O chef Rodrigo Oliveira, responsável pelo sucesso do restaurante Mocotó, na Vila Medeiros, em São Paulo, é um dos ‘queridinhos’ da atual gastronomia. Seu jeito tranquilo parece nem combinar com a adrenalina apresentada nos atuais realities como proposta do universo gastronômico. Mas apesar da fala mansa, o chef não para! Talento, dedicação e muito trabalho transformaram o Mocotó em um dos restaurantes mais desejados da capital de São Paulo, que faz muita gente ficar horas na fila para garantir uma mesa para degustar a tradicional comida nordestina. Depois dele, vieram o Esquina Mocotó e o Balaio, para dar continuidade a este trabalho tão bem executado.

No Mocotó, o cardápio destaca delícias inspiradas na culinária sertaneja nordestina. E mesmo quem não é fã das opções, ao prová-las acaba se rendendo, pois tudo é feito no maior capricho e, o que é melhor, as porções são democráticas. Variam da mini à grande, possibilitando provar um pouquinho de (quase) tudo. “Já o Esquina tem uma apresentação mais contemporânea e autoral e no Balaio busco olhar para as várias cozinhas do Brasil, sem amarras”, define o chef.

É importante resgatar que tudo começou na década de 1970, com o “Seu” José Almeida, pai de Rodrigo. Ele montou seu bar na Vila Medeiros, região onde morava, servindo caldinho de mocotó [daí o nome do restaurante]. O tempo passou e, aos 13 anos, o filho começou a ajudar: lavando louça, servindo o balcão, limpando o banheiro. “Meu maior interesse era ficar perto do meu pai”, conta. E a coisa foi ganhando proporção: deixou de ser trabalho de final de semana e passou a ser compromisso.

Mas o pai, preocupado, queria que o filho estudasse. O jovem se esforçou para buscar outros caminhos: começou a fazer curso de engenharia e gestão ambiental, e ao descobrir um curso de gastronomia, decidiu seguir o coração. A partir dessa escolha, percebeu que deveria colocar toda a sua energia no restaurante. Quem nunca havia escutado falar em Vila Medeiros hoje identifica o bairro pelo restaurante. E ao provar o cardápio, a gente agradece por ele ter trilhado o caminho certo!

Aqui, conheça um pouco mais sobre o chef, suas inspirações e aspirações.

Como despertou o interesse pela gastronomia? Algum prato preparado por um ente querido, algum tempero especial?
Foi meu pai quem me ‘despertou’ o interesse pela gastronomia. Digo isso porque ele tinha um pequeno empório que vendia artigos nordestinos e caldo de mocotó, e eu ia para lá desde os 13 anos para ficar perto dele. Meu trabalho começou ali (onde funciona o restaurante Mocotó hoje). Quando chegou a hora de ir à faculdade, até comecei cursos relacionados ao ambiente – Engenharia Ambiental e Gestão Ambiental – mas no meio do caminho descobri que tinha uma faculdade de gastronomia, até então bem desconhecida. Eu já trabalhava no Mocotó, então foi uma escolha pensando em permanecer perto dele. O caldo de mocotó, preparado pelo pai desde o começo, é o prato da nossa família, o começo de tudo.

O que mais te encanta nos ingredientes brasileiros? Poderia citar algum que não pode faltar em seu cardápio?
Com a proporção que os restaurantes tomaram hoje, eu não consigo mais escolher os ingredientes, mas o contato com o produtor e o que ele gera é fundamental para mim. Temos uma diversidade imensa de ingredientes no Brasil, que ainda precisa ser melhor conhecida. Acho muito feliz o cenário gastronômico nacional atual, que tem valorizado cada dia mais esses ingredientes. Nos meus restaurantes não faltam feijões. Dos tipos mais consumidos no Nordeste, como o feijão-fradinho, até outros menos conhecidos, como feijão-guandu.

E com relação aos condimentos: o que não pode faltar? Poderia dar alguma dica de algum condimento que pode dar um toque especial?
Cominho tem o gosto da minha casa, da minha família. Esse é o tempero que não falta e pode dar aquele toque especial.

O coentro é um tempero típico da comida nordestina,mas tem gente que ‘detesta’. Qual a dica para usá-lo? É preciso ter cuidado para não carregar no sabor?
Sempre procuro usá-lo fresco no final do preparo, na medida certa. Pouco não vai ser notado e muito toma o prato.

