EVENTO

Evento da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados em parceria com a ABIH debateu pautas legislativas com impactos na indústria hoteleira

Por Geraldo Gurgel

Ministro do Turismo esteve na Câmara dos Deputados no fim da manhã desta quinta-feira (23). Foto: Geraldo Gurgel/MTur

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, defendeu nesta quinta-feira (23), durante encontro de paralamentares com hoteleiros, em Brasília, menos amarras para impulsionar o desenvolvimento do turismo em seus diversos segmentos, entre eles, a indústria de hotéis. Para o ministro, excesso de burocracia afasta os empreendedores e dificulta a atração de investidores e a nova Lei Geral do Turismo é um grande passo para destravar o desenvolvimento deste mercado.

“O setor de hospedagem, que funciona em três turnos, é um dos que mais geram empregos na cadeia produtiva do turismo. Precisamos desburocratizar a atividade para assegurar a sustentabilidade dos negócios, atrair investimentos e ampliar a concorrência”, disse o ministro, lembrando que o caminho a ser seguido pela Pasta, em relação à hotelaria, é o mesmo defendido para o setor aéreo: desregulamentação e segurança jurídica.

O ministro reforçou a isenção do Ecad, já aprovada na Lei Geral do Turismo pela Câmara dos Deputados e, atualmente, em tramitação no Senado Federal. A incidência de direitos autorais sobre equipamentos de som e imagem instalados nos apartamentos é uma das taxas que sobrecarregam a carga tributária dos meios de hospedagem, segundo os representantes do setor. A proposta da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), que representa 36 mil associados, é que o Ecad incida apenas nas áreas comuns aos hospedes. “Serviços caros excluem os turistas dos hotéis e prejudicam o desenvolvimento do setor”, disse o presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares.

Também foram discutidas regras de acessibilidade e as novas plataformas de economia compartilhada, que oferecem experiências de hospedagem paga em residências particulares. Players da hotelaria nacional avaliaram que a falta de regras claras estaria favorecendo a concorrência desleal entre os prestadores de serviços de hospedagem. Os representantes do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e da Associação Brasileira de Resorts (ABR) também reforçaram a capacidade do setor de gerar empregos e a importância da qualidade e diversificação dos meios de hospedagem para atrair mais turistas domésticos e estrangeiros aos destinos nacionais.

O secretário nacional de Integração Interinstitucional do MTur, Bob Santos, também participou do evento.

Ediçao: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Locomotiva Viagens. Lembramos ainda que o Locomotiva Viagens é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

A capital paranaense estará na BNT Mercosul (Bolsa de Negócios Turísticos Mercosul), que acontece na sexta-feira (24/5) e no sábado (25/5) em Balneário Camboriú (SC).

O Instituto Municipal de Turismo vai reforçar o segmento de lazer na cidade e apresentar roteiros turísticos como o Curta Curitiba a PéCurta Curitiba Bem-Estar e o Curta Curitiba Piazada.

Curitiba faz parte do estande que apresenta todo o estado do Paraná como um grande polo de atrações turísticas. O BNT Mercosul, que está na 25ª edição, promove destinos, serviços e atrativos turísticos e reúne todo o setor, como operadoras, agentes de viagens e profissionais ligados ao trade.

Para a gerente de turismo do Instituto Municipal de Turismo, Adriane Vortolin, participar de um evento como esse é uma oportunidade de mostrar as diversas opções de serviços turísticos da cidade. “Em ações como essa conseguimos fomentar a comercialização do Destino Curitiba pelos agentes de viagens”, explica.

Além da excelente estrutura hoteleira e gastronômica e a oferta de atrações turísticas, a capital paranaense é atendida pelo 4° melhor aeroporto do mundo, o Afonso Pena, segundo a pesquisa realizada pela Airhelp Score, especialista mundial em direitos dos passageiros aéreos.

Na edição de 2018, a BNT apresentou 355 cidades de 21 estados, seis países e envolveu 5.410 profissionais de turismo.

Ações do IMT 

Em 2019, para a promoção do Destino Curitiba, o Instituto Municipal de Turismo participou de uma extensa agenda de feiras promocionais, apresentando roteiros, programação de eventos e serviços como a Linha Turismo. 

Algumas participações: 12º Encontro Comercial BRAZTOA Rio de Janeiro 2019 e 51º Encontro Comercial BRAZTOA São Paulo 2019; WTM Latim America, em São Paulo, em estande cooperado com a Paraná Turismo; Convenção BWT – Best Way Trips Agência de Viagens e Turismo, em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. E ainda foi a cidade anfitriã do Salão Paranaense de Turismo. 

