Santos Andrade, comemoram as vendas de produtos típicos da estação mais fria do ano. As feiras ocorreram entre os dias 12 de junho e 14 de julho no centro da capital.

 “Tivemos muita procura tanto de turista quanto de moradores da cidade”, diz a artesã Ivone Bruschz França das Neves, que comercializou, na Praça Osório, cachecóis, golas e toucas em tricô, crochê, tear e pele.

De acordo com ela, a localização privilegiada dos dois pontos garantiu o grande volume de público e as boas vendas. “As feiras estão próximas a hotéis e restaurantes e quem trabalha no centro acaba dando uma passadinha”, justifica ela.

Durante os 33 dias das duas feiras, Angela Kimei Aida viu suas linhas artesanais de sabonetes e aromatizantes de ambiente serem muito procuradas por quem circulou pela Osório.

“Eu até vendi mais para turistas, pois meus itens são boas opções de presentes e lembranças de viagem”, conta ela, que tinha em sua barraquinha, produtos com motivos típicos curitibanos, como sabonetes em formato de pinhão.

Mel

O mel oferecido por Valdir Felice em sua banca na Osório também teve grande procura tanto por fregueses fieis como por pessoas que estavam fazendo turismo na capital. “Oferecemos um alimento certificado, com garantia de procedência e qualidade”, afirma ele. O mel comercializado por Valdir é produzido pela família dele em Bocaiúva do Sul, na Grande Curitiba.

As Feiras Especiais de Inverno reuniram, ao todo,  72 barraquinhas (61 na Osório e 11 na Santos Andrade) e foram um convite para garimpar artesanato e vestuário (cachecóis, luvas, toucas, pantufas, pijamas, blusas e roupas de festa caipira, além de itens de decoração e com temas de Curitiba).

Nos locais também não faltaram opções culinárias para degustação na hora, de diversas regiões do Brasil e do mundo, bem como de artesanato gourmet, como pães, geleias, mel, chocolate, bolachas e biscoitos – além de pinhão e quentão.

Inverno em Curitiba

As feiras da Osório e Santos Andrade fizeram parte do Inverno em Curitiba – Aqueça sua Programação. Até setembro, o calendário especial da capital reúne opções de passeios e programas culturais e de gastronomia e é um convite para sair de casa ou do hotel. A lista de atrações é extensa e há várias atrações gratuitas. Confira a programa atualizada no site.



Fonte: Prefeitura de Curitiba

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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Recentemente estive de volta a Foz do Iguaçu para matar a saudade de uma das cidades que mais amo no Brasil, sem exageros, já é minha quinta vez por lá. Sou uma pessoa apaixonada pela natureza e ter a oportunidade desse contato tão íntimo com ela me fascina. Já conheço muito bem a cidade e alguns hotéis da região, nesta viagem minha proposta foi experimentar novos meios de hospedagem, por isso durante a semana que fiquei por lá, me hospedei em 3 categorias diferentes de hospedagem: uma opção bem econômica, para quem não se liga muito em superestrutura, uma de alto padrão, com uma proposta mais voltada para casais, e outra que é super indicada para famílias e tem uma estrutura ótima para pais e crianças se divertirem muito. É justamente sobre esta que vou falar hoje, o Wish Resort Golf Convention Foz do Iguaçu.

Vou começar falando da incrível estrutura que o hotel possui que, como disse anteriormente, é ideal para famílias, com atividades variadas, localização estratégica e muito conforto em uma área total de 225 hectares de diversão, lazer e diversidade gastronômica para todos os gostos.

Reúna: piscinas para adultos e crianças, jacuzzis, trilhas, pista de cooper, parede de escalada, sauna, três restaurantes, sendo um deles de culinária italiana (Forneria di Como), outro de carnes nobres argentinas (Frontera Sur) e o Golf Grill (onde é servido o café da manhã, almoço e jantar buffet), adega, além de um dos maiores Kids Club do Brasil, com quase 1.000 metros quadrados, e um dos maiores e melhores campos de golfe profissionais do Brasil… ufa!! Tá bom pra você?? Pois é exatamente tudo isso que você vai encontrar no Wish Foz do Iguaçu.