O dadinho de tapioca é uma criação sua e uma das marcas registradas do Mocotó. Outros estabelecimentos passaram a oferecer este prato também. Isso te incomoda ou você se sente prestigiado pela ‘cópia’?
O dadinho foi criado no Mocotó e me enche de orgulho vê-lo por todos os cantos do País e até em alguns lugares do mundo. Essa é uma pergunta que escuto com frequência e fico muito feliz mesmo com esse resultado. Uma vez fui fazer um evento com diversos restaurantes e, quando mandei o menu, não aprovaram porque já tinha uma barraca fazendo dadinho. Não é genial?

Você gosta de criar novas receitas, inovar? Quais são suas inspirações para cozinhar?
Tudo pode ser uma inspiração. A música que ouvi no rádio dirigindo, aquela ideia que surge no chuveiro, um passeio com meus filhos. Mas esse é só o começo. Eu gosto do processo, de tornar uma boa ideia em realidade e isso depende de muito suor e vários testes. Uma boa ideia não é nada sem o desenvolvimento.

A sua cozinha é uma reinvenção de pratos típicos do Nordeste? Ou você mantém algumas tradições e ajusta outras? Como resolve essa questão? Pode dar exemplos citando os pratos?
Eu gosto de falar que o Mocotó é a tradição com a inovação que hoje nos é oferecida. Procuramos fazer melhor aquilo que fazemos todos os dias há 45 anos. Por exemplo, o caldo de mocotó, que dá nome à casa e está desde o dia um. Ele é a mesma receita proposta pelo meu pai. No mesmo cardápio também tem a carne de sol, receita consagrada da cozinha sertaneja que já fizemos de várias formas e mudamos mais uma vez o método de cura há pouco tempo. Sem contar o dadinho, receita nossa que é o hit da casa. Aqui, tradição e inovação andam juntas.

Qual o clima que domina a sua cozinha? Como é o seu dia a dia de chef?
Gosto de pensar que o clima nas nossas cozinhas é dinâmico e pacífico. Esse é meu jeito de trabalhar. Estamos sempre em movimento, mas procurando um clima descontraído e amistoso. Aquela imagem da cozinha profissional truculenta não impera nos nossos restaurantes. Hoje, com a operação em mais de um lugar, eu alterno o turno entre eles. Um dia no Balaio, outro no Mocotó e no Esquina.

Como transformar um prato em algo especial? Existe algum segredo para transformar até mesmo o trivial em algo marcante?
Para mim o prato sempre é algo especial, minha grande motivação é mostrar que o trivial é importante e pode se tornar aquela refeição extraordinária. Quando me perguntam o que é mais importante na cozinha, sempre respondo: tempo. O domínio do tempo é o segredo.

Comida precisa ter alma? Qual o segredo para colocar amor em um prato?
Para mim toda comida tem alma. Ela é a expressão do seu lugar e sua cultura com as mãos de quem faz. Se dermos os mesmos ingredientes para pessoas diferentes que devem reproduzir a mesma receita, teremos produtos diferentes. Não é uma ciência exata e é aí que mora sua beleza. Esteja bem, dedique-se, que sua comida será boa.

Você se tornou uma referência na gastronomia, qual o peso disso? Esse reconhecimento por parte do público e da mídia aumenta a responsabilidade? Como lidar com isso, sem pressão?
Eu tenho muita sorte porque, de fato, eu gosto muito do que faço. Então eu fico feliz quando percebo que há o reconhecimento, mas estou sempre pensando que há muito ainda para ser feito. O foco é em como fazer melhor aquilo que faço hoje. A pressão vai embora na bicicleta!

A culinária nordestina parece simples, tipo comida do dia a dia. Mas na prática não é bem assim, não é? Ela exige técnica, estudo, cuidado? Quais são os seus desafios na elaboração dos pratos?
Acredito que toda cozinha exige técnica, estudo e cuidado, mesmo aquela do dia a dia. É só pensarmos nas nossas avós, elas possuem tudo isso acima, passaram uma vida aprendendo a cozinhar. A diferença é que esse conhecimento não é valorizado enquanto conhecimento formal. O que muda na cozinha profissional são os equipamentos que temos à disposição e a quantidade que fazemos. O grande desafio é manter o padrão, fazer bem todos os dias.