 



Fonte: Prefeitura de Curitiba

Fonte oficial: Curitiba Turismo

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CONQUISTA

Empresa do Grupo Globalia é a primeira companhia aérea internacional a se constituir no país com 100% de capital estrangeiro

Por Cecília Melo

Outras aéreas estrangeiras poderão explorar o serviço no Brasil. Foto: Roberto Castro/MTur

Foi aprovada na tarde desta quarta-feira (22) a concessão para a Globalia Linhas Aéreas Ltda, grupo que administra a Air Europa, começar a operar rotas domésticas no Brasil. A iniciativa, inédita no país, é resultado de articulação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, com o CEO da Globalia, Javier Hidalgo, em reunião realizada no início deste mês, na Espanha. A autorização foi deliberada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Trata-se da primeira empresa aérea internacional constituída no Brasil com 100% de capital estrangeiro para operação regular de voos de passageiros no país. “A chegada da primeira empresa internacional ao mercado doméstico tem tudo para reduzir o preço das passagens no Brasil. O aumento da competitividade beneficia o turista brasileiro e contribui definitivamente para o crescimento econômico e social do país”, comemora o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

O diretor geral de Desenvolvimento Internacional da Globalia, Lisandro Menu-Marque, comemorou a aprovação e reafirmou o compromisso da companhia em alavancar o desenvolvimento do setor aéreo brasileiro. “A conquista é de todos e principalmente dos usuários dos serviços oferecidos pela aviação. Só temos a celebrar. A Globalia acredita no potencial do mercado brasileiro. Estamos dedicados a trabalhar juntos nos próximos meses para fazer realidade este grande projeto para nosso grupo e a indústria aérea e turística do Brasil”, destaca o diretor.

Pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo revelou que 75% dos brasileiros são a favor de ter mais empresas aéreas em operação no país. De acordo com a Anac, em rotas aéreas com distância de 1.000 km, por exemplo, a tarifa aérea média cobrada por uma empresa sem concorrente em 2018 foi 33% maior que a praticada em ambientes competitivos (com duas ou mais empresas).

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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DECISÃO

Primeira companhia internacional a se estabelecer no país, a Air Europa também foi autorizada nesta quarta-feira (22) a operar no Brasil

Por Cecília Melo

MP foi aprovada pelo Senado na noite desta quarta-feira (22). Crédito: Infraero

O Brasil acaba de abrir o mercado para a participação de 100% de capital estrangeiro em empresas aéreas brasileiras. A mudança foi aprovada no Senado Federal, na noite desta quarta-feira (22), por meio da Medida Provisória 863/2018. A matéria segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, destaca que a mudança permitirá que empresas estrangeiras possam operar no país, aumentando a concorrência e, consequentemente, reduzindo o custo das passagens. “Tão ou mais importante que atrair turistas internacionais é criar condições para o próprio brasileiro viajar pelos destinos nacionais. Não é aceitável que um trecho interno seja mais caro que um bilhete para fora do país”, afirma o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O titular da Pasta complementa ainda que a abertura não fere a soberania nacional tampouco flexibiliza as regras de segurança vigentes. “Empresas que tiverem interesse em operar voos entre destinos nacionais terão de abrir uma filial no território brasileiro, gerando empregos no nosso país e seguindo as nossas regras”, ressalta.

No movimento favorável a essa abertura de mercado, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou, também nesta quarta-feira (22), concessão para a Globalia Linhas Aéreas Ltda, grupo que administra a Air Europa, começar a operar rotas domésticas no Brasil. A iniciativa, inédita no país, é resultado de articulação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, com o CEO da Globalia, Javier Hidalgo, em reunião realizada no início deste mês, na Espanha.

Trata-se da primeira empresa aérea internacional constituída no Brasil com 100% de capital estrangeiro para operação regular de voos de passageiros no país. “A chegada da primeira empresa internacional ao mercado doméstico tem tudo para reduzir o preço das passagens no Brasil. O aumento da competitividade beneficia o turista brasileiro e contribui definitivamente para o crescimento econômico e social do país”, afirma o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Com o Brasil sendo um dos principais mercados em potencial para a Air Europa, o diretor geral de Desenvolvimento Internacional da Globalia, Lisandro Menu-Marque, comemorou a aprovação e reafirmou o compromisso da companhia em alavancar o desenvolvimento do setor aéreo brasileiro. “A conquista é de todos e principalmente dos usuários dos serviços oferecidos pela aviação. Só temos a celebrar. A Globalia acredita no potencial do mercado brasileiro. Estamos dedicados a trabalhar juntos nos próximos meses para fazer realidade este grande projeto para nosso grupo e a indústria aérea e turística do Brasil”, destaca o diretor.