Quartos

Os quartos são amplos e bem equipados. No que fiquei hospedada, havia duas camas de casal, uma varanda, ar condicionado com função de aquecimento (primordial para os 5 graus que peguei), TV, frigobar, secador de cabelos e uma mesa de trabalho.


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Na segunda manhã que estava hospedada, tive a oportunidade de experimentar o serviço de quarto deles. Confesso que numa manhã muito fria, a preguiça tomou conta de nós e pedimos o café da manhã no quarto, já que nos faltou coragem para sair nos 5 graus que fazia. Para nossa imensa alegria, nosso desjejum veio completíssimo como você pode ver na foto. Não faltou nada, na verdade, sobrou foi muita comida… tudo foi primorosamente preparado para nossa primeira refeição do dia. Frutas fresquinhas e muito doces, sucos, iogurtes, bolos, pães, croissant, frios, bacon (muito amor), cereais, leite, café… ufa!! Deu pra ver que foi completíssimo, né?

Gastronomia

O hotel possui uma boa variedade de restaurantes para atender os mais exigentes perfis de hóspedes. Com o regime de meia-pensão opcional, o hóspede poderá provar os sabores das culinárias italiana e mediterrânea nos restaurantes Golf Grill e Forneria di Como.

Minha experiência em ambos os restaurantes foi muito boa.

Na Forneria di Como você vai encontrar um ambiente muito aconchegante, intimista, perfeito para um jantar de casais e grupos de amigos depois de um dia cheio de atividades na cidade. Eu e minha amiga Thailise Monteiro, do Blog A Cara do Rio, que estava me acompanhando nessa viagem, simplesmente adoramos nosso jantar.

Eu fiquei muito feliz com as bruschetas e o meu Risoto de cordeiro. Para sobremesa, um delicado pudim de leite para adoçar a noite.

Em nossa última noite em Foz do Iguaçu, nosso jantar foi no Golf Grill, onde saboreamos saborosos cortes bovinos, macios e suculentos, daqueles de não esquecer tão fácil.

Iniciamos a noite com o Couvert e partimos direto para a Costela Premium e a Bisteca que acompanhavam arroz de carreteiro, farofa, batatas rústicas e cebolas empanadas, molhos e diversos suspiros entre as garfadas. Neste período, o restaurante oferecia, como forma de cortesia, uma taça de Malbec. Nem preciso dizer que nosso jantar foi maravilhoso e foi se prolongando pela noite.

Golfe

O Hotel tem uma excelente estrutura para atender os apaixonados pelo golfe. Com campo de golfe profissional, com 18 buracos e 80 hectares, o golfista encontra também uma recepção exclusiva e atendimento personalizado de um gerente de golfe. O campo leva a assinatura do renomado arquiteto americano Erik Larsen.

Minha experiência pode não ter sido das melhores, uma vez que golfe não é uma grande habilidade minha, mas, enquanto dirigia pelo amplo campo, pude perceber a qualidade e o cuidado com o local. Naquele período, estava ocorrendo o Aberto de Golfe das Cataratas  (confira mais detalhes neste link)  e pude conferir de perto o quanto o local possui boa reputação.

Localização

O hotel, que pertence à rede GJP Hotels e Resorts, fica bem na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, a apenas 10 minutos de carro do Aeroporto Internacional e a 18,5 km das Cataratas do Iguaçu. O Parque das Aves fica a 7 km, a Ponte da Amizade fica a 15,5 km e a Usina de Itaipu encontra-se a 20,5 km. Outro passeio imperdível, o Marco das Três Fronteiras também fica pertinho, a 9 km, pouco mais de 15 minutos de carro.

Pet Friendly

Desde 1º de maio, o Wish Foz do Iguaçu passou a ser Pet Friendly e conta com novidades em serviços e infraestrutura específica para receber os pets, o que permite a hospedagem de cães (até 15kg) e gatos no mesmo apartamento dos donos e com toda a infraestrutura necessária para recebê-los. Para se hospedar com seu peludinho, basta apresentar ao hotel a carteira de vacinação do animal no ato do check-in e atestado de sanidade do animal com validade de 30 dias da data emissão.