Manter-se na Vila Medeiros – onde tudo começou – é um bairrismo? Como você se sente ao apresentar este bairro para o público? Porque tem gente que só vai à Zona Norte [de São Paulo]por causa do Mocotó. É uma forma de mostrar que comida boa está em qualquer lugar e não apenas em regiões nobres?
O Mocotó só existe porque está na Vila Medeiros. Ele é a junção da periferia de São Paulo com o sertão pernambucano. Não faz sentido sair daqui, não seria a mesma experiência. Por isso abrimos outras propostas em outras partes da cidade. Nosso conceito número um é “inclusividade” – fazer o melhor para o maior público possível, principalmente nossos vizinhos.

O Mocotó não aceita reservas, mas as pessoas são capazes de ficar um longo tempo na espera. Você acredita que isso acontece pela comida, pelo ambiente, um conjunto de tudo? Por que o Mocotó despertou essa paixão no público?
Pelo conjunto, com certeza. Josafá, que está conosco há 38 anos, diz que o atendimento é tão ou mais importante que a comida. Concordo com ele. Uma boa comida sem a acolhida necessária não cria o encantamento e esse é sentimento mais buscado em uma experiência gastronômica. Acredito que o inusitado seja um fator que faz as pessoas buscarem o Mocotó também.

Qual a diferença entre o Mocotó, o Esquina Mocotó e o Balaio?
O Mocotó é o restaurante da minha família e que conta a nossa história. Cozinha sertaneja na periferia de São Paulo. Já o Esquina tem uma apresentação mais contemporânea e autoral focando no local, o lugar que estamos, a cidade de São Paulo. No Balaio, filho mais novo, busco olhar para as várias cozinhas do Brasil sem amarras.

PINGUE-PONGUE

Vinho combina com: afago
Boa comida precisa de: tempo
Sua principal especialidade: hospitalidade
Um hobby: bicicleta
Um desejo: uma praça na Vila Medeiros
Qual palavra te define: inacabado
Para ser um chef consagrado é preciso: suor

Texto: Simone Cunha

 

Fonte oficial: Sociedade da Mesa

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

ESTUDOS E PESQUISAS

Universo de pesquisa será de 200 mil domicílios com a inclusão do tema na PNAD-C

Praia do Prumirim, em Ubatuba (SP), se prepara para a chegada da alta temporada de verão. Foto: Rogério Cassimiro/Banco de Imagens MTur Destinos

O Ministério do Turismo deu um passo importante para ampliar o conhecimento sobre o mercado interno de viagens. Um Termo de Execução Descentralizada (TED), assinado com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e publicado no Diário Oficial da União, vai permitir a inclusão de perguntas sobre a demanda de turismo doméstico na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C). Isso significa que o ministério terá informações sobre o comportamento de viagem de mais de 200 mil domicílios brasileiros.

“É uma grande conquista, pois teremos como parceiros uma das principais entidades de pesquisa do país. Vamos ter um amplo universo de pesquisa e gerar informações atualizadas sobre o perfil e hábitos de viagem do brasileiro”, disse o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

O tamanho da amostra, segundo técnicos do MTur, tende a melhorar a qualidade e a confiabilidade das informações. Outra vantagem é que os dados produzidos pelo IBGE poderão contribuir para a elaboração da Conta Satélite do Turismo, iniciativa prevista no Plano Nacional de Turismo 2018-/2022. O TED, que prevê a transferência de R$ 3,94 milhões do MTur para o IBGE, tem vigência de até julho de 2021.

PNAD-C – Segundo o IBGE, a pesquisa acompanha as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, além de outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País. A PNAD também produz indicadores anuais sobre temas suplementares permanentes – como trabalho e outras formas de trabalho, cuidados de pessoas e afazeres domésticos, tecnologia da informação e da comunicação etc.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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INFRAESTRUTURA

MTur repassou R$ 30 milhões para equipamento que vai dobrar capacidade da realização de eventos na capital potiguar

Por Geraldo Gurgel

Paisagem urbana de Natal. Foto: Ney Douglas/Banco de Imagens MTur Destinos

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, participa neste sábado (15), da solenidade de inauguração do principal projeto custeado pelo MTur no Rio Grande do Norte. A reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal, executada em cinco anos, aumentou a área construída do espaço de 14.250 m² para 23.640 m², viabilizando a realização de eventos com até 12 mil participantes – o dobro da capacidade atual. O projeto faz parte do Programa Avançar, do governo federal.