CONSENSO – O secretário interino de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Carlos Padro, reafirma que a abertura do capital estrangeiro, por meio da MP, é uma das principais políticas para garantir mais competitividade ao mercado nacional de aviação e, assim, trazer ao passageiro mais conectividade, mais oferta de rotas e preços mais acessíveis. “Intensas melhorias de infraestrutura em aeroportos nacionais, os modelos de concessões e a desregulamentação do setor aéreo vêm sendo trabalhados não só para tornar o ambiente de negócios brasileiro mais equiparado aos mercados internacionais, mas também contribuindo para o desenvolvimento do Brasil”, destaca o secretário.

Padro ressalta ainda que, com as regras previstas pela MP, a companhia área estrangeira passa a ser legalmente constituída como empresa brasileira e isso gera receita e renda ao país. “A Air Europa já é uma conquista para fortalecer esse cenário, mas tenho certeza que, com a MP em forma de Lei, várias outras empresas estrangeiras vão integrar o mercado aéreo nacional, que tem grande potencial a ser explorado”, reforça. Atualmente, quatro empresas – incluindo a Avianca, atualmente em recuperação judicial – concentram 99% do mercado da aviação civil no Brasil. A título de comparação, Colômbia, Argentina e Chile, com menos de um quarto da população brasileira, têm mais que o dobro de empresas em operação.

De acordo com o diretor presidente da Anac, José Ricardo Botelho, a abertura do setor aéreo a 100% de capital estrangeiro tem o poder de equiparar o mercado de aviação brasileiro ao que já é adotado em quase todos os setores da economia nacional. No Brasil, segundo Botelho, setores estratégicos como aeroportos, portos e ferrovias, eletricidade, mineração, óleo e gás, saúde e telecomunicações já permitem investimentos estrangeiros sem qualquer tipo de restrição. “A abertura do mercado permite aumento de investimentos, empregos e competição no Brasil. A única maneira de reduzir os preços dos bilhetes de avião é com mais concorrência, mais empresas”, diz.

ACORDO – Para que a MP 863/2018 não perdesse a validade e fosse votada hoje (22), foi acordado que o destaque da obrigatoriedade de 5% de voos operados pelas novas empresas aéreas em rotas regionais, por no mínimo dois anos, seria retirado do texto da MP. A negociação foi feita pelo líder do governo na Casa, senador Fernando Bezerra. “O governo se compromete, através do seu líder, e com o aval da Casa Civil – através de decreto que vai regulamentar o projeto de lei de conversão – a resgatar o dispositivo dos 5 pontos percentuais de estímulo à aviação regional às empresas internacionais que vão adentrar ao mercado brasileiro”, disse o senador durante a votação no Plenário.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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CÂMARA

Participação de 100% de capital estrangeiro nas empresas aéreas nacionais e seus impactos para o mercado de Viagens foram discutidos na Câmara dos Deputados

Por Geraldo Gurgel

Secretário do MTur participou de audiência pública na Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados. Foto: Geraldo Gurgel/MTur

O aumento da concorrência no mercado de aviação nacional, com a expectativa de entrada de mais companhias aéreas no Brasil, foi um dos assuntos discutidos nesta quarta-feira (22) em audiência pública na Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados. Representantes do Ministério do Turismo, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), companhias aéreas, Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura (SAC), Ministério Público e Tribunal de Contas da União debateram com os deputados sobre os impactos da desregulamentação do setor de transporte aéreo para o turismo nacional. A audiência aconteceu no dia da votação e aprovação da MP 863/2018 no Senado Federal.

O secretário nacional de Integração Interinstitucional do Ministério do Turismo, Bob Santos, disse que o MTur apoia a desregulamentação do transporte aéreo como forma de dar mais competitividade ao serviço no mercado nacional. “Quanto menos amarras no ambiente de negócios, mais facilidades teremos para atrair empresas e investimentos. E a concorrência pressiona o preço das passagens, oferecendo uma grande chance para o turismo brasileiro decolar”, avaliou o secretário.

Representantes das principais empresas aéreas nacionais apresentaram detalhes do setor como a composição de preço e os diferentes perfis de tarifa oferecidos aos passageiros de um mesmo voo. Eles também explicaram que 60% dos custos da aviação são dolarizados, incluindo combustível e arrendamento de aeronaves, impactando os preços em função da alta do dólar.