O Wish Foz fica na Av. das Cataratas, 6845, em – Foz do Iguaçu – Paraná. Mais informações pelo telefone (45) 3521-3400. Reservas via booking: Wish Resort Golf Convention Foz do Iguaçu.

A Viagem para Foz do Iguaçu contou com o apoio de: Brasil das Águas Turismo (receptivo e transfer), Concept Design  Hostel, Belmond Hotel das Cataratas e Wish Foz do Iguaçu by GJP Hotels (hospedagem), Cataratas do Iguaçu S.A (Porto Canoas, Cataratas do Iguaçu e Marco das Três Fronteiras), Rafain Churrascaria Show, Porto Kattamaram, Parque das Aves, Macuco Safari e Helisul (voo Panorâmico).

Fonte oficial: Embarque na Viagem.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Institucional

Cidade busca R$ 2,9 milhões para obras de melhoria da infraestrutura turística

 

Ministro Lummertz (D) com o secretario de Estrutuação, Totó Parente, e secretário municipal Milton Guedes. Foto: Jailson Sousa

A cidade de Tibau (RN) recebeu nesta terça-feira (17) o selo Prodetur + Turismo para um projeto para melhorar a infraestrutura turística do município potiguar. O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, fez a entrega do documento que garante prioridade na tramitação da linha de crédito para o secretário municipal de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer, Milton Guedes. O projeto apresentado, no valor de R$ 2,9 milhões, tem como objetivo impulsionar o turismo regional por meio de obras de infraestrutura turística.

Se concedido, o montante será utilizado para obras como a construção do Mercado de Artesanato de Tibau, implantação do Terminal com Box de Informações Turísticas, melhoria urbanística das praias de Tibau, Emanuelas e Gado Bravo, construção da Praça de Eventos de Tibau, realização de campanhas promocionais no âmbito nacional, entre outras.

“Essa linha de crédito do BNDES é importante para melhorar a infraestrutura turística do Brasil e permitindo que os destinos se preparem para receber cada vez melhor os brasileiros e estrangeiros que fazem turismo em nosso país. São esses investimentos que permitirão que o setor gere cada vez mais empregos e renda em todo o Brasil”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

Os valores solicitados fazem parte de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no total de R$ 5 bilhões, o Programa Nacional de Desenvolvimento e Estruturação do Turismo (Prodetur+Turismo). O montante está disponível para estados, municípios e empresários que querem investir no turismo.

DÚVIDAS – A Pasta disponibilizou um Call Center para aqueles que desejam tirar dúvidas ou se informar a respeito do Prodetur+Turismo. A ação agilizará o atendimento às demandas de gestores municipais e estaduais bem como empresários interessados em investir no setor, que terão à sua disposição o número 0800 200 8484 além do endereço de e-mail atendimento.prodetur@turismo.gov.br e um chat online, funcionando das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira.

 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Apesar de curtas, as férias de julho também são um ótimo motivo para turistas visitarem Curitiba e também para os moradores da cidade descobrirem com seus filhos os encantos da capital.

Os famosos parques, bosques e jardins curitibanos são sempre boas opções de passeios numa época em que, afinal, as crianças estão cheias de energia para gastar fora da escola.

Além dos lugares tradicionais e bem conhecidos, as atrações do Inverno em Curitiba – Aqueça sua Programação também trazem sugestões de passeios diferentes para curtir em família.

A lista de atividades culturais e de gastronomia é extensa e há, inclusive, opções gratuitas (confira a programação atualizada no link), como as apresentações do Pavilhão Étnico, que ocorrem todo domingo no Memorial de Curitiba, no Centro.

 

Confira a seguir, cinco passeios para aproveitar as férias na capital:

Novas peças no Teatro do Piá e feira no Centro Histórico

No dia 29 de julho, pais e filhos terão mais um bom motivo para visitarem juntos o Centro Histórico de Curitiba. Além de curtirem em família a tradicional Feira do Largo da Ordem, todos poderão assistir às novas apresentações gratuitas do Teatro do Piá, que voltará a ter espetáculos de bonecos a partir do último domingo deste mês.