Executada em parceria com as secretarias estaduais de Infraestrutura e de Turismo, a obra recebeu R$ 30 milhões do Ministério do Turismo e R$ 10 milhões de contrapartida do estado. “O Brasil é muito conhecido como um destino de lazer, mas queremos ser cada vez mais reconhecidos como destino de negócios e para que isso aconteça temos investido fortemente na construção e ampliação de centros de convenções por todo o Brasil”, explica o ministro. Com a requalificação do espaço, a estimativa é que a receita obtida com a atração de eventos de grande porte em Natal chegue a R$ 5 milhões por ano, mais que o dobro dos atuais R$ 2 milhões.

O espaço de eventos da capital potiguar está entre os projetos prioritários de infraestrutura tutística apoiados pelo MTur, em 2018, em todo o país. Ao todo, a Pasta investiu R$ 103 milhões na construção, reforma e compra de equipamentos para centros de convenções, viabilizando a ampliação do turismo de negócios e eventos em centros urbanos de médio e grande porte.

Segundo levantamento do Ministério do Turismo divulgado em maio, 15,6% dos turistas internacionais que estiveram no Brasil em 2017 vieram motivados por negócios, eventos ou convenções. Os principais destinos foram: São Paulo (44,4%), Rio de Janeiro (23,6%), Porto Alegre (4,2%), Curitiba (4,1%), e Brasília e Campinas (com 3,3% cada).

No ranking da Associação Internacional de Congressos e Convenções (ICCA, em inglês), o Brasil é o país da América do Sul que mais realiza congressos internacionais, além de ser o único sul-americano no ranking dos 20 principais destinos em número de reuniões organizadas em 2017, ocupando a 16ª posição.  “O número comprova o potencial do país como destino de negócios. Vamos investir para continuar avançando e consolidando nossa liderança nesse segmento”, finaliza o ministro Vinicius Lummertz.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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CADASTUR

Trabalho dos fiscais da Pasta incentivou formalização de prestadores de serviços turísticos na Chapada dos Veadeiros (GO), região que está entre os principais destinos nacionais de ecoturismo

Por Geraldo Gurgel e Vanessa Sampaio

Secretário do MTur, Bob Santos, acompanhou última ação de fiscalização do ano. Foto: Geraldo Gurgel/MTur

O secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos, acompanhou nesta semana, em Alto Paraíso de Goiás (GO), a última ação de fiscalização da Pasta em 2018. A equipe de fiscais visitou 89 estabelecimentos turísticos da Chapada dos Veadeiros para incentivar o cadastro no Cadastur, além de orientar e notificar irregulares. A fiscalização terminou nesta quinta-feira (14) e contemplou, ainda, empreendimentos de São Jorge e Cavalcante.

Esta foi a quinta visita da equipe a regiões de forte vocação turística no país, logo após inspeção a estabelecimentos da Costa do Sol (Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro), Chapada dos Guimarães (MT), Foz do Iguaçu (PR) e litoral catarinense (Balneário Camboriú e Bombinhas). As vistorias realizadas pela Pasta tiveram início em setembro de 2017 e já percorreram as 26 capitais do Brasil e o Distrito Federal.

Realizada em parceria com as secretarias estaduais de turismo, das 27 unidades da Federação, a ação foi pioneira no setor como medida educativa, oferecendo orientações sobre a regularização dos empreendimentos e divulgando as vantagens do cadastramento para as empresas turísticas.

MARCO DO SETOR – As rodadas de fiscalização do Cadastur, o cadastro do Ministério do Turismo que reúne prestadores de serviços atuando legalmente no mercado, representaram um importante marco para a formalização do turismo brasileiro: hoje, o sistema soma 77,7 mil cadastros regulares. Desde que a equipe de fiscais do Ministério do Turismo foi a campo pela primeira vez, em setembro de 2017, 86% dos 1.927 empreendimentos visitados já se regularizaram. Foram 115 dias de atividades da equipe.