Recentemente, houve aumento da concentração de mercado com a redução de 21% na oferta de assentos disponíveis, em função da devolução de 50 aeronaves pela Avianca Brasil. Apesar da retração, a representante da Azul Linhas Aéreas, Patrizia Xavier, anunciou que a empresa vai receber 30 aeronaves, ainda este ano, impactando a malha aérea brasileira com a inclusão de novos destinos regionais. “Nossa prioridade é o mercado doméstico”, afirmou.

Ediçao: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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NOVOS PROJETOS

Ministro do Turismo recebeu deputados federais nesta quarta-feira (22), em Brasília

Pautas do Estado foram apresentadas ao ministro. Foto: Roberto Castro/MTur

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, se reuniu com quinze deputados federais da bancada mineira para debater pautas de interesse do setor no estado. Um dos pedidos dos parlamentares tratou do reconhecimento, pela Unesco, do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, como patrimônio natural e cultural da Humanidade.

O ministro se comprometeu a levar o pleito para uma reunião do MTur com a Unesco, marcada para junho. O parque tem cerca de 170 cavernas, incluindo a cavidade natural que guarda a maior estalactite do mundo, e registros de pinturas rupestres que comprovam a presença humana na região há cerca de 10 mil anos.

A bancada também formalizou um pedido de apoio à reforma do barco Benjamin Guimarães, uma grande embarcação construída nos Estados Unidos no ano 1913 e adquirida por uma empresa da cidade mineira de Pirapora. Para voltar a navegar pelo Rio São Francisco, o último barco a vapor do mundo precisa de ampla reforma, mantendo posto de atração principal do turismo local.

O deputado federal Igor Timo agradeceu o empenho do ministro no desenvolvimento do Memorial de Brumadinho. Marcelo Álvaro Antônio disse que o estudo de viabilidade do projeto está pronto.

Ediçao: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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AGENDA DO DIA

Em reunião  em Brasília, ministro e secretários municipais do destino mineiro avaliaram medidas para atrair mais visitantes e dinamizar o turismo regional

Por Geraldo Gurgel

Ministro recebeu secretários mineiros em Brasília nesta quarta-feira (22). Foto: Roberto Castro/MTur

Em audiência com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, os secretários municipais de Turismo e Cultura, Marcos Paulo, e de Meio Ambiente, Daniel Freitas, ambos de Brumadinho (MG), apresentaram propostas para melhorar a estrutura turística e movimentar a economia local. Entre os projetos, está a pavimentação do acesso aos distritos quilombolas de Sapé, Marinhos, Rodrigues e Ribeirão, com o objetivo de fomentar o turismo de experiência. O turismo em Brumadinho e região proporciona contato com a cultura, o artesanato, a culinária mineira e produtos da agricultura familiar.

Os turistas que fazem o roteiro são os mesmos que visitam o museu Inhotim, principal atrativo de Brumadinho, conhecido como a maior exposição de arte contemporânea a céu aberto no mundo. As coleções e galerias do museu ficam localizadas em um jardim botânico, onde os turistas contemplam as obras de arte em meio a natureza. Os secretários também pediram o apoio do ministro junto ao governo do estado de Minas Gerais para a continuação da obra de um anel viário que vai desviar o transito de carros pesados do centro da cidade e facilitar o acesso dos turistas até Inhotim.

O ministro destacou, também, o trabalho que vem realizando junto à Vale e à concessionária da ferrovia de Brumadinho para que seja implantado um trem de passageiros entre Belo Horizonte e o museu Inhotim. “O governo federal, através do Ministério do Turismo, está muito empenhado em levar esse trem turístico até a cidade. Estamos trabalhando para viabilizar esse projeto e ajudar Brumadinho a retomar seu desenvolvimento por meio do turismo”, disse.

Ainda na audiência com o ministro, os secretários de Brumadinho pediram o apoio do MTur para a realização de eventos geradores de fluxo turístico na região. A Festa do Cavalo, em agosto, e o Festival da Paz, em setembro, envolvem a comunidade e movimentam a economia local com a presença dos visitantes.

Também participaram da audiência o secretário nacional de Estruturação do Turismo, Robson Napier, e técnicos da secretaria nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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Desembarcar em um hotel vai muito além de deixar as malas no quarto e deitar na cama. Entenda mais sobre check-in, check-out e outros termos da rede hoteleira!