Localizado no belo Palacete Wolf, sede do Instituto Municipal de Turismo, o lúdico espaço cultural já tem três apresentações confirmadas: “O Cirandeiro”, com a Cia Almazem Teatro de Bonecos (de 29/07 a 2/09); “O Patinho Feio”, com a Cia. Miiller Teatro de Bonecos (de 9 a 30/09); e “O Chinês e o Dragão”, com a CortexArt Produções (de 7 a 28/10).

Todas as espetáculos vão ocorrer a partir das 11h e são promovidos pela Fundação Cultural de Curitiba.

 

Museu da Vida nas Mercês

Ligado a Pastoral da Criança, o Museu da Vida merece ser visitado. Ele tem como objetivo levar informações sobre a importância do cuidado com as crianças e a preservação do meio ambiente. O espaço está ligado ao desenvolvimento infantil, da gestação até os seis anos de idade. 

No local, no bairro Merces, há também o Memorial da Dr. Zilda Arns (1934-2010), que conta a trajetória da vida pessoal e profissional da médica fundadora da Pastoral da Criança.

A Galeria da Vida tem exposições temporárias. No último domingo do mês, o museu desenvolve atividades especiais, como o Dia de Brincar, incentivando as crianças a brincarem como antigamente.

Visitas para grupos com mais de dez pessoas precisam de agendamento. O museu fecha, exclusivamente nos feriados religiosos de Páscoa, Natal, Ano Novo e Sexta-feira da Paixão.

A entrada é gratuita. Mais informações no site.

 

Bob, Pandinha, Charlene, Dino e Simba no Alto Boqueirão

A girafa Pandinha, no “alto” dos seus 29 anos, é uma das grandes atrações. O chimpanzé Bob é um dos queridinhos de quem passa por ali. Entre os hipopótamos, Charlene, Dino, Penélope e Glória fazem sucesso no tanque preparado para o avantajado grupo.

A grande atração do público nunca deixa de ser ele, o sempre majestoso leão Simba. Os olhos dos pequenos brilham o tempo todo e os adultos voltam a ser crianças no Zoológico de Curitiba, localizado no Alto Boqueirão. Além das grandes estrelas, turistas e moradores que visitam o espaço podem ver de perto 2,3 mil animais de 230 espécies.

Os bichos do zoológico recebem tratamento especial e são cuidados pelos funcionários da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Muitos chegam por doações, apreensões ou até nascem por lá.

A entrada é gratuita e o local funciona, de terça a sexta-feira, das 9h às 16h, e aos sábados e domingos, das 10h às 16h (fechado para manutenção nas segundas-feiras).

Mais informações pelo telefone (41) 3378-1221 ou no site.

 

Planetário e astronomia no Prado Velho

Só a arquitetura futurista deste espaço, dentro do campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), no Prado Velho, já vale a visita de quem está na cidade. 

A astronomia é o foco da FTD Digital Arena, planetário que terá, até a próxima sexta-feira (20/6), uma programação especial de férias. O espaço tecnológico educativo exibe filmes na cúpula e contará com duas sessões sobre o mundo da astronomia.

No início da tarde, às 14h, acontecerá a atividade “Uma Viagem para o Sistema Solar – De Volta para Casa“. A partir das 15h será realizada, de forma lúdica e recreativa, a oficina de montagem de foguetes e modelagem dos planetas com massinha. Já às 16h acontece a sessão “Constelações e suas Histórias Fabulosas“.

Esta semana o ingresso custa R$ 45 (criança) e R$ 20 (adulto) e a programação ocorre das 13h às 17h. É preciso ter acompanhante.

Normalmente, o espaço abre para o público apenas um sábado no mês. Saiba mais no site.

 

Compras e diversão variadas

Os shoppings de Curitiba também prepararam várias atrações de férias para reunir pais e filhos em seus espaços na capital. Algumas atividades são gratuitas e outras pagas.