O secretário Bob Santos destaca que o registro no Cadastur é a garantia de que os serviços contratados pelo turista (como hotéis, guias de turismo, agências de viagem, entre outros) estão de acordo com as normas legais do setor no País. “Ganha o serviço, que sai da ilegalidade; o turista, que passa a ter mais segurança para contratar atividades, acomodações e outros serviços da sua viagem; e ganha o destino, que amplia a regularização e conhece melhor sua vocação para captar mais visitantes”, avaliou.

Ele lembra também que “quanto mais cadastros formalizados no Cadastur, mais chances o município tem de melhorar a categorização no Mapa do Turismo Brasileiro”. O Mapa classifica municípios por categorias de A a E, priorizando recursos do MTur de acordo com o desempenho das economias turísticas municipais.

CHAPADA DOS VEADEIROS – Além do apoio da prefeitura de Alto Paraíso, técnicos da Goiástur acompanharam as equipes do ministério na sede do município e no distrito de São Jorge, situado na entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Luciano Guimarães, interlocutor do Programa de Regionalização do Turismo do MTur em Goiás, alertou para a regularidade do Cadastur como exigência para que municípios com vocação turística permaneçam no Mapa do Turismo, que será atualizado em 2019.

“Somente com o fortalecimento da atividade turística na região teremos mais recursos para promoção do destino e de eventos locais, além da participação do município nos programas de financiamento do MTur, tanto para infraestrutura como para empreendimentos privados”, reconheceu o secretário municipal de turismo de Alto Paraíso, Moisés Nunes.

CADASTUR 3.0 – Desde o final de março, o procedimento de inscrição ou renovação de cadastro de prestadores de serviços turísticos do Brasil, que é totalmente gratuito, pode ser feito de forma simplificada pelo site cadastur.turismo.gov.br. A modernização do sistema desburocratizou a regularização de empresas informais do setor.

O cadastro é obrigatório para 7 categorias, conforme a Lei Geral do Turismo: meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, parques temáticos, organizadoras de eventos, acampamentos turísticos e guias de turismo. Além dos prestadores de serviço cujo cadastro é, por lei, obrigatório, também poderão se inscrever no Cadastur estabelecimentos como restaurantes, parques aquáticos, marinas, centros de convenções e locadoras de veículos. Para esses serviços o cadastro é facultativo, mas ajuda o turista na busca por empresas oficialmente regularizadas, proporcionando maior segurança ao planejar uma viagem.

REGULARES E IRREGULARES – Pessoas físicas e jurídicas inscritas regularmente no Cadastur têm acesso a financiamento por meios de bancos oficiais, participação em programas de qualificação profissional promovidos pelo MTur, visibilidade nos canais oficiais de divulgação da Pasta, entre outras vantagens.

Quem for flagrado sem o registro ou com o cadastro fora do prazo de validade é considerado ilegal, será advertido e pode ser autuado pelos órgãos de controle. Caso não regularize sua situação, o empreendimento ou profissional ainda podem ser penalizados com uma multa que pode chegar a R$ 854 mil.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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SELEÇÃO

Edital publicado em novembro tem como objetivo ampliar o fluxo turístico do país asiático no Brasil

Por Lívia Nascimento

Turistas embarcam em aeroporto na China. Foto: Divulgação/MTur

As agências de viagem interessadas em receber turistas chineses em 2019 têm até esta sexta-feira (14) para concluírem seu cadastro junto ao Ministério do Turismo, responsável pela seleção. O edital pode ser acessado e preenchido pela internet acessando ESTE LINK. O processo seletivo é resultado de um Memorando de Entendimento firmado em 2004 com a China. O texto prevê a designação ou recomendação de empresas de turismo nacionais que façam o receptivo de grupos chineses em destinos brasileiros.

Entre as exigências para se habilitar, estão: a regularização junto ao Cadastur – cadastro nacional do MTur que reúne pessoas físicas e jurídicas que prestam serviço no setor, a declaração de ciência dos termos do acordo assinado entre as duas nações e o aceite do Termo de Responsabilidade contido no edital. No Brasil, o Ministério é o único órgão responsável por esta seleção e somente empresas autorizadas pela Pasta poderão atender turistas chineses em território nacional.