Ah, as férias! Esse momento tão esperado é ainda melhor quando vem junto de uma viagem para um destino, nacional ou não. Nessas horas, até arrumar as malas é uma tarefa prazerosa.

Só que, ao chegar no destino, é necessário ter atenção em alguns pontos. Nos hotéis, por exemplo, você precisa fazer check-in no momento de entrada e check-out ao sair, mas essas duas ações tem regras, horário padrão e outros detalhes que vale a atenção.

Então, antes de desembarcar, que tal saber mais sobre estes conceitos da hotelaria? Vem com a gente para uma hospedagem mais tranquila. 😉

Entendendo o check-in no hotel

Seja em hotel, hostel, pousada ou até mesmo em alguma casa de AirBnb, o procedimento de check-in acontece para todas as pessoas que dão entrada nestes espaços.

Por padrão, existem documentações exigidas dos hóspedes para a entrada no quarto reservado. São solicitados a confirmação da reserva e documentos de identificação, que podem ser desde documentos de identidade ou passaportes em casos de viagens internacionais.

Você também precisa assinar um formulário de registro do próprio hotel, que é utilizado para controle do estabelecimento a partir de seu check-in. Fique atento também a hora: os horários de check-in variam entre 12h00 e 16h00. Dentro desse horário, você terá acesso a chave do seu quarto.

Por que há um horário definido para check-in?

A gente já te adianta uma coisa: não é por mero capricho. O horário é marcado porque todos os funcionários do hotel se preparam para ajudar os hóspedes que estão chegando. Os quartos já passaram por limpeza, os colaboradores estão prontos para te mostrar cada canto do local e você vai tirar todas suas dúvidas sobre a estadia.

Antes mesmo de entrar no seu quarto, você terá a oportunidade de saber o horário de café da manhã, de limpeza e até mesmo de passeios oferecidos pelo estabelecimento. Tudo para começar seus dias de descanso com o pé direito!

Como funciona o check-out

Uma hora suas férias acabam, as malas voltam a encher e você precisa voltar à rotina. Antes de voltar ao aeroporto, é hora de registrar a sua saída do hotel, processo conhecido como check-out.

Neste momento, você tranca o quarto, entrega as chaves e fecha a conta de tudo que consumiu. Lembra daquela água do frigobar que você pegou? Esse é o momento de pagar por ela.

Assim como o check-in, o check-out também tem horário máximo de saída. Geralmente ele é às 12h00 e, se for feito depois dessa hora, você pode ter que arcar com taxas ou mesmo com uma diária extra.

Por isso, é importante que a gente explique também como é considerada uma diária de hotel.

Como é calculada uma diária de hotel?

A diária do hotel não é exatamente o mesmo do nosso dia normal. Ela é, primeiramente, a forma que a rede hoteleira tem para calcular o preço e tempo de estadia de cada pessoa que entra e sai do hotel.

Assim como os horários de check-in e check-out, o cálculo de uma diária pode mudar de um hotel para outro, mas, na maioria dos casos, é calculada até às 12h00 do dia posterior. Ou seja: ela vai desde o horário de entrada do check-in (que, como dissemos anteriormente, é entre 12h00 e 16h00) e vai até a hora de check-out.

O importante é que essa informação deve ser repassada no momento do check-in. Então lembre-se de perguntar para não ser pego de surpresa no último dia. 😉  

Preparado para se hospedar com tranquilidade? Compartilhe estas dicas com seus amigos para que todo mundo aproveite cada minuto da próxima viagem!

Fonte oficial: Blog MaxMilhas.

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PROFISSIONAIS DO SETOR

Raio-X do segmento é uma das ações anunciadas no 39º congresso brasileiro da categoria, que começa nesta quarta-feira (22) em Salvador

Por Geraldo Gurgel

Guias de turismo exibem carteirinha do Cadastur. Foto: Paulino Menezes/MTur

Começa nesta quarta-feira (22), em Salvador (BA), a 39ª edição do Congresso Brasileiro de Guias de Turismo (CBGTUR). A data marca também o início de uma ampla pesquisa qualitativa nacional desenvolvida pela Federação Nacional de Guias de Turismo (FENAGTUR) para conhecer o perfil profissional dos guias de turismo, incluindo áreas de atuação, aspectos sobre estudos e qualificação continuada, além de necessidades e expectativas da categoria. A estimativa é que o trabalho dure um ano, com anúncio de resultados previsto para maio de 2020, durante o 40º CBGTUR, em Vitória (ES).