O ParkshoppingBarigui continua com sua concorrida pista de patinação no gelo PKB On Ice. No Pátio Batel, o evento Ciência em Show  reúne cientistas que ensinam física de maneira descontraída para crianças e adultos. O Mueller criou o espaço “Os Incríveis”, com corrida elástica, cama de gato, bolha gigante, videogame e circuito com piscina de bolinhas. Os três eventos ocorrem até o dia 29 de julho. Já o Palladium promove, até o dia 22 de julho, o Xbox Experience, com 26 estações de jogos diferentes.



Fonte: Prefeitura de Curitiba

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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Para para pensar em um lugar repleto de belezas naturais e aventuras, assim é a Nova Zelândia, que vem ganhando espaço entre os destinos escolhidos pelos turistas e intercambistas. Para quem procura diversidade de atividades, que vão das mais calmas até as radicais, o belo país da Oceania é uma excelente opção. Mas o que torna a Nova Zelândia tão interessante? O pessoal da Trust Intercâmbio e Turismo separou algumas informações para quem ainda está indeciso em decolar para lá.

Com certeza ao chegar a Nova Zelândia você vai se impressionar com as paisagens exuberantes, que são os chamarizes do país. São praias, montanhas, florestas, geleiras e fiordes, ou seja, beleza para todos os gostos. As regiões montanhosas foram palco de grandes sucessos de bilheteria como “O Hobbit”, “Senhor dos Anéis” e “Avatar”. São cenários dignos de Oscar.

Clima agradável

Por ter uma temperatura amena, o clima da Nova Zelândia é bem próximo ao do Brasil, o que não causa aquele estresse de adaptação a temperatura. Para aproveitar as praias, viaje entre janeiro e fevereiro, meses que as temperaturas ficam em 20ºC e 25ºC. Agora se você é fã de frio e vai fazer um tour pelas montanhas, escolha ir de julho a agosto para praticar esqui na incrível temperatura de 12ºC.

Aventura

Quer fugir da calmaria e praticar esportes radicais? A Nova Zelândia é chamada de terra do bungee jump. Na cidade de Queentown há sete locais para salto que variam de 40 a 130 metros de altura! Além disso, para quem curte altura ainda há o paraquedismo, rapel, escaladas e alpinismo. Se prefere manter os pés no chão, escolha as trilhas de mountain bike, rugby e cricket. Se é amigo da água pode fazer rafting nas incríveis corredeiras do país. Ar, terra ou água a sua emoção está garantida.


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Auckland

Calma, não é uma palavra em maori, mas sim uma cidade muito escolhida para quem vai visitar o país. Auckland é o centro financeiro da Nova Zelândia e conta com uma grande variedade de comércio, lazer, restaurantes e feiras de artesanato. Além disso, é uma metrópole multicultural, já que reúne turistas de todo o mundo, oferecendo uma grande interação e exploração de toda a cultura do país.

Trabalho e estudo

Desde 2014 os estudantes podem ter permissão para trabalhar e estudar. Para conseguir, você precisa estar matriculado em um curso com, no mínimo, 14 semanas e carga horária de 20 horas semanais. Com a economia estável do país, você não sofrerá com variações da moeda local, que por sinal é uma das mais baratas entre os países de língua inglesa, fazendo com que o dinheiro do viajante renda mais.

Gastronomia

A culinária do país inclui pratos típicos dos maoris, dos polinésios e a moderna, que conta com as técnicas dos colonizadores. Os frutos do mar entram como atração principal para quem vai conhecer a Nova Zelândia, sendo uma herança dos maori, principalmente porque muitos peixes são encontrados apenas no país. Os ingleses deixaram sua marca também, mas o mais importante é o Lamb Shank, preparado com carne de carneiro e vegetais. Há também o tradicional queijo azul, que foi criado em 1952 e a receita é feita sem alterações desde então.

Visto

Olha que boa notícia: Quem possui passaporte brasileiro não precisa de visto para entrar na Nova Zelândia, podendo permanecer lá por até três meses, seja estudando ou trabalhando. Mas calma! Isso acontece mediante apresentação de comprovantes de que você tem condições financeiras de se manter por lá e sua passagem de volta. É fácil, porém existem regras.

Fonte oficial: Embarque na Viagem.

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