“A China é o maior parceiro comercial do Brasil e o maior emissor de turistas do mundo. Só no ano passado 135 milhões de chineses viajaram pelo mundo e queremos nos aproximar ainda mais deste mercado. Para isso estamos desenvolvendo uma série de ações como o aumento do número do Visa Centers no país asiático, além de trabalhar para a extensão do visto eletrônico aos chineses, medida que já se mostrou bastante eficaz para a chegada de americanos, australianos, canadenses e japoneses ao Brasil”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

Em 2017, 83 agências obtiveram o credenciamento. O resultado da seleção será divulgado no dia 21 de dezembro no Diário Oficial da União e no site do MTur.

COOPERAÇÃO – Em setembro de 2017, a China firmou um acordo para a facilitação de vistos com o Brasil. O acerto definiu um prazo de validade de cinco anos às autorizações de turismo, permitindo múltiplas entradas e um período de estada de 90 dias, renováveis por até outros 90, a cada 12 meses. Antes do acordo, cujas regras começaram a valer no dia 1º de outubro do ano passado, o visto geralmente era aceito por três meses.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Últimas notícias

Empresas que aderirem ao código capacitarão funcionários para identificar e denunciar violações

Ministro do Turismo, Vinicius Lummertz; secretário executivo do MTur, Alberto Alves; secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos; e assessor especial do MTur, Maurício Rasi, participaram do evento. Foto: Nayara Oliveira/MTur

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, e o secretário executivo do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), Marcelo Varella, assinaram nesta quinta-feira (13), em Brasília, portaria interministerial que institui o código de conduta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo. O documento tem o objetivo de orientar e regular a conduta ética de empresas e prestadores de serviços turísticos, seus funcionários e colaboradores, para que, no desempenho de suas atividades, adotem ações de enfrentamento à exploração de crianças e adolescentes.

“Estamos lançando uma semente para defender o lado do bem. O enfrentamento à exploração de crianças e adolescentes é um assunto transversal com o qual o Brasil tem um compromisso internacional e com este código de conduta estamos deixando um importante legado para o país”, afirmou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz. Na avaliação dele, a geração de empregos por meio do turismo pode ser uma ferramenta importante para ajudar o país a enfrentar a violência e tirar os jovens da situação de vulnerabilidade.

O secretário executivo do MDH defendeu a importância de se criar normas de conduta, mas disse que somente a mobilização da sociedade permitirá que o problema seja enfrentando com efetividade. Segundo Varella, como o governo não tem condições de estar em todos os lugares para fiscalizar, a sociedade precisa aprender a se auto proteger e se unir. “A indiferença virou indignação e agora tem que virar ação”, comentou.

Responsável pela equipe que trabalhou na elaboração do código, o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos, elogiou o empenho dos técnicos e a celeridade para a entrega do documento ainda este ano. “É um crime da maior gravidade e vamos enfrentar isso juntos. Esperamos que o código seja multiplicado por todos os segmentos que compõem o setor de turismo”, disse.

Durante a cerimônia, a representante da Rede Accor de Hotéis, Adriana Pinto, assinou o primeiro termo de adesão ao novo código, que será disponibilizado para empresas e prestadores de serviços turísticos que quiserem aderir ao projeto. “Esperamos que a hotelaria se envolva nesta campanha. A tolerância com a exploração de crianças e adolescentes em nossos empreendimentos é zero”, disse ela.

O código de conduta será disponibilizado no portal do Ministério do Turismo. Tem como público-alvo empresas, pessoas físicas e prestadores de serviços que atuem direta ou indiretamente no setor de turismo. O documento está alinhado ao Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e ao Grupo de Ação Regional das Américas (GARA).

Para aderir ao código, a empresa ou prestador de serviços turísticos deverá preencher o Termo de Adesão e encaminhá-lo por e-mail ao Ministério do Turismo, além de estar com o cadastro regular no Cadastur e cumprir os 12 compromissos estabelecidos no documento.