Segundo o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur, Aluizer Malab, a iniciativa é fundamental como diagnóstico de um segmento de grande valor para a indústria de Viagens. “Com a velocidade, amplitude e profundidade das transformações do mercado, precisamos conhecer o profissional do turismo e oferecer caminhos para atualizá-lo permanentemente sobre essas mudanças. Isso contribui para o aprimoramento das atividades dos guias, para nossas ações de valorização da profissão e especialmente para a formação ainda mais qualificada, construindo um turismo cada vez mais inovador”, disse.

O cadastro nacional dos prestadores de serviços turísticos do Ministério do Turismo (Cadastur) conta, atualmente, com 22 mil guias de turismo. O cadastro do profissional é obrigatório para o exercício da atividade. A Fenagtur espera entrevistar pelo menos 30% dos profissionais do Cadastur com atuação em todo o Brasil. “Conhecer o mercado turístico e a real atuação do guia de turismo nesse contexto, além de suas principais carências e expectativas, é essencial para a entidade conhecer os anseios de atualização da categoria”, disse o presidente da federação, Henrique Dantas.

Um levantamento prévio realizado pela Fenagtur apontou que, em Alagoas, por exemplo, dos 350 guias cadastrados no MTur entre 2013 e 2014, pouco mais da metade (59%) exerciam a profissão e 57% deles concentravam o trabalho em atrativos litorâneos de sol e mar. O estado conta com sete regiões turísticas que desenvolvem o Programa de Regionalização do Turismo (PRT), executado pelo Ministério do Turismo em parceria com estados e municípios.

Henrique Dantas explica que uma das iniciativas foi intensificar visitas técnicas aos destinos do interior do estado para requalificar os guias regionais com atuação em toda Alagoas. “O guia de turismo é um profissional essencial à distribuição dos serviços aos visitantes com atuação direta junto ao turista”, justifica. Para ele o profissional guia precisa saber “vender” experiências aos turistas, que já chegam com muitas informações sobre o destino e atrativos. “Precisamos ser criativos e inovadores. Até em Maceió, onde temos 16 museus e centros culturais, praticamente não atuamos nesse nicho de mercado”, afirma.

CBGTUR – Até domingo (26), cerca de 700 guias de turismo de todo o Brasil estarão reunidos no 39º Congresso Brasileiro de Guias de Turismo, organizado pela FENAGTUR e pelos 18 sindicatos estaduais da categoria. O evento é realizado no Hotel Pestana Convento do Carmo, no Centro Histórico de Salvador. O tema do congresso, neste ano, é “Guias de Turismo Valorizando Etnias Brasileiras”, com palestras, painéis, mostras e visitas técnicas.

A PROFISSÃO – Os guias de turismo são classificados pelo Ministério do Turismo como especializados em atrativos naturais ou culturais, guias regionais, guias de excursão nacional e guias de excursão internacional. São os profissionais que mais têm contato com o turista e estão qualificados para acompanhar e assistir os visitantes e transmitir informações durante os passeios, além de garantir o conforto e a segurança dos passageiros.

Edição: Vanessa Sampaio

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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NOVA GESTÃO

Pernambucano ficará responsável por divulgar o turismo brasileiro para o mercado internacional

Por Victor Maciel

Novo presidente da autarquia é membro do Convention Bureaux de Maragogi (AL). Foto: Divulgação Embratur

Gilson Machado Neto é o novo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). A nomeação do pernambucano foi publicada nesta terça-feira (21/05), no Diário Oficial da União (DOU). Gilson é membro do trade turístico da Rota dos Milagres (AL) e do Convention Bureaux de Maragogi (AL). Ele coordenou a equipe de transição do atual governo, nas pastas do Turismo e do Meio Ambiente.

“Agradeço a confiança do presidente Jair Bolsonaro e desejo realizar o máximo de ações positivas para dignificar essa escolha. Quero utilizar as facilidades tecnológicas para o desbravamento do mercado, promoção dos destinos diversos e belos que o país oferece, fazendo do Brasil o grande desejo dos turistas internacionais”, ressaltou o novo presidente da Embratur.

Antes de assumir o cargo, atuava como secretário nacional de Ecoturismo e Cidadania Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), onde também exerceu o cargo de secretário de Florestas.

A partir de agora, Machado Neto será o responsável pela execução da Política Nacional de Turismo no que diz respeito à promoção, marketing e apoio à comercialização dos destinos, serviços e produtos turísticos brasileiros no mercado internacional.

Fonte oficial: Ministério do Turismo

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