Edição: Vanessa Sampaio 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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CRÉDITO

Iniciativa acontece um ano depois da reformulação do programa federal voltado para melhoria de infraestrutura turística

Por Lívia Nascimento

Seminário foi realizado em Brasília nesta quinta-feira (13). Foto: Nayara Oliveira/MTur

O Ministério do Turismo sediou nesta quinta-feira (13) da 1ª Reunião de Avaliação do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). Na ocasião, o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, assinou protocolos que autorizam os bancos e agências de fomento, contratados pela Pasta, a executarem o recurso adicional de R$ 243.195.956 autorizado este ano para o Fungetur.

A dotação orçamentária de 2018 é a maior desde a criação deste instrumento de crédito para financiamento do setor de viagens e turismo no Brasil. Os agentes financeiros credenciados para operar as linhas de crédito do Fungetur são: Agência de Fomento do Mato Grosso (Desenvolve MT), Agência de Fomento do Rio Grande do Sul (Badesul), Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), Banco do Estado de Sergipe (Banese), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Caixa Econômica Federal (CEF) e Agência de Desenvolvimento de São Paulo (Desenvolve SP).

“Esse seminário é um momento importante de avaliação para esse programa do MTur que acaba de completar um ano de reformulação. Sabemos que existem limitações financeiras e desenvolver essa parte estratégica é fundamental para garantir mais recursos para o desenvolvimento do setor no Brasil”, disse o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

Entre os agentes credenciados, cinco alcançaram o patamar definido pelo MTur para receber recursos extras, que seria o mínimo de 50% dos recursos disponibilizados aos bancos e agências no último ano. O montante foi dividido entre Badesul (R$ 38.571.854,06), Desenvolve SP (R$ 54.476.636,77), BRDE (R$ 76.059.394,67), Desenvolve MT (R$ 11.675.172,96) e BDMG (R$ 62.412.897,53).

O Fungetur já concedeu R$ 55 milhões em financiamentos para hotéis, pousadas, barcos, restaurantes, empresas de transporte turístico, entre outros. Atualmente, R$ 71 milhões de projetos estão em análise por parte dos agentes financeiros.

SEMINÁRIO – Nesta semana, a Prefeitura Municipal de Canindé de São Francisco realizou o Seminário Canideense de Turismo e Desenvolvimento Econômico, voltado para explicar e orientar empresários interessados em utilizar recursos do Fungetur. Na ocasião, o diretor do Departamento de Ordenamento do Turismo do MTur, Rogério Cóser, realizou uma palestra sobre o programa do governo federal por meio de vídeo conferência.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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MEDIDA PROVISÓRIA

Medida consagra reivindicação do mercado nacional de Viagens e Turismo, incentiva a concorrência entre aéreas e abre oportunidades na geração de emprego e renda

Por Vanessa Sampaio, com informações da Assessoria de Comunicação Social da ANAC

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, anunciou na tarde desta quinta-feira (13) a edição de Medida Provisória, assinada pelo presidente Michel Temer, que promove alterações no Código Brasileiro de Aeronáutica. O texto elimina o teto de participação do capital estrangeiro em empresas aéreas nacionais, permitindo a exploração dos serviços por companhia constituída segundo as leis brasileiras, com sede de administração no Brasil.

Para o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, a MP consagra o movimento do Ministério do Turismo em prol da medida, que estimulou lideranças do setor a articularem, no Congresso Nacional, a defesa do fim da restrição. “É uma conquista que, aliada a outras medidas que impactam o custo operacional da aéreas como a redução do imposto sobre o QAV, coloca o turismo do Brasil num outro patamar de competitividade em nível mundial. Vai promover a abertura de novas rotas, a criação de novos voos, a reativação de aeroportos e a redução do preço das passagens para o viajante, porque desconcentra e incentiva o crescimento do mercado”, comemorou Lummertz. Nesta quarta-feira (12), o Tribunal de Contas da União (TCU) também emitiu parecer favorável à eliminação do teto de participação do capital estrangeiro em aéreas brasileiras.

Em comunicado, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirma que “o ingresso de capital estrangeiro no país tende a aumentar a competição no setor ao ampliar as fontes de recursos para as companhias já existentes e potencializar o surgimento de novos entrantes”.

Para a Anac, a adoção de uma nova forma de participação de capital segue uma tendência de abertura já verificada em outros países e equipara o mercado de aviação ao modelo já adotado em praticamente todos os setores da economia. No Brasil, setores estratégicos como aeroportos, portos e ferrovias, eletricidade, mineração, óleo e gás, saúde e telecomunicações permitem investimentos estrangeiros sem qualquer tipo de restrição.

Enquanto Argentina e Colômbia têm, respectivamente, nove e oito companhias aéreas operando as rotas domésticas, no Brasil apenas quatro empresas concentram mais de 99% do mercado.

FRANQUIA DE BAGAGEM – Ainda nesta quarta-feira (13), o plenário do TCU avaliou como positivos os efeitos da desregulamentação da franquia de bagagem despachada, proveniente da Resolução nº400/2016 da Agência Nacional de Aviação Civil.

No voto, o ministro Bruno Dantas, relator do processo, destacou que a norma já apresenta resultados no sentido da abertura de mercado, ao mencionar que “proporciona a entrada de empresas low cost, o que na prática já vem sendo observado. Três empresas estrangeiras low cost (Norwegian Air, Avian e Sky Airline) manifestaram interesse no mercado brasileiro e uma delas já está operando em voos internacionais desde o início de novembro deste ano”, salientou.

Edição: Lívia Nascimento

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Em 1866, Mark Twain visitou o Havaí e decretou: “É a mais deliciosa fruta conhecida pelo homem”. De colher em punho, ele raspava a polpa branca, cremosa e doce da sua cherimoya (cherimólia
em português), nas vizinhanças do vulcão Kilauea.

De formato semelhante ao da fruta-do-conde e mais lembrando um coração, a cherimólia
é também chamada de fruta-sorvete ou manjar branco. Seu sabor surpreende pela delicadeza e complexidade, parece um mix de várias outras frutas, pois lembra morango, abacaxi, banana, manga, pera… Muitos a associam à graviola,
de quem é aparentada.

Típica de climas amenos, sua origem provável é andina peruana. Os incas a ofereciam aos deuses
(seu nome na língua quechua quer dizer “sementes frias”), mas a civilização atual a consome na forma
de smoothies, iogurtes, batidas e mousses. Divina como sobremesa e adorada na Europa, é generosa
em vitamina C, fibras, potássio e minerais, livre de gorduras saturadas e com pouco sódio.

Onde comprar? Não é preciso ir até os Andes: ela é produzida por aqui, principalmente na região da
Serra da Mantiqueira.

Texto: Fabio Angelini

Fonte oficial: Sociedade da Mesa

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ECONOMIA

Pedido de R$ 283 milhões do governo da Paraíba recebe selo que garante prioridade de análise no BNDES

Por Darse Júnior


Ministro Lummertz assina o selo + Turismo para a Paraíba. Crédito: Roberto Castro/MTur

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, entregou para o governador eleito da Paraíba, João Azevedo, acompanhado do senador Veneziano Vital do Rego, o selo +Turismo que garante prioridade na análise técnica do BNDES para o projeto de R$ 283 milhões no estado. Mais de 70% do recurso será destinado a melhorias de infraestrutura.

De acordo com João Azevedo, o investimento deve mudar o patamar do turismo no estado. Ele reconheceu que o projeto que seguirá para a última etapa de análise no BNDES é mérito da atual gestão e firmou o compromisso de se empenhar para destravar o setor na Paraíba. “Temos tudo para despontar como um dos principais destinos turísticos do Brasil no contexto doméstico e internacional”, comentou.

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, sugeriu que além do investimento, o estado busque aumentar a sua conectividade aérea, como o aumento da oferta de voos. “Realmente as belezas das praias paraibanas, com águas transparentes e temperaturas amenas são um atrativo diferenciado do Brasil. Por que não fazer da Paraíba uma Cancun no Brasil?”, comentou Lummertz.

O projeto apresentado prevê melhorias na Praia do Jacaré, no Jardim Botânico Benjamim Maranhão, além da recuperação do Rio Jaguaribe, esgotamento sanitário na Costa das Piscinas e sinalização na orla e criação de um terminal turístico em Cabedelo. Os recursos serão destinados ainda para projetos de promoção e apoio à comercialização, captação de eventos e a criação de um Observatório do Turismo.

Ao todo, o Prodetur + Turismo já recebeu 106 propostas que totalizam R$ 4,2 bilhões em oito meses. No total, o BNDES disponibilizou R$ 5 bilhões em créditos com prazos ampliados e juros diferenciados. 

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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